Uma vez Flamengo Sempre Flamengo Flamengo sempre eu hei de ser É o meu maior prazer Vê-lo brilhar Seja na terra Seja no mar Vencer, vencer, vencer Uma vez Flamengo Flamengo até morrer Na regata ele me mata Me maltrata, me arrebata que emoção no coração Consagrado no gramado Sempre amado, o mais cotado,
Eu teria um desgosto profundo Se faltasse o Flamengo no mundo Ele vibra, ele é fibra Muita libra já pesou Flamengo até morrer Eu sou.
Uma vez Flamengo Sempre Flamengo Flamengo sempre eu hei de ser...
Com muita alegria,Felicidade e emoção que apresento meu filho João Gilberto Roverso e seu som..
com Marcelo Roverso e Ronnie Blues(Mapinguari Blues)
interpretando blues,MPB blues, MPB de qualidade
A partir das 17 horas
VARANDAS DO PORTO Rua Eduardo Asmar 618
Gameleira Rio Branco AC.
Filiada ao PV, socialite Ana Paula Junqueira recebe Marina Silva em jantar
Recém-filiada ao PV (Partido Verde), a socialite paulista Ana Paula Junqueira recebe Marina Silva (PV-AC) para jantar no próximo dia 26 a ideia inicial era convidar apenas "mulheres influentes" para uma conversa com a pré-candidata, mas Ana Paula decidiu ampliar o grupo. Ela convidará também empresários que são seus amigos para a reunião. A socialite pretende concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo partido.
Alguns bacanas já estão recebendo o convite para o jantar que Ana Paula Junqueira oferece à colega de partido Marina Silva. Será no próximo dia 26, na casa da jet-setter, no Jardim Europa. Glamurama, claro, vai estar lá.
* Detalhe charmoso: o fundo do convite traz o desenho de uma folha verde. Seria uma homenagem ao PV?
Como contei aqui para vocês, Ana Paula Junqueira abriu sua casa no Jardim Europa, em São Paulo, para oferecer um jantar para a candidata à presidência Marina Silva, do PV, e convidados. No evento, armado para cerca de 50 pessoas, Marina falou de suas propostas políticas em torno da sustentabilidade. Questionada sobre um possível segundo turno com Serra, e se aceitaria o apoio do PT nessa ocasião, ela disse que ainda não está pensando no segundo turno e desconversou. O jantar estava saboroso: o cardápio foi elaborado pelo restaurante Bela Sintra. Passaram OS COMPANHEIROS por lá Lama Gangchen, Reinaldo Lourenço, Patricia Carta, Nizan Guanaes, Felipe Dávilla, Daniella Cicarelli, Ana Garcia e João Paulo Diniz, entre outras(os) "companheiras(os)"
Ana Paula Junqueira
Marina fala de suas propostas aos Companheiros(as) na Plenaria
Bela e alegre, a socialite Ana Paula Junqueira está em todas as festas. As mais cobiçadas, bien sûr.
Aos 36 anos, transita pelo grand monde na companhia de amigos estrelados como a top model Naomi Campbell.
Também se notabiliza por ser anfitriã de representantes do jet set internacional. Recebeu recentemente em sua casa, em São Paulo, ninguém menos que o príncipe Andrew Albert Christian Edward, quarto na linha de sucessão ao trono britânico. E foi a cicerone informal do filho de Elizabeth II.
Ana Paula e o milionário sueco Johan Eliasch, com quem vive há cinco anos, trouxeram o príncipe de Londres para o Brasil no avião do casal e ofereceram a ele um magnífico jantar com direito a pista de dança.
Lindas mulheres – muitas delas desacompanhadas – estavam ansiosas em conhecer de perto, na festa, aquele que já foi o príncipe mais bonito do Reino Unido. Corre a notícia de que algumas trocaram os papéis de assentos reservados para arranjar uma posição melhor junto ao convidado.
“Andrew é meu amigo há muito tempo. Ele levou uma imagem superboa do Brasil”, conta Ana Paula, após o riso cristalino que a acompanha em sua agitada vida social.
Ela também tem chamado a atenção da imprensa – daqui e do Exterior – pela extensa propriedade que o marido arrematou no coração do Amazonas.
É uma área maior do que Londres, cidade onde Johan Eliasch cresceu e consolidou sua fortuna estimada em 355 milhões de libras, o equivalente a R$ 1,44 bilhão.
Segundo Ana Paula, que deve se casar oficialmente com o empresário no final do ano, são mais de 140 mil hectares divididos em duas fazendas localizadas a cerca de uma hora de avião de Manaus.
“Para falar a verdade, é difícil encontrar algo parecido com aquilo. É uma imensidão verde.Quando você olha, são 360 graus de florestas”, revela.
Nesse terreno situado entre Manicoré e Itacoatiara, Ana Paula é a própria rainha. A socialite visita as famílias que vivem nos arredores, planeja fazer um documentário da região – comprada com grande incentivo de sua parte – e garante se sentir bem à vontade no meio do mato.
“Gosto de terra. Nasci numa fazenda no interior de São Paulo e vivi lá até os 15 anos, subindo em jabuticabeira”, explica.
Ela mostrou a propriedade ao príncipe Andrew, que se impressionou com o lugar, que teria custado oito milhões de libras (cerca de R$ 32 milhões) a Eliasch, dono da marca esportiva Head.
“Subimos o rio Madeira e Andrew ficou interessado pelo trabalho de preservação que fazemos lá”, emenda.
De acordo com Ana Paula, foram plantadas 200 mil árvores. Além dessa propriedade, o casal tem residência na capital paulista, em Paris e em Londres, no requintado bairro de Mayfair.
Outra questão importante nessa história é a aquisição de terras amazônicas por estrangeiros milionários.
O procedimento recebeu o epíteto de “colonialismo verde”.
Ana Paula rebate, alegando que o colonialismo tira tudo de bom de uma terra, o que, em suas palavras, não ocorre no caso de Eliasch.
E reforça a defesa do marido:
“Para o brasileiro, a Amazônia é sagrada. Só pode ser do brasileiro. O detalhe é que os críticos não averiguaram que eu sou brasileira. A Amazônia sempre será do Brasil.
Ela é nossa”, completa.
ACERTO DE CONTAS,PELO FIM DA LEI DE ANISTIA
Procuradoria ajuiza ação contra Tuma e Maluf por ocultação de cadáveres na ditadura O Ministério Público Federal em São Paulo ajuizou hoje duas ações na Justiça Federal pedindo a responsabilização do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e do senador Romeu Tuma (PTB-SP) pela ocultação de cadáveres de desaparecidos políticos no período da ditadura, nos cemitérios de Perus e Vila Formosa.
De acordo com a Procuradoria, a ação inclui autoridades e agentes públicos civis e da União, Estado e município de São Paulo. Maluf, por exemplo, foi prefeito de São Paulo de 1969 a 1971. Tuma foi chefe do Dops (Departamento Estadual de Ordem Política e Social) entre 1966 e 1983. A ação também pede a responsabilização pessoal do ex-prefeito de São Paulo Miguel Colasuonno (1973-1975), do ex-chefe do necrotério do IML (Instituto Médico Legal) Harry Shibata e do ex-diretor do serviço funerário municipal Fabio Barreto (1970-1974). Na ação, a Procuradoria pede que os cinco sejam punidos com a perda das funções públicas ou das aposentadorias. Pede ainda que eles sejam condenados a pagar uma indenização de 10% do patrimônio pessoal para reparação de danos morais coletivos. De acordo com o Ministério Público, desaparecidos políticos foram sepultados nos cemitérios de Perus e Vila Formosa de forma totalmente ilegal e clandestina, com a participação do IML, do Dops e da prefeitura.
Na segunda ação civil proposta hoje, o Ministério Público Federal pede a responsabilização das pessoas físicas e jurídicas que contribuíram para que as ossadas de mortos e desaparecidos políticos localizadas no cemitério de Perus permanecessem sem identificação. São demandados na ação a União, o Estado, a Unicamp, a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de São Paulo e mais cinco pessoas, a maioria legistas.
Josias de Souza: O "mito" Lula dará trabalho à oposição em 2010
Ciro Gomes aparece com 26% das intenções de voto, contra 19% de Aécio, 19% de Dilma e 11% da senadora Marina Silva. Se o candidato do PSDB fosse José Serra, o tucano lideraria com 41% dos votos. Depois dele estariam Dilma, Ciro e Marina. Num eventual segundo turno, Serra venceria Dilma por 56% a 27% e Ciro por 54% a 25%.
"A oposição não sabe lidar com esses fenômenos novos: o mito e a armadilha plebicitária que compara a era Lula com a de FHC", afirma Souza.
Romário comemora título do América-RJ na Série B do Estadual do Rio de Janeiro
pós garantir o acesso para a principal divisão do Rio com a vitória de ontem por 2 a 0 sobre o Artsul, o América volta a jogar sábado, contra o Sendas, mas Romário disse que tentará transferir a partida para domingo. "Voltar a jogar foi uma sensação diferente e serviu para ter certeza de que não dá mais para jogar profissionalmente. Joguei, cumpri minha promessa, mas no ano que vem continuarei ajudando o 'Mecão' do lado de fora do campo", disse Romário no Twitter. "Pode ser que eu ainda jogue no jogo que vem, contra o Sendas. Estamos tentando mudar o jogo para o Maracanã no domingo antes do jogo do Fluminense", continuou. Romário entrou aos 23min do segundo tempo do jogo de ontem e participou do restante da partida. Ciro fez os dois gols do jogo. A vitória valeu o título da Série B do Estadual do Rio de Janeiro ao América, com uma rodada de antecedência. Agora com 38 pontos, o time não pode ser alcançado na última rodada pelo segundo colocado, o Olaria, que soma 33. Um dia após cumprir uma promessa feita a seu pai e entrar em campo numa partida oficial pelo América, justamente no jogo que valeu a conquista do título da Série B do Estadual do Rio, o atacante Romário, 43, disse que poderá jogar mais uma partida pelo clube, pela última rodada do torneio, no próximo fim de semana, e depois vai encerrar definitivamente sua carreira como atleta. O jogador anunciou aposentadoria em abril de 2008, mas decidiu jogar pelo América, clube em que atua também como dirigente, para realizar um sonho de seu pai, Edevair Faria, que era torcedor do clube e morreu em maio do ano passado, aos 76 anos.
Teatro em Sampa "Lá Fora Vai Estar Chovendo Sempre" Texto: Gero Camilo. Direção: Cristiane Paoli Quito. Com: Gero Camilo, Gustavo Machado, Marat Descartes, Paula Cohen e Tatiana Thomé. 90 min. Não recomendado para menores de 14 anos. Após cinco anos de chuvas, uma casa foi deslocada pela água e boia sem rumo. Um velho, uma mulher, um jovem e uma criança aguardam pelo homem que, no início da tempestade, subiu no telhado para consertar a antena e ainda não voltou.
AGENCIA DE NOTICIAS DO ACRE
O músico Marcelo Tchello Roverso traz para Rio Branco o show O Blues da Floresta. Nele, Marcelo interpreta canções próprias como O Blues da Floresta, Amanheceu (ao redor da fogueira), Blues da Vitória, Os Velhos do Blues, Eu tenho um Blues pra Você e outras. A banda acreana Mapinguari Blues fará uma participação especial no show.
Quando: Dia 1 de dezembro (terça-feira), às 19h30 Quanto: Inteira: R$5 Estudante: R$2,50 Onde: Theatro Hélio Melo (Avenida Getúlio Vargas, nº309, Centro), Rio Branco
Sérgio Mamberti e Fernanda Montenegro foram os apresentadores do Prêmio Ordem do Mérito Cultural 2009, no Teatro Oi Casagrande, na noite de quarta-feira (25)
Divulgação/ Priscila Prade
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Sandy, ou mulher gato, foi uma das transformadas pela fotógrafa Priscila Prade
Reprodução
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Deborah Secco comemora 30 anos de vida nesta quinta-feira (26)
Reprodução
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Em 2007 ela participou de Paraíso Tropical
Reprodução
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e Meu Tio Matou Um Cara (2004), entre outros
O cantor Nasi, antigo vocalista do Ira!, está proibido de falar ou de escrever na internet sobre seu irmão e ex-empresário, Airton Valadão Rodolfo Junior.
De acordo com informações da coluna, a determinação é do juiz Rodolfo César Milano, da 1ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de SP.
Nasi também foi obrigado a tirar do ar comentários e vídeos publicados na internet em que usa codinomes como Zé Faquinha e Don King Falido. A pena para o descumprimento da medida é de R$ 2.000 por dia.
O cantor deixou o Ira! há três anos, após brigar com o irmão. Na época, Nasi chegou a dizer que Airton o ameaçara com uma faca. O irmão do músico moveu contra ele processos por calúnia e difamação.
Victor Valentim
O ator Murilo Benício
Murilo Benício já está com o texto dos três primeiros episódios da segunda temporada da série "Força Tarefa", que volta à grade da Globo na programação 2010.
O elenco, a pedido da emissora, vai se reunir hoje em uma fazenda, no Rio, para fazer o popular "laboratório".
Benício, aliás, também está próximo de voltar às novelas. Ele tem convite do diretor Jorge Fernando para viver o personagem Victor Valentim no remake das novelas "Tititi" e "Plumas e Paetês", ambas de Cassiano Gabus Mendes.
A fusão das histórias será feita por Maria Adelaide Amaral e deve ir ao ar na segunda metade do ano que vem.
A propósito
Se depender da vontade de Maria Adelaide Amaral, o ator Fábio Assunção será chamado para o papel de Jacques Leclair, que foi vivido por Reginaldo Faria em "Tititi". Está na dependência da Globo.
Vale acrescentar que a autora e Fábio Assunção estão trabalhando juntos, atualmente, na microssérie "Dalva e Herivelto".
Paul McCartney diz que quase desistiu dos Beatles por medo do palco
O cantor e compositor britânico Paul McCartney disse que seu medo do palco era tão grande que ele pensou em abandonar os Beatles nos anos 1960. A revelação foi feita ontem, de forma bem-humorada, segundo o site revista "NME", numa exibição à imprensa do DVD que Paul lançará em dezembro, "Good Evening New York City".
McCartney explicou que, quando a banda começou, ele ficava tão nervoso antes de subir ao palco que às vezes pensava se valia à pena, diz a revista especializada em música.
"Eu lembro de uma vez no Wembley Town Hall em que eu estava literalmente ficando doente de tão nervoso e pensei: 'Tenho que desistir deste negócio, isso não me faz bem'", teria dito o ex-Beatle.
Stephen Chernin/AP
O cantor Paul McCartney, que disse ontem ter pensado em abandonar os Beatles nos anos 60 por medo do palco
"Agora não estou tão mal. Sei que tenho uma ótima banda, o que ajuda", afirmou McCartney à revista. "O estranho é que fica cada vez mais excitante, porque você ganha confiança. Você começa a pensar: 'Eles realmente querem me ver, talvez eu possa fazer isso'."
Confira o roteiro do ONNE com apresentações de jazz na semana de 25 a 29 de novembro, em São Paulo
Apesar de ser um estilo musical originalmente norteamericano, o Jazz sempre teve seu espaço no Brasil. Não tão popular como nos Estados Unidos, o ritmo ainda se restringem a um público pequeno, que vem crescendo nos últimos anos. Apostando nessa expansão, casas noturnas e bares da cidade de São Paulo divulgam o estilo com apresentações semanais de artistas nacionais e internacionais;de iniciantes até lendas vivas do Jazz. Confira o roteiro exclusivo do ONNE para a semana de 25 a 29 de novembro!
Stanley Jordan. (Foto: Reprodução)
O que? Stanley Jordan e Armandinho
Por quê? Um grande espetáculo para quem gosta de guitarra: Os aclamados guitarristas Armandinho (Salvador, BA - Brasil) e Stanley Jordan (Chicago, IL – Estados Unidos) farão uma nova apresentação juntos. A parceria não é inédita, os músicos já se apresentaram numa turnê em 2008. Espere ouvir Standards do jazz e clássicos da música brasileira.
Quando? Quarta-feira, 25 de novembro às 22h30
Onde? Bourbon Street Music Club (Rua dos Chanés, 127 – Moema – São Paulo / SP)
Quanto? Couvert Art.: R$ 70
Michel Leme. (Foto: Divulgação)
O que? ONNE Night of Jazz Por quê? Reunindo sempre os amigos em torno de ótima música, gastronomia e golfe, a segunda noite do evento do Portal ONNE tem oferecimento do Circuito Verão Trancoso e do prosecco Salton. Sob o comando do guitarrista Michel Leme e com as participações de Thiago Alves, no baixo, Serginho Machado, na bateria, e Pepe Rodrigues, no piano, o classic jazz agita a noite, que conta ainda com cardápio especial elaborado pelo chef Maurizio Magistrini, do restaurante Goga, e clínicas de golfe para os interessados em se iniciar no esporte. Quando? Quinta-feira, 26 de novembro às 21h
Onde? Club ONNE (Rua Orobó, 125 – Alto de Pinheiros – São Paulo / SP) Quanto? Couvert Art.: R$ 20
Coleman Hawkins. (Foto: Reprodução)
O que? Paulo Danay Quartet
Por quê? O saxofonista Paulo Danay, que se apresentou durante vários anos em Boston – EUA, homenageia um dos grandes saxofonistas da história do jazz: Coleman Hawkins. Temas famosos, como Green Dolphin Street, Laura, Body and Soul e Summertime serão interpretados por Danay e seu quarteto.
Quando? Sexta-feira, 27 de novembro às 23h
Onde? All of jazz (Rua João Cachoeira, 1366 – Vila Olímpia – São Paulo / SP)
Quanto? Couvert Art.: R$ 22
Billy Magno. (Foto: Divulgação)
O que? Frigazz
Por quê? O projeto Frigazz reúne bandas e músicos com o objetivo comum de promover a música instrumental. Para esse show, o coletivo apresenta Billy Magno no piano, Paulio Celé na guitarra, Igor Pimenta no contrabaixo e Felipe Kastekas na bateria, tocando grandes clássicos da música brasileira e nordestina em versões jazzísticas. Para temperar ainda mais a noite, o DJ Waltinho Abud traz uma surpreendente seleção de jazz na agulha.
Quando? Sábado, 28 de novembro às 19h
Onde? Jazz nos Fundos (Rua João Moura, 1076 – Pinheiros - São Paulo / Brasil)
Quanto? Couvert Art.: R$ 15
ex-bbb MARINA FELICIO
RIO BRANCO ACRE SEMANA DA MÙSICA
22 DE NOVEMBRO-DIA DE SANTA CECILIA-PADROEIRA DOS MUSICOS
DIA DA MÚSICA
Programação Semana da Música
Quando: 20 a 29 de novembro Onde: Teatro de Arena do SESC
20-11 - Espaço: Calçadão do Novo Mercado Velho
18h30 - Encerramento do Projeto Cultura no Mercado – apresentações artísticas com Rufino e sua turma, Roberta Marisa e Everton Simão e shows musicais com Danah & os Nobres e Clenilson Batista e os Lendários Nativos
20h - Apresentação da Orquestra Filarmônica do Acre sob a regência do Maestro Romualdo Medeiros, solista Marcelo Brum (Piano) e participação especial do Coral da Universidade Estadual do Acre - UFAC
22-11- Espaço: Teatro Plácido de Castro
18h - Show especial da Semana da Música com artistas acreanos.
23-11- Espaço: Calçadão do Novo Mercado Velho
18h - Subtilior Ensemble Afonso Eder – Canto e Derbak, Douglas Marques – Canto e Alaúde, Joseady Freitas – Canto e Flauta Doce, Maurênio Bonfim – Canto e Flauta Doce, Renan Pereira – Canto e Derbak, Direção Artística: Douglas Marques. Espaço: Filmoteca Acreana
19h -Suite Havana - (2003 - 80 min) direção Fernando Pérez - Suite Havana é um filme sobre o cotidiano e a solidão dos seres humanos. Mais do que um filme a favor ou contra o regime cubano, é sobre a "música" dos trabalhadores cubanos, as mulheres e as crianças na ilha do socialismo. Embora seja lento em alguns momentos, é surpreendente no desfecho quando aparecem as imagens do mar batendo no calçadão. É um canto triste. Espaço: Filmoteca Acreana
24-11 - Espaço: Theatro Hélio Melo
19h30 - Acústico em Som Maior com o show Festa Mística do grupo Pau D'Arco e Aroeira
25-11- Espaço: Em frente ao Palácio das Secretarias
9h às 11h - Projeto Senadinho com o grupo Raiz da Terra
O vídeo mostra a cantora Maria Bethânia nos bastidores de uma apresentação, com seus rituais religiosos feitos antes de entrar no palco, conversas com seu irmão Caetano Veloso e sua mãe Dona Canô, histórias de sua infância em Santo Amaro da Purificação e trechos de shows.
Espaço: Theatro Hélio Melo
26-11
18h - Fórum da Música - Credenciamento - Abertura
Mesa 1 - O Mercado da Música no Acre
Espaço: Teatro de Arena do Sesc
27-11
9h às 11h - Projeto Senadinho com o grupo Hélio Melo
Espaço: Em frente ao Palácio das Secretarias
8h às 11h e 13h às 19h - Fórum da Música
Mesa 2 - A Educação Musical no Acre
Mesa 3 - Criação e Difusão Musical no Acre
Mesa 4 - A Organização dos Músicos no Acre
Espaço: Teatro de Arena do Sesc
28-11
8h às 11h - Fórum da Música
Escolha dos conselheiros titular e suplente da cadeira de música do Conselho de Cultura do Acre, para o quadriênio 2010/2014 e discussão sobre o Papel do Conselho Estadual de Cultura
Espaço: Teatro de Arena do Sesc
29-11 - Espaço: Calçadão do Novo Mercado Velho
18h - Show de encerramento da Semana da Música com artistas acreanos.
18h30 às 19h - Mesa de abertura (CONCULTURA, CMPC, FEM, FGB, UFAC)
19h às 22h - Mesa 1: O Mercado da Música no Acre (Esta mesa tem por objetivo fazer um breve painel da situação atual do mercado da música no Acre, ao mesmo tempo em que busca levantar propostas de ações no sentido de que sejam estabelecidas políticas públicas e ações privadas com vistas à instituição e ao fortalecimento de melhores condições para o mercado da produção musical no Acre.)
Coordenação: Alex Lima (Sebrae) e Relatoria: Eduardo Carneiro (CONCULTURA)
Cooperativa dos Músicos do Acre - Coopermúsica
Coletivo Catraia Associação dos músicos e Produtores do Acre – AMUPAC
Representante de Estúdio e Sala de Ensaio
Abrasel
Dia 27/11 – das 8h às 11h
8h às 11h - Mesa 2: A Educação Musical no Acre (Esta mesa tem por objetivo fazer um breve painel da situação atual da educação musical no Acre, ao mesmo tempo em que busca levantar propostas de ações no sentido de que sejam estabelecidas ações privadas e políticas públicas voltadas para a Educação musical no Acre.)
Coordenação: Écio Rogério e Relatoria: Eurilinda Figueiredo (FGB)
Curso de Música da UFAC
Escolas livres de Música
Escola de Música do Estado – Centro Cultural Tucumã
Usina de Arte
UAB/UNB
Virgínia Villanova
13h às 16h - Mesa 3: Criação e Difusão Musical no Acre (Esta mesa tem por objetivo fazer um breve painel da situação atual em que se encontram a criação musical e a sua difusão, especialmente no âmbito do território acreano, ao mesmo tempo em que busca levantar propostas de ações no sentido de que se estabeleça, na esfera das ações privadas e públicas, melhores condições para a criação e a difusão musicais no Acre.)
Coordenação: Tony Ruela e Relatoria: Kelen Mendes
Associação Nacional de Autores, Compositores e Intérpretes de Música - ANACIM
Representante de Rádios e TVs privadas
Representantes da Rede Pública de Comunicação
Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour - FEM
Fundação de Cultura Garibaldi Brasil - FGB
16h30 às 19h30 -– Mesa 4: A Organização dos Músicos no Acre (Esta mesa tem por objetivo fazer um breve painel da situação atual da organização dos músicos no Acre, ao mesmo tempo em que busca levantar propostas de ações no sentido de que a organização dos músicos no Acre seja restabelecida pelos mais diversos meios de representação possíveis.)
Coordenação: João Veras e Relatoria: Alba de Castela
Associação dos músicos e Produtores do Acre - AMUPAC
Cooperativa dos Músicos do Acre – Coopermúsica
Representante da antiga Associação dos Músicos do Acre - AMAC
Câmara Temática de Música do Conselho Municipal de Politicas Culturais - CMPC
Cadeira de Música do Conselho Estadual de Cultura - CONCULTURA
Associação das Fanfarras do Acre
Associação dos Músicos do Senadinho
Dia 28/11 - das 8h às 12h
Assembléia para escolha dos conselheiros, titular e suplente, da cadeira de música do Conselho Estadual de Cultura - CONCULTURA
Pauta:
1 - Exposição sobre o papel do CONCULTURA
2 - Processo de eleição (resolução CONCULTURA)
3 - Escolha dos conselheiros titular e suplente da cadeira de música do Conselho de Cultura do Acre, para o quadriênio 2010/2014
4 - Agenda do Fórum Estadual Setorial de Música
Música, Música (Sueli Costa /Abel Silva) Música Incidental “ Jura Secreta” (Sueli Costa/Abel Silva)
Música, Música Companheira do quarto dos rapazes Entre revistas e fumaça Confidente do quarto das meninas Entre calcinhas e sandálias Música, Música
Farol na cerração dos grandes medos A força que levanta os bailarinos Elétrica guitarra entre os dedos Aflitos e quentes dos meninos Música, Música
Irmã, imã, irmã Feroz como a ira do Irã Ou mansa como o último carinho Quando já chega a manhã Música, Música
1 de Dezembro-O BLUES DA FLORESTA
1 DE DEZEMBRO DE 2009 O MOMENTO DO ENCONTRO CHEGOU
MARCELO TCHELLO ROVERSO NO SHOW O BLUES DA FLORESTA
INTERPRETANDO CANÇÕES PRÓPRIAS
O BLUES DA FLORESTA,AMANHECEU(AO REDOR DA FOGUEIRA),BLUES DA VITÓRIA,OS VELHOS DO BLUES. ,EU TENHO UM BLUES PRA VOCÊ/tengo um blues para ti E OUTRAS...
Participação Especial e Convidados :Musicos e Artistas de Teatro de Rio Branco AC
Houve um tempo em que uma gente atravessou mares, oceanos, em busca de Outra Terra para esquecer a dor... deixou para trás rastros de sua essência nos ritos, na terra e no tambor... Esses Homens e Mulheres chegaram à Outra Terra em busca da vida e só encontraram a dor... Trabalhos forçados, chicotes, trabalhos forçados, trabalhos forçados, troncos, trabalhos forçados, trabalhos forçados, lágrimas e dor, dor, muita dor... Nas senzalas da Outra Terra criaram sons com instrumentos para esquecer a dor, berimbaus, sambas de roda e o tambor, para esquecer a dor. Numa outra parte da Outra Terra, outros Homens e Mulheres também viviam a dor, trabalhos forçados, acorrentados, trabalhos forçados, trabalhos forçados, plantações de algodão, trabalhos forçados, à espera de um milagre para aliviar pelo menos a dor... e um dia alguém em desespero, no meio da plantação soltou um lamento: - Oh! My God! E o lamento se tornou mais forte quando o outro grupo respondeu: - Oh! My god! Oh! My god! E esse lamento, que já era um grito, se espalhou por todos os lugares daquela terra, porque da Dor surgiria a Nova Terra! E o canto se espalhou por todas as plantações de algodão, igrejas, alpendres, em todas as casas com almas... E depois houve um tempo em que os músicos faziam pactos para tocar sua guitarra, violão, gaitas, para serem conhecidos, para todo planeta ouvir a sua dor cantada, pactos para esquecer a dor, colocando cobras entre os dedos, sentados nas encruzilhadas, para vender a alma em troca de um desejoum amor, uma canção, pactos para esquecer os amores sofridos, pactos para recuperar os amores perdidos, e tudo isso colocado na alma de uma canção. Mas esse tempo acabou, o cantor de blues não faz mais pactos, porque já entrou na sua estrada definitiva, na sua rota 66. Está feliz porque está subindo o Rio Mississipi rumo a Chicago Para cantar a alegria e o grande encontro com o novo amor - como diz um ditado budista: quando um se modifica ele modifica toda a humanidade. E as velhas canções devem ser cantadas para sempre ser lembrado que este tempo acabou e que não pode voltar – never more, never more Nunca mais o fundo do poço, as curvas de rio, as ruas escuras, os quartos solitários e banheiros imundos, bares nojentos com seres do pior lugar do inferno. Lagrimas agora só de alegria, e aqueles pactos jamais serão revelados, porque o que ficou foi a fé e a certeza que tudo que nós desejamos um dia acontece, e a dor sentida desde os Navios Negreiros é transformada em dor que canta... que acalanta e o canto traduz o coração dos Homens e Mulheres que somos, que fomos e que haveremos de ser... É o blues! É o HOMEM DO BLUES!
Marcelo Tchello Roverso: Paulistano radicado em Rio Branco
Músico,Compositor,Ator,Escritor Bluesman 1984-TV CULTURA-FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DA TV CULTURA 1985-O HOMEM E O CAVALO-TEATRO SERGIO CARDOSO-DIREÇÃO:ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA-SP. ANOS 80-CIRCUITO UNIVERSITÁRIO-INTERIOR DE SP E MG.(INAUGUROU ESPAÇO CULTURAL EM JUIZ DE FORA-JUNTO COM CLAUDIO NUCCI(BOCA LIVRE). CURTA TEATRO-1995-MARGINAL BLUES-TEXTO DE SUA AUTORIA-MONOLOGO BACANTES-1999-TEATRO OFICINA-SP.-DIREÇÂO:ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA. O DISCO SOLAR-DIREÇÃO:MARCELO DRUMMOND-LEITURA DRAMATICA-OFICINA MAZARROPI-COM LEONA CAVALLI,EUCIR DE SOUZA,PETRONIO GONTIJO,CIBELLE FORJAZ,MARCELO DRUMMOND E OUTROS 1993-UM BLUES PARA CLARICE-COM MARIA ESTELA TOBAR-TEATRO MUNICIPAL DE SANTOS,SATYROS,TEATRO PLINIO MARCOS. PRODUÇÃO DE ESPETACULOS: O DISCO SOLAR(TEATRO OFICINA/TEATRO SÃO PEDRO),IMPRESSÕES(NEXT/TBC)(DIREÇÃO:LENA ROQUE),BARTOLOMEU(SESC BELENZINHO)(SESC-BELENZINHO),CANTO DOS CISNE(COM LUCIANO CHIROLLI,E OUTROS)(TEATRO SERGIO CARDOSO) COORDENADOR DE OFICINAS CULTURAIS DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA,COORDENADOR DO PROJETO SEGUNDAS ROSAS FEIRAS(INDICADO AO PREMIO APCA EM 2001),COORDENADOR DE CULTURA DO CEU-PERUS(PREFEITURA DE SP),COORDENADOR DO PROJETO MOSAICO TEATRAL(COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO) MONTOU NO MARANHÃO-2005-A BANDA DE SAMBA BLUES MANDINGA SAMBA BLUES BAND. SE APRESENTOU COM MUSICO EM DIVERSOS LUGARES: TEATRO CROWNE PLAZA CAFÉ PIU-PIU TEATROS DA PREFEITURA DE SP ESPAÇO DOS SATYROS E OUTROS..ao lado de nomes com Ricardo Corte Real,Lanny Gordin,etc.. http://www.myspace.com/marcelotchelloroverso
Teatro Helio Melo- Av.Getulio Vargas,309 Centro Rio Branco-AC informações:68-3224-2133 3224-6417
FUNDAÇÃO ELIAS MANSUR
Homenagem a 3 Homens Iluminados da Floresta
Capítulo 91
Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
Na próxima sexta-feira (27/10), as 22h30min (horário de Brasília), estréia em rede nacional, por meio da TV Cultura, o documentário acreano “O Mergulho”, dirigido por Silvio Margarido e vencedor da edição IV do DocTV do Acre. Com muito carinho convido todos a prestigiar esse trabalho!
O rio Acre é o protagonista desse documentário, por meio de suas múltiplas representações presentes nos personagens que com ele se relacionam. Seja por meio do olhar daqueles que dele sobrevivem ou daqueles que nele tentam tirar suas vidas, o rio acompanha em suas margens a história de Rio Branco e seus moradores.
O livro de fotografias “Sem Terras na Amazônia”, do repórter fotográfico acreano Odair Leal, será lançado nesta terça-feira (24/11), as 10h, no hall da ALEAC.
Sobre o livro:
O livro “Sem Terras na Amazônia” reúne em 56 páginas, 108 fotos em preto-e-branco que retratam a história de pessoas que lutam por um pedaço de terra na Amazônia. A obra vem sendo preparada desde 2007, quando o autor reconheceu o impacto de suas imagens.
Segundo Leal, as fotografias, além do impacto, oferecem a denúncia sobre os conflitos que acontecem em terras amazônicas. “Isso significa muito mais do que a divulgação do meu trabalho, mas também é a contribuição para que o problema das famílias retratadas fosse resolvido”, destaca.
Sobre o autor:
Odair Leal já colaborou com os jornais Folha de S. Paulo, Valor Econômico, O Dia, O Paraná, Correio Braziliense, A Crítica, Diário do Amazonas e Washington Post (EUA). Tem fotos publicadas nas revistas Veja, Época e Sentidos. Atualmente é parceiro da Folhapress.
A partir do dia 1º de dezembro, estaremos celebrando os 20 Anos da Oficina de Modelos, a escola de modelos mais reconhecida da Região Norte, com um grande evento.
Em seus 20 anos, o primeiro curso da área com profissionais credenciados e com comprovada experiência na área, cujo diploma é reconhecido pelo Sindicato dos Artistas, acontecerá em grande estilo.
Comemorando a marca alcançada, a Oficina acontecerá com o tema MODA COM RESPONSABILIDADE e será um evento pioneiro no Acre, abordando questões relativas à responsabilidade social e ambiental no mundo da moda.
Visitem o nosso blog e o nosso flickr e informem-se:
Caso você tenha fotos, material ou reportagens da época em que participou da Oficina de Modelos, entre em contato conosco. Ajude-nos a contar a história dos 20 anos da Oficina de Modelos! Sua participação é muito importante, pois você também faz parte dessa história!
Fórum Estadual Setorial de Música reunirá artistas, produtores, empresários e gestores da cultura para debater os rumos e perspectivas da música no Acre
Com o objetivo de criar um diálogo e ampliar o debate sobre a música no Acre, acontece de 20 a 29 deste mês, no Teatro de Arena do Sesc, a Semana da Música, que abriga o Fórum Estadual Setorial de Música. Com uma programação diversificada, o encontro reunirá artistas, gestores de cultura, centros educacionais e cooperativas de música e empresários ligados ao ramo musical. O formato apresenta mesas de discussões sobre diversas temáticas, e contará com a eleição dos representantes para a cadeira de música do Conselho Estadual de Cultura - ConCultura.
Durante três dias do Fórum Estadual Setorial de Música serão discutidos quatro temas principais, sendo eles: O Mercado da Música no Acre que visa estabelecer políticas públicas e ações privadas com vistas à instituição e ao fortalecimento de melhores condições para o mercado da produção musical no Estado; A Educação Musical no Acre que pretende levantar propostas de ações no sentido de que sejam estabelecidas ações privadas e políticas públicas voltadas para a Educação musical; Criação e Difusão Musical no Acre destacando a situação atual em que se encontram a criação musical e a sua difusão, ao mesmo tempo em que busca levantar propostas de ações no sentido de que se estabeleça, na esfera das ações privadas e públicas, melhores condições para a criação e a difusão musicais; A Organização dos Músicos no Acre discussão que objetiva o restabelecimento da organização dos músicos pelos mais diversos meios de representação possíveis.
Daniel Zen, presidente da Fundação de Cultura e do Conselho Estadual de Cultura, comenta sobre o objetivo específico do Fórum como espaço que promoverá uma reflexão sobre as mudanças do mercado no Acre, como vetor de desenvolvimento da cultura local, através do debate sobre as temáticas propostas.
"O Fórum pretende ser um espaço de construção coletiva, um encontro entre os músicos e produtores que trabalham com diversos estilos, que possuem infinitas visões sobre os temas, mas que em rede pretendem construir um cenário propositivo para a música local, através do debate, chuvas de idéias e questionamentos para a implementação de politicas públicas na área. A idéia com o Fórum Setorial Estadual de Música é fortalecer a relação com as instituições e possíveis parceiros, como o Sebrae, os empresários, com o objetivo de integrar os projetos e programas que consolidem a música no Acre".
Para Alex Lima representante do Sebrae, que participará da mesa O Mercado da Música no Acre, essa é uma oportunidade de realizar o diálogo que deve existir sempre em qualquer campo de atividade econômica, já que propicia a mediação de conflitos e o alcance de boas oportunidades no setor musical, o que para ele segue em um ritmo cada vez mais forte, hoje quase que preponderante.
"Existem várias formas de se estabelecer a relação entre artista e aquele que financia esse trabalho, como modelo estabelecido há poucos anos, que segue um perfil voltado ao trabalho coletivo, busca atuar na filosofia da economia de mercado com um "viés solidário". A música é independente, caminha independente do grande circuito comercial (rádios, TVs), os agentes buscam integrar parcerias, promover o acesso ao consumo musical brasileiro, ou seja, a tão falada democratização. Buscam ainda, conectar modelos empreendedores e promover a experimentação. O artista passa a ser o responsável pelo seu sucesso". Nesse sentido, a Semana da Música é o momento de discussões e levantamento de propostas para estabelecer essa relação de sobrevivência do artista em seu cenário de atuação.
O músico Clenilson Batista destaca em outro tema, A Organização dos Músicos no Acre, que umas das maiores dificuldades encontradas é a falta de organização da classe, a falta de uma entidade forte que os representem. Mas, para Clenilson essa realidade traz algumas iniciativas interessantes que mais tarde podem fazer a diferença, como consolidar cada vez mais a atuação do ConCultura, os coletivos, e a criação de uma cooperativa de música do Acre.
"A Semana da Música será uma boa oportunidade pra gente avaliar tudo que já fizemos e o que ainda pode ser feito pela música do nosso Estado, fazer as nossas críticas, elaborar nossas propostas, nos fortalecer como classe. Acredito que a Semana da Música será um bom momento para fazer isso" relata Clenilson, ressaltando a importância dessa iniciativa.
Durante o Fórum acontecerá a Assembléia para a escolha dos conselheiros titulares e suplentes da cadeira de música para o período 2010/2014, entre outras pautas. A Semana da Música é uma realização do Governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour, Prefeitura de Rio Branco por meio da Fundação Garibalbi Brasil., Conselho Estadual de Cultura - ConCultura e Conselho Municipal de Políticas Culturais, através Câmara Temática de Música.
Brasileira supera 80 candidatas e é eleita Miss Terra
Filipinas - Em um dia em que a beleza latino-americana teve grande destaque, a brasileira Larissa Ramos foi coroada hoje Miss Terra no concurso internacional realizado nas Filipinas, no qual disputavam mulheres de cerca de 80 países. "Sinto-me muito feliz com este prêmio, após ter trabalhado tanto, e quero agradecer a Deus e a todas as pessoas que me ajudaram", assinalou à Agência Efe a brasileira, emocionada após ser coroada.
Larissa, 20 anos, nasceu em Manaus e é estudante de Biologia
"No Brasil, temos a maior floresta do mundo, no Amazonas, mas também poluímos muito porque são fabricados muitos aparelhos de ar condicionado", afirmou diante do júri.
Divulgação
A bela brasileira, que usou um vestido verde claro, herdou traços nativos de seus avós maternos, originais de uma tribo do Amazonas.
Larissa receberá um contrato de promoção avaliado em US$ 20 mil passará a ser porta-voz da Fundação Miss Terra e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
O segundo lugar e o título de Miss Ar foram para a filipina Sandra Seifert, enquanto a terceira colocação ficou para a representante da Venezuela, Jessica Barboza, de 22 anos e natural de Maracaibo, que recebeu o título de Miss Água. Outras vencedoras
"Belezas por uma causa" é o lema deste concurso de beleza, realizado nas Filipinas desde 2001 com o objetivo de conscientizar sobre a poluição do meio ambiente e os efeitos da mudança climática.
Eufóricos, os presentes na cerimônia, realizada no pavilhão do hotel Ecovillage, subiram ao palco para tirar fotos e parabenizar as vencedoras.
"Estou muito contente, meu primeiro objetivo ao entrar neste concurso era honrar as pessoas que confiaram em mim, este concurso tem um fim no qual acredito", afirmou a representante venezuelana, coroada Miss Água.
"Espero que minha Venezuela querida se sinta orgulhosa de mim", acrescentou a advogada de 22 anos, que nasceu na cidade de Maracaibo.
Ao fim da competição, a venezuelana disse ainda que a "conservação do meio ambiente tem que ser um estilo de vida".
Já a candidata filipina, com a coroa de Miss Ar, voltou a levar seu país ao pódio do concurso,vencido no ano passado por sua compatriota Carla Henry.
"Fico muito satisfeita em estar entre as quatro primeiras, sobretudo depois que no ano passado outra filipina ganhasse o concurso", afirmou Seifert, de 25 anos, que também tem sangue canadense.
A representante do Taiti, Niuriki Teremate, escolhida Miss Talento, cativou o público com uma dança étnica, na qual balançava seguidamente uma saia de plumas ao ritmo de tambores.
A neo-zelandesa Catherine Irving dançou uma música com partes de hip-hop e cumbia, enquanto Krystle Brown, das Bahamas, interpretou com virtuosismo canções de Michael Jackson executadas por um saxofonista.
Durante a festa, houve um momento de desconforto quando funcionários do hotel tentaram sem sucesso que os jornalistas descessem das cadeiras, onde tinham subido para tirar melhores fotos.
Antes da festa final, algumas participantes se queixaram do severo ritmo da viagem pelas Filipinas, durante a qual só dormiram de três a seis horas diárias para cumprir o programa estipulado pela organização.
PAGINA 20-Jornal de Rio Branco/AC
Grupo Pau d’Arco e Aroeira
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17-Nov-2009
Em 2006 o Grupo “Pau d’Arco e Aroeira” surgiu com uma nova proposta: envolver artistas que fazem uso da bebida ayahuasca num trabalho musical. Realizaram apresentações e receberam sugestões para produção de um CD com essas canções.
Com o financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Edição 2007 surgiu esse trabalho: “Festa Mística”, que traz em sua essência o que o Acre tem de mais autêntico em sua cultura, que é a utilização ritualística do Santo Daime. O CD será lançado no terceiro show, dia 24 de novembro de 2009 e nesse trabalho, Festa Mística, somos convidados a nos embalar e bailar entre tantos ritmos lúdicos, espirituais, artísticos. São canções além dos hinos e pontos cantados ou bailados nos trabalhos das igrejas de doutrinas daimistas e que, nascidas com esta religião da floresta, falam de amor e de vários elementos da natureza.
Uma música onde os Mestres certamente se encontram e, com as forças e mistérios da Rainha da Floresta, inspiram os membros do Grupo “Pau d’Arco e Aroeira” para cantarem e tocarem, de forma simples porém muito amorosa, coisas que iluminam suas almas e onde, as crianças e jovens das Barquinhas estão incluídos, representando os encantos e dando um toque sutil à essência das mensagens. A viagem é mística, pois tudo o que foi inserido nesse show veio da luz. A primeira apresentação foi realizada no último dia 10, e se repetem nos dias 17 e 24 de novembro, no Teatro Hélio Melo, a partir das 19 horas.
O Acústico - O Acústico em Som Maior é uma realização do Governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour. Objetivando agregar talentos, em sua edição de 2008, ganhou nova roupagem com o lançamento do primeiro edital do projeto em seleção pública para Rio Branco. Foram apresentados 20 projetos e oito deles, classificados. Grupo Pau d’Arco e Aroeira: Antônio Brandão, Leila Hoffmann, Jairo Lima, Cris de Bortoli, Adilson Azevedo, Neiva Nara
Convidados: Minéia Lopes, Soraya Araújo, João Campos, Izabel Araújo, Geraldo Filho, Gabriela Amália, Marujinhos de Luz (crianças e jovens das Barquinhas) Músicos: Emanuel Jr., Chico Gabriel, André Tavares, Mirim, Geraldo Filho, Marujinhos de Luz (Alexandre Silva, Marcos Júnior, Wellison Aguiar) Participações especiais: Ana Rosa, Diana Goulart, Francis Mary, Daniel Zen, Dirciney Souza, Karla Martins, Marcelo Roverso. Direção Artística: Antônio Brandão e Cristiane de Bortoli. Quando: 10, 17 e 24 de novembro.
Onde: Theatro Hélio Melo Serviço: Theatro Hélio Melo - Av. Getúlio Vargas, s/n - Centro - Tel.: 3224-2133 (Agência de Notícias do Acre)
Rio Branco-Ac 18-Nov-2009
Daimistas festejam restauração de templo
Barquinha é o símbolo inspirador de missão espiritual da comunidade, que conseguiu recursos pela Lei de Incentivo
Praça com 33 colunas e o coreto estão prontos para inauguração, amanhã
Juracy Xangai
A restauração da praça e do coreto da Barquinha, como é mais conhecido o Centro Espírita e Culto de Oração Casa de Jesus Fonte de Luz, no bairro da Nova Estação, acontecerá amanhã, às 17 horas. Durante a inauguração será realizada a apresentação do Projeto Navegar, além de uma exposição de fotos e documentos que contam a história da entidade desde sua fundação, em 1945.
A Fundação Garibaldi Brasil foi quem aprovou o projeto de restauração através da Lei de Incentivo à Cultura e o doador do dinheiro (R$ 9.970,03) prefere ser mantido no anonimato. Nessa obra foram restaurados o coreto, onde fica a banda durante os bailados e novenários, o cruzeiro, a praça com suas 33 colunas e a pista onde acontecem as danças.
"Toda esta parte de alvenaria já tinha mais de 34 anos por isso estava se deteriorando e causava risco às pessoas. Todo o trabalho manual foi feito pelos membros da comunidade, inclusive alguns doaram até cimento e tijolos para nos ajudar porque, na verdade, ela custou um pouco mais de R$ 14 mil para ser terminada", explicou Francisco Hipólito de Araújo Neto, presidente do centro.
A Barquinha conta com 150 membros fardados além de ser freqüentada por 40 crianças filhos dos filiados e de manter desde 1969, em suas dependências, uma escola de 1ª a 4ª série, na qual o Estado atende mais de 300 crianças. Sua doutrina está baseada na distribuição do Santo Daime e em rituais de orientação espiritual e de curas durante as sessões que acontecem às quartas e sábados, com início às 18h30.
"Aos sábados acontecem os atendimentos espirituais onde os atendentes ouvem as pessoas, recomendam banhos, chás, e aconselhamentos com relação ao uso do álcool, drogas, desagregação familiar e conflitos internos das pessoas. Este trabalho é gratuito e foi iniciado pelo mestre fundador Daniel Pereira de Mattos que era natural de Vargem Grande no maranhão", informa Francisco Hipolito lembrando que desde a morte de Daniel, em 1959, até 1977 o templo ficou sob a direção do Mestre Antônio Geraldo. Dele foi passado para Manoel Araújo, que faleceu em 2000. Desde então é dirigido por Francisco que, por acaso, é filho de Manoel Araújo.
Relíquias acreanas
A Banda da Polícia Militar foi quem localizou as partituras de músicas escritas pelo mestre Daniel e que agora estão sendo gravadas em CD. Duas delas foram por ele oferecidas ao senador Guiomard Santos. A primeira, uma valsa chamada Lydia, em homenagem a Lydia Hammes, esposa do senador. A Outra é uma marcha chamada Getúlio Vargas. No CD também estarão canções como Deixa-me Tranqüilo e a Valsa Sem Nome. Esta última será apresentada pela banda da PM durante a reinauguração.
"A partitura da marcha Getúlio Vargas que foi feita entre 1945 e 1946 nós encontramos no acervo do museu da borracha. O Toinho alves encontrou outras três canções no livro de Zeca Torres", finalizou Francisco.
Caminhos a navegar
A Barquinha é o símbolo inspirador da missão espiritual da comunidade, que através da Fundação Elias Mansour conseguiu a aprovação de R$ 8.870,99 para executar o projeto Caminhos a Navegar. Beneficiados pela Lei de Incentivo à Cultura, receberam o patrocínio do Supermercado Araújo além do apoio da agência de viagens Nilce´s Tour e da banda da PM.
O projeto tem como objetivo principal a preservação do acervo histórico e documental do centro. Para isso foram enviados a Manaus e documentados em micro-filme nada menos que 18 mil documentos. Neles há todo tipo de informação sobre a comunidade, seus hinários originais, bem como matérias e estudos sociais e científicos sobre o uso da Ayuasca (bebida usada durante o culto do Santo Daime).
Os documentos não se atêm apenas à Barquinha fundada pelo Mestre Daniel, mas também sobre o Alto Santo, criado pelo mestre Irineu Serra e a União do Vegetal, fundada pelo mestre Grabriel da Costa, já que estas são as três raízes principais do culto do Santo Daime no Acre.
Centenas de fotos estão sendo identificadas para serem microfilmadas e Francisco pede a quem tiver fotos ou documentos antigos da comunidade, os quais, possa doá-los ou cedê-los, podem entrar em contado com ele pelo telefone 227-5752. Sessenta fitas de vídeo com entrevistas e documentários sobre estão sendo gravados em sistema VCD.
Até 29 de novembro | Sáb e Dom 18h | R$ 30 e R$ 15 | 75 min | 14 anos | Sala 2 - 80 lugares Inspirado no texto 'O Balcão' de Jean Genet. Elenco: Abel Xavier, Alexandre Cristovam, Fernanda Bellinati, Flora Gussonato, Liana Ferraz, Luiza Lio, Mariana Rosinski, Paula Zaneti, Wallyson Mota. Concepção musical: Thiago Liguori e Tiago de Melo. Direção: Matteo Bonfitto.
Qual a diferença entre o real e o ideal? Vista-me traz para a cena um bordel de ilusões em que se confundem os planos da realidade com o da ficção: o ator representa um personagem, que por sua vez representa outro. Aflições e sonhos se misturam e, aos poucos, as fissuras de diferentes identidades vão sendo reveladas.
Estação Teatro estreia em São Paulo o espetáculo ‘Vista-me’ com direção de Matteo Bonfitto.
O grupo Estação Teatro, composto por nove jovens atores com formação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), tem a identidade do homem contemporâneo como tema de sua pesquisa e debruça-se, nesse primeiro resultado, sobre a diferença entre o que se é e o que se almeja ser.
Qual a diferença entre o real e o ideal? Essa inquietação mobilizou o elenco que, sob a condução do pesquisador e diretor Matteo Bonfitto, percorreu os mais variados materiais em busca de uma resposta poético-cênica até o encontro com “O Balcão” de Jean Genet – inspiração decisiva para a construção da obra.
“Vista-me” traz para a cena a metáfora de uma grande casa de ilusões em que os visitantes buscam realizar seus íntimos desejos: um juiz com a acusada em suas mãos, um bispo oferecendo absolvição aos pecados de uma penitente, um general que relembra seu passado de gloriosas batalhas... Vestimentas de um jogo comandado por uma inebriada mulher, misto de fragilidade e aspereza. O espetáculo deflagra as faíscas vindas da relação entre o indivíduo e suas fantasias, onde o material que compõe sua identidade e o movimento das barras que evidenciam nosso código de reconhecimento é ao mesmo tempo íntimo e volátil.
Apresentado ao público pela primeira vez em dezembro do ano passado, em temporada realizada na própria Unicamp, no primeiro semestre deste ano integrou o Circuito TUSP pelo interior paulista, passando pelas cidades de São Carlos, Piracicaba e Lorena. Agora, o grupo mostra sua cara pela primeira vez em São Paulo numa temporada de dois meses.
VERGONHA 20 DE NOVEMBRO
No Rio e em Mato Grosso, a data será lembrada em todos os municípios, por determinação de suas assembleias legislativas. Em capitais como Belo Horizonte, Curitiba e Brasília, não há feriado nesta sexta-feira.
Em São Paulo, Estado com a maior população negra do País, em termos absolutos, 104 municípios, de um total de 645, aderiram à comemoração. Na Bahia, apenas seis municípios vão lembrar a data, segundo o levantamento. É um número que pode ser considerado pequeno, levando em conta que, entre todos os Estados, a Bahia é o que registra a maior participação de negros no conjunto da população, chegando a 13%.
Atos públicos
Para comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra, o governo promove uma série de atividades em todo o País. A principal delas ocorre em Salvador (BA), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Igualdade Racial, Edson Santos.
Em ato público na Praça Castro Alves, o presidente Lula vai assinar 30 decretos para a titulação de comunidades de quilombos de 14 Estados. Do evento, participam o ministro Edson Santos e o presidente do Incra, Rolf Hackbart. Também será lançado o Selo Quilombola, marca que será atribuída aos produtos artesanais criados por comunidades de remanescentes de quilombos de todo o País como forma de agregar identidade cultural e valor econômico a essa produção.
Música composta por Daniel Pereira de Mattos na década de 40 do século passado e tocada pela Banda de Música da PM Acre. Esta gravação é um resgate de uma música praticamente desconhecida
Sobre Daniel Pereira de Mattos
Daniel Pereira de Mattos
Ninguém melhor do que Daniel Mattos para começar a gravação dos musicos acreanos neste “Registro Musical”. Isto deve-se, não à popularidade de suas musicas e nem à contribuição estilística que Daniel tenha porventura trazido para este campo das artes acreanas, motivações que poderiam parecer naturais neste tipo de trabalho. Mas porque ao longo de seu percurso Daniel Matos viveu entre e através de três universos musicais completamente distintos e de igual importância na compreensão das características que a musica acreana veio a adquirir durante sua formação.
Nascido no Maranhão, Daniel veio para o Acre como marinheiro mercante, sem que se possa precisar exatamente quando. O importante é que estava de passagem, mas resolveu ficar por aqui até o fim de sua vida.
Tratava-se de um homem extremamente habilidoso que desempenhava diversas profissões com igual desenvoltura. Assim pôde ser cozinheiro do seringal de José Ferreira, marceneiro, carpinteiro e barbeiro no Papôco e na Seis de Agosto. Mas fundamentalmente era boêmio. Como bom ex-marinheiro, gostava da noite, de mulheres, de bebida e de musica, tocando instrumentos (violão e violino) que ele mesmo fabricava. Seguindo nessa vida, Daniel tornou-se um musico que tanto tocava nos conjuntos de pau e corda e nas muitas serenatas que aconteciam na madrugada de Rio Branco, quanto compunha valsas que eram tocadas pela Banda de Musica da cidade, apesar dos formalismos dessa instituição. Tinha trânsito livre, portanto, entre as camadas mais populares e a elite acreana. Entretanto, a vida na bebida e na boêmia, consumiram rapidamente sua saúde e levaram-no bem perto do fim. Foi quando Mestre Irineu Serra, seu conterrâneo e fundador de um centro de trabalho espiritual com Daime, o recolheu e fez-lhe um longo tratamento de recuperação. Daniel ainda voltou as ruas, mas novamente foi ajudado pelo Mestre Irineu.
Após o segundo tratamento Daniel Mattos começou também a desenvolver um trabalho espiritual, rezando crianças e atendendo pessoas com os mais diversos problemas na casa que construiu no seringal do velho Manoel Julião (hoje Vila Ivonete). Aos poucos o trabalho deu resultados, cresceu e junto com seus seguidores, construiu um Templo para realizar seus rituais e caridade. A essa altura dos acontecimentos, as valsas e musicas compostas por Daniel Mattos já haviam passado, há muito, a ter sentido religioso e espiritual, transformando-se em hinos. Como já acontecera nos trabalhos desenvolvidos no Alto Santo de Mestre Irineu.
Ainda hoje, os hinários (preces musicadas utilizadas durante os rituais religiosos) fazem parte de todas as diferentes orientações que se desenvolveram no trabalho espiritual com o Daime. Quanto à linha de trabalho, iniciada por Daniel Pereira Mattos, frutificou e deu origem a diversos centros em Rio Branco, envolvendo parcela significativa da sociedade acreana.
Ou seja, Mestre Daniel foi o raro tipo de homem que conheceu o privilégio de andar pelos caminhos dos homens comuns e/ou marginalizados (com suas serenatas e boêmia), das camadas mais abastadas da sociedade e seu mundo de formalidades (com as valsas tocadas pela Banda) e da religiosidade que nasceu na floresta circundante e nela se reencontrou (com seus hinos que conquistaram tantos corações).
Texto de Marcos Vinicius Neves a partir da pesquisa de Silvio Margarido, Jorge Nazaré e Danilo de S'Acre
"Concede o Título de Cidadão Acreano,
in memoriam, ao
Mestre Daniel Pereira de Mattos"
o
FAÇO SABER
sanciono a seguinte lei:
GOVERNAROOR DO ESTADO 00 ACREque a Assembléia Legislativa do Estado do Acre decreta e eu
Art. 1° -
Daniel Pereira de Mattos.
Art. 2° -
Sala das Sessões
Fica concedido o Título de Cidadão Acreano, in memoriam, ao MestreEsta lei entra em vigor na data de sua publicação.li Deputado Francisco Cartaxo",
8 de dezembro de 2008
~~
Dep~~Ésm;{ -
PCdDB
JUSTIFICATIVA
"Mestre Daniel Pereira de Mattos, o Frei Daniel, passou desta vida
à
eternidade no dia 08 de setembro de 1958, durante a romaria de São Francisco das
Chagas. Por isso, nesta sagrada noite a Vila Ivoneta (Rio Branco-Acre) e demais casas
da doutrina daimista da Barquinha festejam este dia e homenageiam o fundador.
De Daniel Pereira de Mattos sabe-se que ele nasceu em 13 de julho de 1888
numa antiga feitoria de escravos de nome São Sebastião de Vargem Grande no interior
do Maranhão e que pertenceu a Marinha de Guerra Brasileira. Além disso, sendo homem
Ao fixar residência na cidade de Rio Branco-Acre, Daniel se notabilizou como
um grande boêmio do bairro do Papôco, as margens do Rio Acre, zona de baixo
meretrício e freqüentado por navegantes e boêmios em geral que por ali passavam.
Daniel fazia composições musicais que falavam de amor, paixão e busca pela mulher
amada. Músicas que fluíam pelos seus dedos ao violão declarando paixão pela noite e
pelas serenatas que embriagavam os homens de canções e cachaça.
Ao encontrar-se enfermo, com problemas de fígado, decorrente do abuso de
álcool, passa a ser tratado e zelado pelo seu conterrâneo, Raimundo Irineu Serra,
fundador da doutrina do Santo Daime. O tratamento teve início em 1936, sendo
interrompido por Daniel quando se encontrou melhor de saúde. Voltou a beber e
novamente doente, foi chamado pelo generoso e paciente amigo Irineu Serra para fazer
um novo tratamento pelo restabelecimento da saúde física e espiritual.
Daniel se tornou discípulo do Mestre lrineu Serra, ficou conhecido como o
"barbeiro do Mestre" e tocava violino nos trabalhos espirituais de Concentração
instituídos por Irineu Serra.
Já residindo na colônia Custódio Freire, atual Vila lrineu Serra (Alto Santo) o
Mestre Irineu para lá também transferiu os seus trabalhos. Ao término de uma
Concentração, Daniel, cansado, voltando para casa, adormeceu a margem do igarapé
São Francisco e teve um sonho, uma visão: a descida do céu de dois Anjos que, por
ordem da Virgem da Conceição, lhe entregaram um Livro Azul e lhe falaram no
cumprimento de uma missão.
Esta foi a "primeira morte" de Daniel Pereira de Mattos, quando dessa
experiência e revelação renasce como místico e devoto de São Francisco das Chagas. A
visão do Livro Azul por Daniel pode ser encarada como o primeiro ensinamento da
doutrina que então surgia. Cada página deste livro foi e continua sendo instruções
musicadas (salmos) recebidas e a cor do livro, o azul, representa o céu, de onde provêm
revelações do nosso Pai de bondade, da Virgem Mãe Santíssima e dos Seres Divinos da
Corte Celestial.
Os trabalhos espirituais com Daime do Mestre Daniel tiveram a duração de
quase treze anos (1945-1958). Daniel construiu uma casinha rústica de taipa e paus
roliços, semelhante a uma pequena casa de seringal - a Capelinha de São Francisco. Lá
ele recebeu os salmos de louvor e instruções provenientes dos planos sagrados - o
Astral Superior. Neste espaço começou o trabalho de atendimento denominado "Obras
de Caridade". No início era procurado pelos seringueiros e caçadores da região junto
é dito que sabia desempenhar doze tarefas: foi construtor
--p
com suas famílias. Pouco tempo depois, moradores da zona urbana de Rio Branco
passaram a procurá-lo.
Daniel passou desta vida para a eternidade após cumprir uma penitência de
noventa dias. Desencarnou nos braços do senhor Manuel Araújo, no interior da casinha
do Daime no dia 08 de setembro de 1958, às 18:30h, em plena romaria de São Francisco
das Chagas. Seu corpo foi colocado no interior da igreja, e velado sobre a mesa dos
trabalhos, em forma de cruz.
A Barquinha do Mestre Daniel Pereira de Mattos, o Frei Daniel, continua a
singrar as ondas do mar sagrado, guiando os marinheiros da Luz deste mundo para a
eternidade" .
Sala das Sessões "Deputado
8 de dezembro de 2008
Dep~~~'
Francisco Cartaxo",
PC do B
O produtor executivo "Lost", Carlton Cuse, anunciou que a temporada final da série vai estrear nos EUA no dia 2 de fevereiro às 21h.
Cuse divulgou a informação em sua página no Twitter.
No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago AXN e pela Globo. Ainda não há data para a estreia aqui.
O cartaz do sexto e último ano da série foi divulgado em outubro. O pôster teria "pistas" sobre a nova temporada que, especula-se, trará de volta alguns dos principais personagens que passaram pelas cinco temporadas anteriores.
Divulgação
Pôster promocional da última temporada de "Lost"; site especula sobre os rumos do seriado
Analisando a foto do cartaz, o site relacionou os personagens que aparecem na imagem: Faraday, Boone, Miles, Michael, Ana Lucia, Charlotte, Shannon, Desmond, Eko, Kate, Jack, Sawyer, Locke, Ben, Sayid, uma mulher loira e jovem que pode ser Libby ou Penny, Sun, Jin, Claire, Hurley, Juliet, Charlie, Frank, Richard, Bernard e Rose (da esq. para direita).
Divulgação
TV PAGA
A atriz Penélope Cruz declarou que decidiu se tornar uma atriz após assistir a um filme do diretor Pedro Almodóvar. Segundo o Female First, ela tinha 13 anos e teve de mentir sua idade para conseguir entrar no cinema que exibia "Ata-me", de 1990.
"Eu disse que tinha 17 anos. Depois que o filme acabou, eu sai, fiquei caminhando e naquele dia eu decidi me tornar uma atriz. Assim eu encontraria Pedro algum dia", conta Penélope, reforçando que aquele filme mudou sua vida.
A atriz conseguiria trabalhar com o cineasta espanhol apenas seis anos depois, em "Carne Trêmula". Depois, Penélope tornou-se a atriz favorita do diretor, protagonizando alguns filmes do aclamado cineasta. O mais recente é "Abraços Partidos", que estreia no Brasil no fim de novembro.
VERGONHA
Levantamento da Secretaria Especial da Igualdade Racial indica que cerca de 680 municípios do País vão comemorar nesta sexta-feira - com feriado ou ponto facultativo - o Dia Nacional da Consciência Negra. Isso representa 12,2% do total de 5. 564 municípios.
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PLANETA AZUL(ADANÇA DA MÚSICA DA LUZ)
(ARMANDO POMPERMAIER-MARCELO ROVERSO)
asas
azuis
azimute
zen
porem
alem
do que vem
para o bem
não sabe o enlaço
de quem
não tem
a quem
ao passo
que vem
e ouvem
planeta azul
do mais profundo
do oxigenio
azimute luz
sou sorriso de vida
do planeta azul
que sorriu
vida
sorriu cor
verde
azul
soriu
sorriso do
planeta azul
azul
azul,azul
azuuuuuuuulll!
o sol,astro
paira sobre
seu fogo
e os planetas
aquecidos
emitem vida
cores
coreografias
o universo
dança
a musica
da luz
meu cerebro
assistia
meu coração sorria
o habitante da galaxia
aspira
a vizinhança
do mais profundo
do azul..
do
planeta...
Primeira canção que compus em Rio Branco Acre sobre os versos de Armando
Sheila Mello mostra sua sensualidade
Janeiro/2009 | Bravo! Indica
Rainha(s) – Duas Atrizes em Busca de um Coração
No espetáculo, Cibele Forjaz faz uma leitura minimalista e delicada do drama histórico de Maria Stuart
Gabriela Mellão
O dramaturgo Friedrich Schiller já foi chamado de Shakespeare alemão por causa de seu domínio de linguagem e habilidade em retratar diferentes estados de alma de um personagem. Foi na obra desse escritor do século 18, famoso pelo poema Ode à Alegria, incorporado à Nona Sinfonia de Beethoven, que o diretor José Celso Martinez Corrêa encontrou a peça para comemorar os 50 anos do Oficina — Os Bandidos. Agora, Cibele Forjaz, encenadora que iniciou carreira justamente no grupo paulista, volta à obra de Schiller com Rainha(s) — Duas Atrizes em Busca de um Coração, uma criação sua com as atrizes Georgette Fadel e Isabel Teixeira a partir do original do alemão, Maria Stuart (1800).
Na montagem, Cibele, Georgette e Isabel se apropriam de um clássico com a propriedade de quem sabe colocar uma história tradicional a serviço de uma nova leitura. No caso, a tragédia da rainha da Escócia Maria Stuart, condenada à morte depois de ficar presa quase 20 anos sob ordem de sua prima, a rainha da Inglaterra Elizabeth 1ª, no século 16. A intenção só escorrega no que a adaptação tem de excessivo no uso da metalinguagem, um recurso desgastado no teatro nos últimos 20 anos.
Mesmo assim, é com graça que as atrizes entram em cena, interpretando elas mesmas: pedem desculpas à platéia, conversam sobre particularidades da vida real e só depois vestem as roupas das personagens. Ao longo do espetáculo, saem de seus papéis diversas vezes, convidando o público para um jogo em que opõem o majestoso — terreno de Maria Stuart — e o singelo do cotidiano de mulher contemporânea, traduzido pelas duas atrizes.
Poesia do essencial Ao colocar em cena a poesia do ordinário, Rainha(s) conquista uma delicadeza inexistente em Maria Stuart. Do texto, a diretora extrai o essencial. Corta cerca de duas dezenas de personagens, elimina diversas ações secundárias e dispensa o cenário das guerras religiosas que contextualiza a história original. Mantém apenas as protagonistas e o encontro imaginado por Schiller entre elas, antes de Elizabeth assinar a sentença de morte de Maria Stuart.
Se falta inovação a Rainha(s) em meio a jogos de metalinguagem, não falta beleza ao texto final da adaptação. A estética, minimalista, é extremamente sofisticada, com um cenário a um só tempo belo e funcional, que serve de adereço e iluminação. É decisiva a direção precisa e generosa de Cibele, que valoriza o talento das atrizes, dando suporte para que Georgette e Isabel desempenhem atuações que dificilmente escaparão da memória dos espectadores.
A peça Rainha(s) — Duas Atrizes em Busca de um Coração. Adaptação de Isabel Teixeira, Georgette Fadel e Cibele Forjaz da obra Maria Stuart, de Friedrich Schiller. Direção de Cibele Forjaz
Lygia Fagundes Telles é a homenageada do Autor por Autor na TV Cultura. Com texto de Maria Adelaide Amaral, o especial sobre a escritora reúne Eva Wilma, Regina Braga e Luciano Chirolli. O programa apresenta uma abordagem inédita em televisão sobre literatura.
– Autor por autor apresenta uma nova concepção na medida em que vai permitir ao telespectador conhecer um grande nome da literatura brasileira pela perspectiva do próprio escritor – diz o diretor Paulo Markun.
Cenas de striptease geram mal-estar na Cultura; canal se desculpa
O que seria uma oportunidade de apresentar ao grande público a peça de um dos dramaturgos mais expressivos da atualidade tornou-se uma saia-justa para a TV Cultura. No último domingo (15), a emissora exibiu em seu teleteatro "Billy, a Garota", peça de Mário Bortolotto.
A polêmica foi criada com a escolha do horário: 21h, para uma atração com cenas de striptease e tentativa de suicídio. Em um mea-culpa (voluntário, segundo a emissora), foi divulgado um comunicado afirmando que a emissora errou "ao não ter classificado a peça como imprópria para menores de 18 anos, exibindo-a após as 23h".
Jair Bertolucci/Divulgação
Teleteatro "Billy, A Garota", de Mário Bortolotto, é uma co-produção da TV Cultura e do SescTV
O canal diz não ter recebido queixas e que a decisão de emitir a nota à imprensa se deu de forma espontânea, após deliberações entre seus funcionários. O comunicado é assinado pela direção da Fundação Padre Anchieta e pelo SescTV, parceiro da emissora na produção.
A Cultura declarou ainda ser "a favor da classificação indicativa nos moldes atuais", que a fundação "está tomando providências para aperfeiçoar o processo de classificação indicativa dos programas exibidos pela TV Cultura". Ressalta também que "a Fundação Padre Anchieta e SESCTV são absolutamente favoráveis à liberdade de expressão e contra qualquer censura.
Bortolotto é cultuado no teatro underground de São Paulo, no circuito do centro da capital paulista --especialmente a praça Roosevelt. Autor, diretor e também ator, ele apresenta peças marcadas por personagens marginalizados.
"Billy, a Garota" narra a história do desajustado Hassim, que enfrenta as crises de sua mulher que não consegue conviver com seu jeito irresponsável. Para temperar o enredo, surge Billy, uma garota libertária com idéias suicidas, que mexe com o coração do anti-herói. No elenco estão os atores Gustavo Machado, Joyce Roma e Fernanda D' Umbra, entre outros.
Em seu blog, o dramaturgo não comentou diretamente o assunto. Um recado postado ontem cita Marc Guggenheim: "Quanto mais primitivo o medo, mais eficiente o controle. E quanto mais impensáveis as atrocidades, mais primitivo o medo
LE NUBIANS
La Musica
Com direção de Marcos Loureiro, está em cartaz no Tucaarena a peça “La Musica”, peça da escritora Marguerite Duras sobre o íntimo e duro acerto de contas de um casal, interpretado por Xuxa Lopes e Hélio Cícero. O espetáculo fica em cartaz até 22 de novembro. Na equipe de criação, Aurora dos Campos é a cenógrafa, Cássio Brasil fez os figurinos, Tomás Ribas de Farias é responsável pelo desenho de luz. Direção de Produção de Cláudio Fontana.
O espetáculo tem o patrocínio do Circuito Cultural Bradesco Seguros e Previdência.
Inédito no teatro brasileiro, “La Musica” foi escrito por Marguerite Duras em 1965 e expõe a intimidade de um casal que, durante uma noite, tenta colocar ponto final em uma relação interrompida abruptamente. Com extrema elegância, a autora consegue realizar um mergulho raro nas contradições e meandros do sofrimento vivido por pessoas que se separam e ainda se querem, apesar da consciência de que não há mais solução para este amor. Marguerite escreveu uma segunda versão da obra em 1985, intitulada “La Musica Deuxième” (A Música Segunda), montada no Rio de Janeiro, dirigida por José Possi Neto.
Há dois anos, a atriz Xuxa Lopes recebeu a tradução da obra, realizada pelo amigo Marcos Ribas de Faria. “Li, achei a obra linda e começamos a preparar o projeto da peça”, relembra. “È uma história de amor e é inevitável você pensar que já passou por algo semelhante.”
Segundo Xuxa, neste acerto de contas tudo é falado, sem constrangimentos, como “um jogo neurótico do amor”. E para dar o tom sensível a este embate, a atriz convidou o diretor Marcos Loureiro para dirigir a produção. Loureiro optou por uma encenação séria, sem melodrama. “Tentei preservar neste drama o lado mais racional para que a discussão seja clara ao público”, diz o diretor. E define: “é uma peça repleta de silêncios, onde as pausas falam muito mais que as palavras. Quando o casal se cala, a gente vê o grande significado da relação deles. Quando não há palavras, temos a sensação de ouvir os sentimentos que estão guardados dentro de cada um.”
FICHA TÉCNICA
Autora: Marguerite Duras Tradução: Marcos Ribas de Faria Direção: Marcos Loureiro Elenco: Xuxa Lopes e Hélio Cícero Cenário: Aurora dos Campos Figurino: Cássio Brasil Luz: Tomás Ribas de Farias Direção de produção - São Paulo: Claudio Fontana
Heloísa Helena Oliveira Buarque de Hollanda, conhecida como Heloísa Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 26 de julho de 1939) é uma ensaísta, escritora, editora, crítica literária e pesquisadorabrasileira. É também Professora Titular de Teoria Crítica da Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ) e da Biblioteca Virtual de Estudos Culturais (Prossiga/CNPq) e diretora da Aeroplano Editora Consultoria Ltda. Foi também Diretora da Editora da UFRJ e do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.[
20 DE NOVEMBRO-CONSCIENCIA NEGRA
Outras atividades marcam a data, como o lançamento da Fase 2 do A Cor da Cultura, projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira por meio de programas audiovisuais, fruto da parceria entre Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Ministério da Educação, Fundação Cultural Palmares, Fundação Roberto Marinho, Petrobras e Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan). Iniciado em 2004, o projeto está apoiado na Lei nº 10.639/03, que estabelece o ensino da história da África e dos negros brasileiros nas escolas de todo o país. Por meio do novo contrato, a Petrobras destinará R$ 9 milhões para a implementação da nova fase do projeto, que inclui ações presenciais, de comunicação, monitoramento e de produção e distribuição de novos conteúdos.
Empresa espanhola lança sutiã que "massageia" os seios
Sem pilha e sem bateria, uma empresa espanhola acaba de lançar um sutiã que massageia os seios. De acordo com os produtores, a peça íntima aumenta o fluxo sanguíneo e melhora a drenagem linfática dos seios. "O "hidrosens" aumenta ligeiramente o tamanho dos peitos e proporciona uma massagem delicada graças à câmera de ar e a hidro cápsula que estão no interior do sutiã", explica Alfono Perez, um dos diretores da empresa Teleno. O produto já está sendo comercializado na Espanha por 60 euros, aproximadamente R$165.
Lançamento do Psicorevolução:Vivarte-RIO BRANCO AC
Lançamento do Psicorevolução:
Dia: Sábado, 21 de novembro de 2009
Local: Sede do Vivarte (Ao lado da Barquinha da Dona Chica, rua do Condomínio Monte Rei, bairro Izaura Parente)
Horário: a partir das 20 horas
Programação - Exposição de Esculturas; Artes plásticas; Artesanato;
- Exibição de vídeos;
- Intervenções teatrais;
- Declamação de poesias;
- Músicas;
- Sua importante participação;
- Entre outros.
Contamos com sua presença!
Psicorevolução: Sobre o autor
Armando Pompermaier vive em um universo paralelo em expansão numa outra dimensão no interior do ser onde é astronauta de si mesmo, exercendo também a função de arquiteto de nuvens e, nos momentos vagos, se dedicando ao cultivo dos jardins de sistemas solares que traz dentro de si.
Nascido no nosso sistema solar da nossa Via Láctea, nosso conterrâneo cósmico tem feito experiências de expansão das fronteiras da sua mente e nesta vida é apenas a reencarnação do primeiro homem a pisar em solo solar a 60 mil anos atrás numa viagem mental tripulada indígena ayahuasqueira em missão de paz pelo cosmo e nada mais, como tudo nesse mundo.
Faz também pós-graduação no vazio da existência humana, e quando está nesta dimensão da existência se dedica ainda a colorir os pores-do-sol, assim como colocar as estrelas na noite do céu estrelado amazônico.
Mas Armando sente saudades de voltar para as estrelas de onde realmente veio e onde fará sua eterna morada, onde um dia voltará a ser poeira cósmica. No entanto, seu coração continuará pulsando enquanto houver poesia, mesmo a feita do brilho das luzes das estrelas.
Blog sobre um certo surrealismo acreano com Kilrio Farias e Gregório Dantas e eu:
Psicorevolução, meu mais recente livro de contos e poesias nas livrarias de Rio Branco
No Meu Lugar, 2009, de Eduardo Valente.
No Meu Lugar se chamaria, originalmente, Vórtice, ou No Olho do Furacão. O mesmo evento – a invasão do policial à casa em Laranjeiras, que termina com a morte do refém – desencadeia três linhas narrativas diferentes, em tempos diversos: dias depois, o tenente precisa continuar com a vida, ao lado da filha e dos amigos; semanas antes, entregador que mora na favela se apaixona pela empregada da vítima; cinco anos depois, a família do morto retorna, enfim, para abandonar o local em que ocorreu a tragédia.
Maldita hora em que Jean Renoir disse, em A Regra do Jogo, que “cada um tem as suas razões”! Mal interpretado por cineastas há sete décadas, transformou-se em passe livre para a compreensão absoluta das personagens, cujos atos mais torpes e vícios mais nocivos se mostram dignos de pena. Em No Meu Lugar, Eduardo Valente cai na armadilha, já que, ao contar as três histórias em paralelo e afundar a todos no sofrimento (a “estética do miserê”, por assim dizer), iguala policial, refém, família e assaltante como pobres coitados vítimas das circunstâncias.
A partir do instante em que se responsabiliza o destino – que Eduardo Valente reforça com a circularidade narrativa do filme, que termina onde começa, elimina-se qualquer postura crítica sobre a realidade e sobre as atitudes que as personagens tomam em relação ao mundo. Embora cada um tenha suas razões, a dor de uma família que perdeu o pai, assassinado, não é a mesma do rapaz da favela sem perspectivas para o futuro, ou do policial que, no cumprimento do dever, errou, seja por despreparo ou por impulso. Não se trata de quantificar as tragédias pessoais, mas de qualificá-las, de diferenciá-las eticamente.
No Meu Lugar, contudo, tal qual o cinema de Alejandro González Iñarruti, utiliza-se da miséria alheia a fim de consternar o espectador. Se é verdade que as narrativas de Eduardo Valente efluem e confluem, de fato, para único momento no tempo, enquanto as histórias de Iñarruti (em Babel ou Amores Brutos, por exemplo) se unem de forma vaga pela temática em comum, também se revela verídica a necessidade, em ambos, de martirizar as personagens, de irmaná-las no masoquismo – a opção sádica de levar a família e o policial de volta para a casa, a fim de expurgar o trauma que viveram através da catarse (o desamparo da existência contemporânea, típica de Shinji Aoyama, em seu ponto mais baixo).
Quando o policial raspa o cabelo, na casa da vítima, garrafa de uísque ao solo, é impossível não se lembrar de sequência parecida em 29 Palms. Desabonador que No Meu Lugar esteja na mesma frase do filme morto de Bruno Dumont.
http://www.nomeulugar.com.br/
Em 'Hotel Atlântico', Suzana Amaral reinventa obra
Divulgação
Suzana Amaral é uma diretora de poucos filmes - apenas três em quase 25 anos - mas de uma obra bastante marcante. Em seu mais novo longa, Hotel Atlântico, a cineasta adapta um romance de João Gilberto Noll e, como no livro, leva para as telas uma narrativa fluida, com elementos mínimos, criando um clima de viagem ao inferno.
O filme entra em circuito nacional nesta sexta-feira.
Noll é um dos autores brasileiros mais importantes da atualidade, mas pouco adaptado para o cinema - apenas Harmada (2003), de Maurice Capovilla, e Nunca Fomos Tão Felizes (1981), de Murilo Salles, baseado no conto Alguma Coisa Urgentemente.
Talvez porque sua prosa desafie convenções formais e vá muito além de contar uma história, poucos cineastas se aventuram a traduzir em imagens a obra do escritor gaúcho.
Suzana Amaral, que já dirigiu outras duas adaptações literárias, de Clarice Lispector (A Hora da Estrela, 1985) e Autran Dourado (Uma Vida em Segredo, 2001), parece não ter medo de desafios.
O resultado é um filme à altura do livro original, sem ser reverente à literatura, mas reinventando a história para o cinema.
Pela primeira vez, a cineasta abre mão de uma protagonista feminina, como em seus dois filmes anteriores. Seu personagem principal aqui é vivido por Julio Andrade (Cão sem Dono), um ator desempregado que, após presenciar um cadáver sendo retirado pelo IML do hotel onde vive - e dá nome ao filme -, inicia uma jornada. Nunca fica claro por que o protagonista, cujo nome nunca é revelado, cai na estrada. Mas a viagem é mais importante do que suas motivações.
Com esse filme, Suzana faz um anti-road movie - é um filme de estrada, mas com um tom diferente do que se convencionou no gênero. Em seu caminho, o protagonista irá cruzar com as figuras mais distintas, que o modificarão de alguma forma.
O personagem central é um sujeito bastante passivo, que raramente age, e está sempre, a bem da verdade, reagindo às motivações promovidas pelos outros.
Suzana, que também assina o roteiro, trabalha na mesma chave de despojamento de Noll, na obra original. Sem se preocupar com psicologismos ou outros tipos de explicações e justificativas, a cineasta conduz seu personagem a um mergulho num mundo surreal de questionamento existencialista - o que lhe rendeu comparações, por publicações estrangeiras, ao cinema de David Lynch e Michelangelo Antonioni.
Há algo de surreal em Hotel Atlântico, seja no destino dos personagens ou na forma como eles entram e saem da vida do protagonista - afinal, mesmo não sendo um filme narrado em primeira pessoa, acompanhamos todos os acontecimentos pela perspectiva desse ator desempregado.
A sequência de coadjuvantes que entram na vida do protagonista é arbitrária, já que ele não carrega vínculos com o passado. Sabemos que é um ator relativamente famoso de televisão, pois diversos personagens o dizem. Fora isso, nada se sabe sobre o seu passado, tampouco sobre o futuro para o qual ele parece não ter perspectivas.
Lorena Lobato (O Cheiro do Ralo) é uma polonesa com quem ele trava contato num ônibus de viagem. Gero Camilo (Carandiru) é um sacristão que lhe dá abrigo e lhe empresta a batina de um padre morto. O protagonista não apenas aceita a batina como cumpre as funções de religioso. Enfim, é um personagem que se deixa envolver com o meio e o momento.
Mais tarde, algo decisivo acontece em sua vida, ao sofrer um acidente em uma cidadezinha. Confinado ao hospital, ele conhece o enfermeiro Sebastião (João Miguel, de Cinema, Aspirinas e Urubus) e a filha do médico (Mariana Ximenes, de A Mulher do Meu Melhor Amigo) - duas personagens responsáveis por mudanças drásticas na vida do protagonista.
Com uma bela fotografia de José Roberto Eliezer (O Cheiro do Ralo) e a montagem ritmada de Idê Lacreta (Antônia - O Filme), Hotel Atlântico é um filme de atmosfera, de ambientação e estranhamento, bastante condizente com a jornada do personagem. O longa é um passo bastante interessante na carreira de uma cineasta vigorosa.
http://www.youtube.com/watch?v=O6dtv2AlJ7I
Roberta Sá, linda cantora e compositora,nasceu em 19 de dezembro de 1980 em Natal (RN). Aos 9 anos mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 2002 entrou para o programa FAMA da rede globo. Em 2003 Roberta gravou uma demo (contendo cinco canções), que chegou às mãos do autor de novelas Gilberto Braga, que gostou da voz da cantora pediu que ela gravasse “A Vizinha do Lado” de Dorival Caymmi para a trilha da novela Celebridade, que escrevia no momento. Roberta conheceu Rodrigo Campello, que se torna seu produtor. Em 2005 lança o seu primeiro disco " Braseiro",este trabalho conta ainda com a participações de Ney Matogrosso (Lavoura) e MPB-4 (Cicatrizes). Em agosto de 2007 foi lançado seu segundo álbum, intitulado "Que Belo Estranho Dia Para se Ter Alegria" (disco de ouro). Em 2009 gravou o seu primeiro DVD "Pra se Ter Alegria"
Roberta vai se apresentar no dia Dia: 19/11/2009 ás 21h30
no Citibank hall.
O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.
Ninguém ouviu um soluçar de dor No canto do Brasil. Um lamento triste sempre ecoou Desde que o índio guerreiro Foi pro cativeiro e de lá cantou.
Negro entoou um canto de revolta pelos ares No Quilombo dos Palmares, onde se refugiou. Fora a luta dos inconfidentes Pela quebra das correntes. Nada adiantou.
E de guerra em paz, de paz em guerra, Todo o povo dessa terra Quando pode cantar, Canta de dor.
E ecoa noite e dia: é ensurdecedor. Ai, mas que agonia O canto do trabalhador... Esse canto que devia ser um canto de alegria Soa apenas como um soluçar de dor.
Se vocês querem saber quem eu sou Eu sou a tal mineira Filha de Angola, de Ketu e Nagô Não sou de brincadeira Canto pelos sete cantos Não temo quebrantos Porque eu sou guerreira Dentro do samba eu nasci Me criei, me converti E ninguém vai tomar a minha bandeira Dentro do samba eu nasci Me criei, me converti E ninguém vai tomar a minha bandeira Bole com o samba que eu caio E balanço o balaio No som dos tantãs Rebolo que deito e que rolo E me embalo e me embolo Nos balangandãs Bambeia de lá que eu bambeio Nesse bamboleio Que eu sou bam-bam-bam Que o samba não tem cambalacho E vai de cima em baixo Pra quem é seu fã Que eu sambo pela noite inteira Sou a mineira guerreira Filha de Ogum com Iansã
19 de NOVEMBRO
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
festival Yawa,show no helio melo,festa mistica,10/11/2009
Marco regulatório para o turismo em terra indígena
Secretário Cassiano Marques diz que Governo do Estado oferece assessoria técnica para que festival possa ser realizado independente do poder público (Foto: Onofre Brito/Secom)
O secretário de Turismo do Acre, Cassiano Marques, acredita que a atração do festival Yawa está no fato de que as pessoas hoje procuram uma experiência autêntica na qual possam passar por um processo de transformação, o que tem atraído gente de várias partes do mundo. Para ele, como o Acre tem uma diversidade étnica muito grande o ideal seria haver vários festivais ao longo do ano. Ele acredita que as pessoas que passam por esta experiência de renovação sempre falam para outros e a tendência é aumentar o fluxo turístico para a região. Em relação aos aspectos legais relacionados ao turismo em terra indígena, Cassiano informa que está sendo construído um marco regulatório e o festival Yawa serve como exemplo. "A abertura do festival para atividade turística foi um convite do próprio povo Yawanawá, de dentro para fora, e esse deve ser o primeiro preceito ético. Além disso, existem outras considerações como a verificação do impacto cultural, se este contato não está modificando o cotidiano do povo indígena. Há questões como os direitos de imagem, como se dará essa entrada na terra indígena, etc" , explicou. O secretário conta que o apoio do Governo do Estado se dá na estruturação de forma que o festival se torne cada vez menos dependente do poder público. Assim, a Secretaria de Turismo ofereceu assessoria técnica aos Yawanawá, ajudando a criar a comissão organizadora e assessoria relacionada ao recebimento de turistas. Ele considera que a abertura do festival à sociedade branca precisa garantir retorno financeiro para os índios, pois toda a população das aldeias fica envolvida, da preparação à execução e isso tem um custo, já que, algumas atividades diárias são interrompidas.
Show Festa Mistica no teatro Helio Melo-10 de novembro de 2009-Eu voltei aos palcos
Fui convidado para participar do Show Festa Mistica no Teatro Helio Melo nos dias 10,17 e 24 de novembro e teve varios significados.Primeiro a primeira vez que eu estava no palco em Rio Branco Acre(10 de novembro).Num teatro pequeno aconhegante muito bonito histórico,e a muito tempo eu não via tanta gente num teatro me ouvindo,gente sentada no chão.Eu participei numa canção,um blues,Caminhando an Floresta,tocando minha gaita blues.Não sou um eximio gaitista de blues,mas baixou em mim,Junior Wells,e fiquei de estar ali com meus irmãos e irmãs da Barca da paz,da Dona Chica (grande Joca)e uma entidade viva Sr.Geraldo cantando uam canção que é um hino de seu pai Antonio Geraldo Saudade de minha mãe,que quando ouvi pela primeira vez,senti um emoção,e ainda sinto cada vez que ouço.Maravilhosa ideia do grupo,do disco,do show,artistas que tomam Ayahuasca se apresentam,e mostram canções que fizeram sobre o Ayahuasca,daime,a força,em diversos ritmos,Regaee(Mineia que cantora parece ter nascido na Jamaica),valsa,ponto,blues,guarania,etc..Este disco,show,a Barquinha,mostram que dentro de certo conhecimento que aprendi na vida e nos meus caminhos espirituais,eu estava certo.Viva o Mestre Daniel!viva o Mestre Irineu!
Este show foi também a mostra para mim que eu posso sou capaz e estou vivo,renascendo,e é tão ouvir aplausos,tinha esquecido como era..a canção da floresta ilumina!
apenas um constatação,poucas mas muito poucas pessoas do Santo Daime,Irineu Serra,talvez não entendam o significado destes encontros,ou talvez porque estão afastados do mundo e da verdade,somos todos iguais,tomamos a mesma bebida,somos irmãos e irmãs.como Irineu e Daniel.
Na calada da noite,fui demitido,retirado por e-mail.
me lembrei daquele hino dos hinos novos do Cruzeiro-Mestre Irineu
"todos querem "
Prezado Marcelo, > anteriormente havíamos convidado o Tony Ruela para fazer a gaita no > blues, quando o Pedrão, que gravou no CD foi embora ( hoje mora em > Brasília); então o Tony deu uma força naquele momento, mas mudou seu > contato e só hoje as mensagens que estávamos tentando mandar pra ele. > Acabamos de nos falar (Tony e eu) e não posso deixá-lo de fora, assim > ele tocará a gaita no segundo show e o Pedrão parece que virá para uma > comemoração na igreja dele (dona Chica) e vai tocar no último, que é o > lançamento do CD. Com tudo isso, espero que vc não fique chateado; > devemos dividir tudo irmamente, né? > Graças a Deus você teve a tua oportunidade e agora pode ficar tranquilo, > ensaia bastante pro teu show, faz muitas entrevistas na TV, que a chance > é esta, de ficar mais conhecido e pegar uns bicos pro final de ano. > Quando recebermos os cachês, depois do terceiro show (lá pelo dia 30/11) > passo a tua parte do cachê, ok? > Desde já agradeço pela tua participação, tua presença solícita e espero > que em outras oportunidades a gente possa realizar algum trabalho. > Abs. > Leila Hoffman
Cantora,Compositora,Chefe de gabinete
da Presidencia da Fundação Elias Mansur.
dias antes
"Gostei da tua participação com a harmônica e vou falar com o pessoal do som; dia 10 temos que passar som à tarde e deixar tudo anotadinho, volume de cada um, etc.. e serão 3 shows, uma boa oportunidade para algumas pessoas ficarem conhecendo o teu trabalho. Se precisar de ajuda para transoporte aos shows e retorno para casa, se não for super super longe, vejo um jeito de agendar motorista por aqui. Ainda não calculei quanto poderei pagar de cachê, mas sei que não é muito, seria mais uma ajuda de custo, porque já havia me comprometido com o pessoal da banda base (Gabriel, Mirim, Júnior, etc) e tenho que tirar uma parte para jovens e crianças. O pessoal do grupo não vai ganhar, nem as cantoras. Mas os outros precisam muito, porque estão trabalhando de graça desde a gravação do CD."
Festival de cinema de Brasília começa hoje com filme de Lula no centro da . Idealizado por Paulo Emílio Salles Gomes, crítico de cinema, o evento, que nasceu no início da ditadura militar, sempre teve caráter contestatório, o que levou a sua proibição entre 1972 e 1974.
Ao contrário dos outros anos, no entanto, a polêmica tradicional do Festival de Brasília – que se faz notar em filmes socialmente engajados, sessões polêmicas e cerimônias de premiação que valorizam obras radicais – só estará presente de forma efetiva na solenidade de abertura.
Os outros filmes do festival, principalmente da mostra competitiva, passam longe de grandes provocações. Dos seis longas que concorrem ao troféu Candango, quatro são documentários. E, para deixar a polêmica ainda mais restrita, o filme de Lula só será exibido para convidados, hoje à noite no Teatro Nacional. Para se ter uma ideia, das 1400 poltronas do lugar, mais de 800 estão reservadas para integrantes do governo.
Com esses cuidados, o filme passará longe do grande público do festival, conhecido por ser o mais combativo do país. Pelos corredores do Cine Brasília, todos os anos, repete-se que se um filme passa pelo crivo da audiência candanga, é sucesso na certa. Vaias ou aplausos no meio das sessões são comuns.
“O Festival de Brasília dá um frio na barriga”, conta a cineasta Núbia Santana, que estreou na mostra ano passado com um documentário sobre meninos e meninas em conflito com a lei. “Estou trabalhando em dois roteiros de curtas para o próximo ano. Agora, vou como expectadora porque não perco por nada o festival.”
Em 2009, no entanto, será a própria organização do evento quem enfrentará um desafio. A disputa de longas-metragens, assim como no ano passado, não desperta expectativa. Entre os seis concorrentes aos principais Candangos, apenas dois são ficções — o brasiliense “O Homem Mau Dorme Bem”, de Geraldo Moraes, e o paulistano “É Proibido Fumar”, de Anna Muylaert. “Não vejo problemas. Vários documentários venceram o prêmio de júri popular”, argumenta Fernando Adolfo, coordenador geral do festival.
Mostra competitiva
“A Falta que me Faz” Direção: Marília Rocha Documentário, cor, 35mm, 80min, MG, 2009 Durante um inverno, rodeadas pela Cordilheira do Espinhaço, quatro meninas vivem o final de sua adolescência. Um romantismo impossível as enlaça com os homens de fora. A cada sábado, eles se encontram nas festas de forró. Durante a semana, seguem-se dias de amizade, angústias e contradições da passagem para a idade adulta.
“É Proibido Fumar” Direção: Anna Muylaert Ficção, cor, 35mm, 86min, SP, 2009 Sozinha no apartamento que herdou da mãe, Baby vive entre intrigas com as irmãs e as aulas de violão que dá para meia dúzia de alunos desinteressados. O cigarro é sua melhor companhia. Quando o músico Max se muda para o apartamento vizinho, ela vê sua chance de voltar à vida.
“Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano” Direção: Henrique Dantas Documentário, cor, 35mm, 75min, BA, 2009 O filme traça um rico panorama da música popular brasileira dos anos 60 e 70, através do revolucionário e inovador grupo musical Novos Baianos. Particularmente, trata da influência de João Gilberto sobre os rumos musicais do grupo e da importância do mesmo para o aprimoramento da música tocada e composta por eles.
“O Homem Mau Dorme Bem” Direção: Geraldo Moraes Ficção, cor, 35mm, 90min, DF, 2009 Em um posto de gasolina de beira de estrada, três personagens se encontram. Rita está em busca de um amor que julgou ter encontrado um dia. Wésley quer construir sua vida e Caburé é um homem que não dorme direito há algum tempo à espera de resgatar um passado de vida e morte.
“Perdão Mister Fiel” Direção: Jorge Oliveira e Pedro Zoca Documentário, p/b, 35mm, 95min, DF, 2007/09 A morte sob tortura do operário comunista Manoel Fiel Filho, em 1976, nos porões do DOI-CODI em São Paulo, é a base do documentário que, além da impiedosa caça aos comunistas no Brasil, trata da intervenção dos Estados Unidos nos países da América do Sul durante as ditaduras militares nas décadas de 1960 a 1980.
“Quebradeiras” Direção: Evaldo Mocarzel Documentário, cor, 35mm, 71min, SP, 2009 "Quebradeiras" é um documentário que focaliza as tradições seculares, as estratégias de sobrevivência e a rica cultura das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, onde os Estados do Maranhão, Tocantins e Pará se encontram.
Sessões especiais
“Lula, o Filho do Brasil” (abertura) Direção: Fábio Barreto Ficção, 35mm, 128min, RJ, 2009 A trajetória pessoal e profissional do presidente Lula, desde o seu nascimento, em 1945, no sertão pernambucano, até 1980, quando era o maior líder sindical do país. Uma trajetória marcada por dificuldades, perdas e uma notável capacidade de superação. Baseado no livro "Lula, O Filho do Brasil", de Denise Paraná
“Brasília, a última utopia” (encerramento) 35mm, 105 min, DF, 1989 O longa-metragem "Brasília, a última utopia" foi produzido por José Pereira, com o apoio do ex-governador do Distrito Federal e ex-ministro da Cultura José Aparecido de Oliveira. Seis episódios mostram diversos aspectos da paisagem humana e física do planalto central, Brasília em particular.
Festival Natura Nós About Us traz Sting e Jason Mraz ao Brasil
Veja a programação do festival:
Sábado, 21 de novembro 10h - 11h: Meninos do Araçuaí 11h - 12h: Afro Mix 13h - 14h: Turma da Mônica 14h - 15h: Palavra Cantada 16h - 17h: Hi 5
FESTIVAL NATURA NÓS ABOUT US Com Sting, Jason Mraz, Lenine, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e AfroReggae
Quando: 22/11, a partir das 12h Onde: pista de Atletismo do Ibirapuera de São Paulo Quanto: R$ 120 (arquibancada), R$ 200 (pista), R$ 240 (cadeira) e R$ 500 (pista premium) Ingressos: Morumbi Shopping (av. Roque Petroni Jr. 1089, loja 46ª, estacionamento piso G1), www.livepass.com.br e pelo telefone 4003-1527
Wagner Moura será protagonista de "Serra Pelada"
O ator Wagner Moura será o protagonista do novo filme de Heitor Dhalia, "Serra Pelada", que começará a ser rodado em 2011.
festival Yawa
Cerimônias do rapé e do Uni
O Uni é a bebida sagrada dos Yawanawá. ‘Ela leva ao outro mundo' - explicou um índio. É a mesma bebida conhecida por Ayahuasca, Daime, Vegetal, feitos com o cipó Jagube e a folha Rainha. No entanto os Yawanawá têm uma maneira própria de preparar a bebida, de maneira bem simples. A bebida é pouco apurada, mas eficaz nas sessões. No momento em que o pajé distribui a bebida ele sempre faz uma reza, para garantir a segurança da ligação. Os Yawanawá cultivam um tipo específico de folha Rainha, a Kawá, que significa ‘dona de todas as cores'. A linha Yawanawá se sustenta com a proteção dos espíritos da floresta e veneração dos ancestrais, dentre eles, o principal, é o velho Antônio Luiz, cacique falecido na década de 1970, que era médium e trabalhava com cinco entidades, segundo informação de Biraci. Hoje, a maior parte dos trabalhos com Uni são dirigidos pelo cacique Biraci, por Putany e por Yawa. As melodias do Uni são maravilhosas e tem o poder de conduzir a um mundo de luzes e à compreensão espiritual da consciência indígena. O rapé é uma unanimidade entre os Yawanawá. Parece que todos gostam. Ele é feito unicamente de tabaco e cinzas de outras árvores, dentre elas o Pau Pereira. Soprado para dentro das narinas através de um instrumento tipo um bambu oco, o tipi, e aplicado por um pajé provoca uma forte reação nos mais inexperientes. Também pode ser aplicado pela própria pessoa com outro instrumento denominado Kuripe. O índio Kapakuru, que significa quatipuru roxo é um dos principais feitores e aplicadores do rapé. Conhecido na aldeia e fora dela como Manoel, ele explica que o rapé é uma tradição cultural e espiritual do povo Yawanawá. Ele é usado como consagração depois do trabalho, para desabafar, relaxar, esfriar a memória. Ele pode ser usado a qualquer hora e tira o enfado físico mental e espiritual, quando nasce um novo pensamento, uma ideia nova. O ideal é usar o rapé na hora da cerimônia do Uni, as duas energias se unem e o Uni vem com mais luz, mais perfeito, mais profundo. Há quatro anos ele não fazia rapé. Começou a observar e experimentou fazer. Antes, ele explica que o feitor do rapé passa sua energia para a medicina do rapé. Assim que fez rapé pela primeira vez, Manoel o apresentou ao cacique Biraci. "Seu rapé é nota 10 e você tem a missão de se tornar pajé do rapé", teria dito Biraci. A partir de então Manoel foi aperfeiçoando seu rapé e ficou sendo o feitor oficial do cacique. "Tenho essa missão de fazer rapé" - concluiu. O soldado PM de Cruzeiro do Sul, Márcio Rodrigues, experimentou o rapé. A respeito de sua experiência disse: "A gente percebe o rapé como uma renovação espiritual. Você reflete sobre si mesmo, procura seu eu interior. Também tomei o rapé para entender melhor a maneira como os índios vivem, esta força que há na aldeia. No primeiro momento deu vontade de vomitar, mas, passado o desconforto, veio uma sensação boa, leve. Brincadeiras e danças: o motor do festival
A festa gira em torno de brincadeiras realizadas durante todos os dias e envolvem crianças, jovens e adultos (Foto: Onofre Brito/Secom)
O Festival Yawa tem duas partes distintas: a lúdica e a espiritual, ambas sempre acompanhadas de canções. É preciso dizer que os Yawanawás são afinadíssimos, as vozes são maviosas e os cânticos belíssimos. Algumas canções são cantadas apenas nas brincadeiras e danças, outras somente nas cerimônias com Uni e finalmente algumas são comuns aos dois momentos. As brincadeiras e as danças são o motor do festival. Elas ocorrem durante todas as manhãs até meio-dia ou mais e, à tarde, a partir das quatro horas mais ou menos e entram noite adentro. Algumas lembram as brincadeiras de roda outra são específicas sendo as mais notáveis as brincadeiras/danças: do lançamento do bastão, do jabuti, das abelhas, do macaco prego, do urubu, do morcego, da cana, do mamão, do peixe-boi, do carapanã, do sapo, entre tantas outras. Elas são puxadas pelo incansável pajé Yawa, pelo Biraci, o velho Tatá, as duas irmãs pajés Putany e Ushahu, outros adultos e até por jovens como Xaneihu, filho de Biraci, estudante de administração na capital acreana e um dos líderes que despontam na nova geração de índios acreanos. Nani Yawanawá é um dos maiores líderes entre os Yawanawá. Ele e a esposa Fátima administram a aldeia Nova Esperança. Fátima é a grande animadora, sempre convidando todos a entrarem na roda. Nani explica que as brincadeiras não se destinam à diversão simplesmente. Elas vão além, tem um significado e um proveito que se tira dela. Ele conta que a brincadeira do lançamento do bastão (que hoje é feito com madeira bem leve) representa como os guerreiros eram escolhidos no passado para a guerra. Os guerreiros tinham que mostrar habilidade para pegar no ar a lança atirada contra ele e no mesmo ato devolvê-la contra o oponente, só assim iriam para a guerra. Na escolha original, os guerreios Yawanawás usavam não um bastão, mas uma lança de verdade, de guerra.
Brincadeira do peixe-boi: hora de tirar as diferenças e buscar harmonia na convivência (Foto: Onofre Brito/Secom)
Na brincadeira do peixe-boi, os índios fazem uma espécie de desafio. Dois deles vão para o meio da roda, cada um deles munido de um talo de folha de bananeira, de aproximadamente dois metros e após alguns passos desferem uma forte chicotada com o talo nas costas do oponente. O estalo é forte e dependendo costuma deixar uma mancha cor de sangue. O índio Aldaíso Yawanawa (Viñu), que é universitário em Tarauacá e participa da coordenação da festa conta que a brincadeira é uma hora de tirar as mágoas de um para o outro. Um índio que não esteja gostando do seu cunhado, da maneira como ele trata sua irmã, pode ser desafiado. As mulheres também tiram suas diferenças na ocasião. Depois das lapadas os oponentes saem abraçados demonstrando que as mágoas acabaram ali. Conta Aldaíso que antigamente os índios utilizavam para as lapadas outros tipos de chicotes como o talo de buriti trançado, o cipó ruti, que é duro e cheio de nós, ou o couro de anta curtido. "Era escutar o estalo e ver o sangue descer" - disse. Ele adianta que no próximo festival os chicotes tradicionais começarão a ser reintroduzidos. A fotógrafa Livia Buschele, que está fazendo um livro de fotografias sobre o povo Yawanawá, conta que no início ficou um pouco inibida de entrar nas brincadeiras, mas depois viu que os índios têm o maior prazer em ver os visitantes na roda, o que a animou a brincar também. Foi o que se viu todos os dias, índios, brasileiros, estrangeiros, homens, mulheres, crianças e velhos girando a roda da alegria das danças Yawanawá, cantando canções maravilhosas e sentindo a satisfação de simplesmente brincar.
Portas abertas Durante o 8° Festival Yawa muitas portas se abriram para todos os participantes, através da interação entre conhecimentos e experiências diferentes. Para o povo Yawanawá significou também o estabelecimento de um convênio com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O convênio firmado entre Biraci e o pesquisador Alexandre Quinet vai possibilitar que índios da aldeia visitem e estudem no Jardim Botânico, ao mesmo tempo em que pesquisadores da instituição visitarão a terra Yawanawá. O Jardim Botânico também dará apoio técnico no manejo da flora. O convênio terá grande importância para a solidificação do Centro de Formação e Memória do povo Yawanawá que está sendo implantado na Aldeia Sagrada. Com assessoria do líder daimista Paulo Roberto, o povo Yawanawá entrará com um projeto junto ao Google de monitoramento de todo o território via satélite, o que vai lhe possibilitar a visão e proteção de seu território, dos recursos naturais, flora e fauna em tempo integral.
Planejamento eficaz
A cada ano, o festival fica maior, exigindo muito planejamento e preparação da estrutura. Da ponte do rio Gregório, na BR-364, até a aldeia Nova Esperança são oito horas subindo o rio em barcos empurrados por motores de rabeta. Para dar conta de transportar convidados, víveres, material de comunicação e bagagens diversas o cacique Biraci contou com uma frota de 16 barcos, pilotados por jovens Yawanawás, todos exímios em conduzir a embarcação por canais sinuosos cheios de paus e ainda evitando os bancos de areia, pois nesta época do ano o rio ainda se encontra com pouca água. A organização do festival gera uma intensa atividade interna dos índios, preparando suas casas para receber os visitantes, limpando os canais do rio, produzindo tinturas de urucum e jenipapo, tecendo pulseiras e cocares, colhendo o veneno do kampu, preparando rapé e Uni. O investimento dos Yawanawá é alto em recursos monetários e em horas de trabalho dedicados ao planejamento, estruturação e realização, período em que precisam interromper suas atividades habituais. Fator decisivo neste 8° Festival para o equilíbrio das contas foi a presença dos turistas, levados por uma agência acreana e um grande contingente de daimistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Os visitantes tinham, na hora do café, almoço e jantar, um ótimo momento de interação, onde se firmaram amizades entre pessoas de diferentes linhas espirituais, de estados e países diferentes. Por toda parte havia cachos de banana madurinha, à disposição de todos. As pamonhas de milho, as pupunhas também puderam ser apreciadas e fizeram sucesso. No período mais quente do dia, no intervalo das brincadeiras, o refúgio era no imenso chapéu de palha, onde quem quisesse podia cantar, tocar, batucar, uma diversão diária. O superintendente do Ibama no Acre, Anselmo Forneck conhece os Yawanawá há quase três décadas, desde os tempos de militante no CIMI e participou de momentos marcantes da história da aldeia como foi o caso da expulsão dos missionários americanos e na luta pela demarcação da terra. Para ele o ressurgimento do povo Yawanawá está diretamente relacionado à conquista da terra. "Depois de 30 anos subjugados material e espiritualmente, o povo Yawanawá ressurgiu das cinzas, voltando a ter sua vida e essa vida, sem dúvida está ligada à conquista da terra. Sem a terra-mãe é impossível por que ela dá o peixe, dá água, dá o sol, dá a caça, a banana. Ao reconquistar sua terra estão revivendo o mundo de sua cultura e o mundo sagrado de sua espiritualidade. Hoje, a Amazônia está rindo de felicidade em saber que ela existe para esses povos para os quais ela sempre existiu". Segundo Forneck, o Ibama dá apoio aos Yawanawá na gestão ambiental, na formação de agentes ambientais voluntários e no repovoamento de quelônios.
Toda a comunidade se envolve na organização para oferecer estrutura aos visitantes que chegam de vários estados brasileiros e de outros países (Foto: Onofre Brito/Secom)
Turismo na aldeia - O Festival Yawa realizado nos dias 25 a 29 de outubro mostrou que o Acre, com 14 etnias em seu território, tem enorme potencial para o etnoturismo. Uma empresa de turismo local conseguiu vender 25 pacotes. São pessoas que atenderam ao apelo etnoturístico. Para o gerente da agência, João Bosco, a atividade no estado tem crescido devido ao apoio decisivo do governo estadual, que está estruturando o setor. Ele tem a expectativa de que outros líderes indígenas organizem seus calendários festivos para que haja novas parcerias. Três operadores de turismo estiveram no festival, avaliando o potencial de atração para seus públicos, um deles, francês. O operador paulista Israel Waligora acha que está surgindo um grande interesse no Brasil em conhecer as culturas indígenas e isso ainda não está muito acessível. "Nesse ponto, o Acre inova", comentou. Ele considera que para o povo Yawanawá, o festival pode significar uma fonte de renda de modo que facilite a preservação da floresta. Já para o visitante que vem de outras regiões do país, fica o incentivo para ser mais brasileiro. "Somos assediados por tantas manifestações culturais de fora enquanto existe uma riqueza cultural tão consistente pelo país afora", comentou. O advogado criminalista e conselheiro da OAB-SP, Otávio Augusto Rossi Vieira, comprou um pacote turístico e participou intensamente do festival, tanto das cerimônias quanto das brincadeiras e danças. Ele é ayahuasqueiro e participa de um grupo xamânico. "Sempre estive em busca do sagrado. Comecei com os índios norteamericanos. Sem querer, pesquisando pela internet cheguei aos Yawanawá. Gostei das sessões de Uni e do rapé. Gostei das brincadeiras, das pessoas e do local. Para lidar com o ego é muito bom estar aqui", disse.
Aliança espiritual com o Santo Daime
Aliança espiritual com o Santo Daime Em fevereiro deste ano aconteceu a reabertura da Aldeia Sagrada, situada a cerca de 10 km da Nova Esperança, rio acima. Na ocasião, convidados pelo cacique Biraci Brasil, um grupo de daimistas do vale do Juruá, coordenados pelo ‘Centro de Estudos da Ayahuasca, Flor de Jurema', centro daimista do Rio Croa, que é dirigido por Davi de Paula e a esposa Fabiana, participou da reabertura da Aldeia Sagrada e do primeiro trabalho com Uni, ali, depois de 27 anos, tendo acontecido também trabalhos da linha do Santo Daime, inclusive um feitio da bebida, ao mesmo tempo em que os Yawanawá faziam pajelanças e cerimônias de Uni. Nos meses seguintes, Biraci, Yawa e Putany visitaram várias casas espirituais e centros de Daime do Rio de Janeiro e São Paulo o que criou o interesse de daimistas de outras regiões em conhecer o trabalho Yawanawá. Esta aproximação avançou durante o 8° Festival e solidificou-se através de uma aliança selada entre o cacique Biraci Brasil e Paulo Roberto Silva e Souza, líder da Igreja daimista Céu do Mar, situada no Rio de Janeiro. Paulo Roberto já abriu igrejas daimistas em 14 países e combinou a ida de uma comitiva Yawanawá a nove países europeus no início do próximo ano. Segundo Paulo Roberto a abertura da aldeia ao Santo Daime - que é uma religião cristã - por parte dos Yawanawá demonstra sua tolerância religiosa. O líder daimista dirigiu um ‘trabalho' oficial como se chama a sessão no Daime, com direito ao fardamento branco - o mais solene - e cerimônia de batizado, quando a pedido dos índios sete crianças foram batizadas segundo a tradição daimista, dentre elas a princesinha Muká Shahu (filha do Muká, a planta sagrada), já que é a primeira criança nascida na terra Yawanawá em que tanto pai (Biraci) quanto a mãe (Putany) são pajés que já fizeram o juramento do Muká. Para Paulo Roberto, se o Brasil tivesse tido este relacionamento desde o início com os povos indígenas, o país seria hoje muito melhor e mais poderoso. Durante uma das tardes, perante grande plateia de índios e brancos no chapéu de palha, ele, que é descendente de portugueses e italianos, pediu perdão em nome do povo branco, às agressões perpetradas contra os povos indígenas na ocupação da Amazônia e do Brasil. No início da aproximação com o Santo Daime, alguns membros da aldeia estranharam. O índio Teka Matxuru, um dos generais do cacique Biraci, conta que ficou desconfiado. No entanto, durante o feitio do Daime, em fevereiro, na Aldeia Sagrada, quando caminhava do centro da aldeia para a casinha do feitio, teve um encontro espiritual com o patriarca Antônio Luiz, o reverenciado cacique e pajé maior da espiritualidade Yawanawá, falecido na década de 1970. Segundo Teka, Antônio Luiz lhe disse então que os homens que estavam chegando eram diferentes, eram homens da verdade. Daí em diante, para ele acabou a desconfiança, entrosou-se com os daimistas tendo participado ativamente de todo o feitio e os considera aliados. O cacique Biraci e Nani Yawanawá já tiveram sonhos em que o Mestre Irineu e o Padrinho Sebastião, ícones do Santo Daime - ambos desencarnados - apareceram na aldeia. Interação com outras tradições religiosas Desde a abertura em fevereiro da Aldeia Sagrada, onde hoje está localizado o Centro de Formação e Memória do Povo Yawanawá, Biraci manifestou interesse em interagir com outras manifestações espirituais do planeta. Neste festival, além do Santo Daime estiveram presentes pessoas que cultivam outras linhas como União do Vegetal, Xamanismo, ayahuasqueiros independentes. Até um monge, com seu traje alaranjado, participando das cerimônias, dançando e brincando como um menino apareceu por lá. Trata-se do monge Dada Suvedananda, nascido nas Filipinas e responsável na América do Sul pela organização Ananda Marga, que está presente em 145 países do mundo, promovendo treinamentos e ensinando práticas milenares de Ioga e meditação. Dada trabalha com Ioga espiritual. Há 38 anos, pratica meditação e hoje medita quatro vezes por dia, totalizando cerca de três horas diárias. Viveu durante doze anos na África onde morou em 30 países. Há nove anos veio para a América do Sul residindo atualmente no Rio de Janeiro. Para ele, espiritualidade é comunidade e o dia a dia dos Yawanawá mostra o quanto eles são elevados espiritualmente. Do Norte do México veio a cerimônia do Temascal (sauna sagrada) trazida pelo índio Teska, do povo Quatitil, descendente dos Aztecas. Ele nasceu em São Luis Potosí, santuário do peiote (planta sagrada dos índios norteamericanos e mexicanos) e apresenta a cerimônia juntamente com Adriana, a esposa brasileira. Teska conta que o Temascal é praticado pelos índios do Norte do México e Sul dos Estados Unidos (os peles-vermelhas), havendo registros em cavernas de sua existência há 40 mil anos. No terreiro da aldeia Yawanawá foi montada a barraca de forma circular da sauna sagrada e durante todos os dias aconteceram sessões do Temascal, sempre acompanhado de cânticos apropriados, alguns da tradição original Quatitil. Segundo Teska, a barraca representa o útero materno, o retorno à vida intra-uterina. Também representa a noite de onde se sai para o dia, purificado. Do lado de fora da barraca é acesa uma fogueira na qual são colocadas pedras de três a cinco quilos até ficarem vermelhas. Estas pedras são colocadas no interior da barraca, bem no meio, e sobre elas primeiro são colocadas ervas aromáticas e medicinais - que espalham calor e perfume ao ambiente - e depois é derramada água sobre as pedras o que provoca um forte vapor de água que enche todo o ambiente. Este procedimento é feito quatro vezes. Durante cerca de uma hora, 20 pessoas adentram à tenda. O calor é quase sufocante e o suor escorre em bicas. Enquanto isso, são entoados cânticos, qualquer um podendo participar. No final um banho no rio Gregório e uma agradável sensação de descarrego e leveza. O Temascal é uma pré-cerimônia ao uso ritual do peiote, adaptando-se perfeitamente como pré-cerimônia ao Uni ou Daime. Yawá e as crianças
Crianças participam de todas as atividades junto com os adultos de quem recebe muito carinho e respeito (Foto: Onofre Brito/Secom)
Pajé Yawarani - conhecido por todos como Yawa - é um índio que chama a atenção. Com 97 anos é o mais velho da aldeia e demonstra jovialidade, sempre animando as brincadeiras e danças, puxando as crianças para brincarem de roda, cantando ou rezando, além de participar das cerimônias do Uni e rapé. As crianças sempre estão perto dele e com ele se divertem. O médico Bruce Rind e a esposa Lind Potter, que é enfermeira, são norteamericanos e vieram apreciar a festa, mas acabaram trabalhando muito, principalmente na área de fisioterapia, tendo atendido vários índios e repassado conhecimentos aos enfermeiros Yawanawá. Ficaram impressionados com a educação das crianças Yawanawá. Para eles, isto é resultado do respeito com que são tratadas pelos adultos. "Os Yawanawá são pessoas boas e felizes. As crianças brincam e cuidam um do outro, não se vê brigas. Adultos e meninos parecem ser iguais", disse. Bruce também ficou impressionado com a jovialidade demonstrada pelo velho Yawa. Para ele, Yawa tem mais energia que um homem de 20 anos: "Ele nasceu, cresceu e vive nesta floresta e esta forma de viver natural lhe garantiu saúde física e mental. É impossível acreditar sem vê-lo, aos 97 anos com movimentos rápidos, pensamentos rápidos, olhos e ouvidos perfeitos, o dia todo dançando e ensinando aos meninos e adultos. Não vejo quando ele dorme. Sempre que estou no terreiro, seja de dia ou de noite, ele está aqui, sempre animado. Isto demonstra o quanto é importante viver de forma natural. Quantas pessoas pagariam tudo o que fosse preciso para terem saúde assim, permanecendo jovens até os 97 anos. Penso que ele vai seguir assim por mais uns 30 anos, mas, pela sua disposição, parece que não vai parar nunca" - analisou. Artesanato em expansão Os Yawanawá têm tradição em alguns tipos de artesanato, como cocares, pulseiras, objetos de barro. Mas, a convite da aldeia, o escultor brasiliense Delor Martins dos Santos Neto está ensinando a fabricação de objetos decorativos de madeira e móveis, uma forma de aproveitar restos de madeira, árvores caídas, possibilitando assim mais uma atividade sustentável na floresta. Durante toda a festa houve exposição e venda de artesanato Yawanawá e o destaque ficou para os objetos confeccionados já com a orientação de Delor. Segundo Delor, os índios estão aprendendo facilmente suas técnicas, pois já têm tradição em artesanato. Registros do festival
Equipes de televisão filmam os cinco dias de evento na comunidade Yawanawá (Foto: Onofre Brito/Secom)
Durante o festival também foi frenético o ritmo dos que documentavam o evento. Um documentário sobre a vida, o festival e os costumes do povo Yawanawá está sendo realizado pelo próprio Biraci em convênio com equipe de fora, além de um livro de fotografias. O programa Câmera Record está preparando um documentário de uma hora sobre o Acre em que o festival será o tema principal. Ele será divulgado em rede nacional e para 150 países pela Record Internacional. Também farão parte do documentário as belezas naturais do rio Croa e da Serra do Divisor. Segundo a editora da reportagem Márcia Regina o Acre é diferenciado. Tem a consciência do índio, do seringueiro e está retomando suas tradições. O repórter Alex Sampaio vivenciou todas as cerimônias e ficou bem impressionado com o efeito do veneno do Kampu em seu corpo. Segundo explicou, no início foi difícil, com vômitos, mas depois a sensação foi de limpeza e bem estar. O repórter Alan Kronemberg da revista ‘Aventura e Ação' está preparando uma matéria especial sobre o Acre e, mais uma vez o festival é a atração principal. A reportagem deverá sair na revista neste mês. A Organização dos Povos Indígenas do Vale do Juruá (Opirj) também registrou muitas imagens do festival. Seu presidente Osmildo Kuntanawa elogiou o povo Yawanawa que "está dando exemplo de organização" - disse.
Quem achava que a ousada tendência ficaria nas passarelas, se enganou.
Não passou muito tempo e a moda já está marcando presença nas festas, pelo menos na de Miuccia Prada. Durante o lançamento de seu livro The Prada Book, que aconteceu na noite de domingo (15.11) em Beverly Hills, não só uma, mas duas fashionistas colocaram seus sutiãs - MiuMiu - para fora
eprodução
ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!!sáb. e dom., às 18h; até 22/11 Teatro Oficina (r. Jaceguai, 520, tel. 0/xx/11/3104-0678). R$ 40. Classificação: 16 anos
É uma peça cheia de metalinguagem,ou seja, além da inspiração acerca de dados biográficos da atriz, peças das quais participou ainda na fase amadora do teatro nacional, cenas imaginadas pelo autor e diretor José Celso Martinez Corrêa, Estrela Brazyleira a Vagar nos coloca no centro nervoso de quem vive as transformações do teatro, no coração que irriga os vasos sanguíneos do palco, uma atriz apaixonada por seu ofício, Cacilda Becker, interpretada com demasiado talento pela bela e jovem Ana Guilhermina.
Mesmo os que não têm referências sobre a trajetória evolutiva do teatro brasileiro, ou, como eu, tiveram formação histórica deficitária, também aqueles menos familiarizados com personagens de peças como Hamlet ou Otelo, ambas de Shakespeare, que contracenam com personagens reais, parte da vida cotidiana de Cacilda – caso de Bibi Ferreira, Raul Roulien, Sadi Cabral, Dulcina de Moraes, entre tantos outros –, tem, nas cinco horas e meia do espetáculo – 30 minutos de intervalo –, uma deliciosa incursão no modo de fazer teatro no Brasil antes de Ziembinski inaugurar, pelo menos oficialmente já que Renato Viana trabalhava com linha diversão do vigente nos palcos, a modernidade do teatro brasileiro com Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, em dezembro de 1943
O ESQUECIMENTO
Como posso assegura-me que o esquecimento não apanhe-me na esquina, Mesmo aquele, Guardado nas masmorras do tempo, Que nem todos as psicologias conseguem explicar, Cada pensamento uma migalha de um verso inacabado, Cada um condensando-se em suas próprias prisões Pela própria paixão, Ou quem sabe gratidão, Por isso mesmo espero-te mesmo cansada, mas venhas lúcida! Ato, ação e reação acima da linha mental e dos atropelos, A consciência que ameaças com as ideologias envelhecidas e vencidas pelo tempo, Belas sobrevivente das angustias, A vida é larga, o mundo infinito, E nos apenas mortais. Escuta a voz do guardião do tempo, Há pouco vi um Corvo e suas asas negras, que assustaram os gatos vadios, Com seus canto agudo, Quem sabe não foi a luz dos últimos dias! Invisíveis cultos num mar de sargaços! Silêncios e mistérios, Não engano-me aos olhos de quem sabe voar!
8º Festival Yawa: a alegria do povo Yawanawá de portas abertas para o mundo
Hino 107 - Chamei lá nas alturas, do Hinário O Cruzeiro do Mestre Raimundo Irineu Serra. Comentado por Juarez Duarte Bomfim.
107. Chamei lá nas alturas
Chamei lá nas alturas Para o Divino me ouvir A minha mãe me respondeu Oh filho meu, estou aqui.
Minha mãe, vamos comigo Para sempre eterna Luz Para eu poder assinar Para sempre a Santa Cruz.
Esta cruz no firmamento Que radeia a Santa Luz Todos que nela firmar É para sempre, amém, Jesus.
A história do recebimento deste hino pelo Mestre Raimundo Irineu Serra está relacionada à vida e morte (desencarne) de um outro mestre ayahuasqueiro: Daniel Pereira de Mattos, o Frei Daniel, fundador do Centro Espírita e Culto de Oração “Casa de Jesus Fonte de Luz” - A Barquinha, criado na década de 1940 na zona rural da cidade de Rio Branco-Acre, no seringal Santa Cecília, hoje bairro de Vila Ivonete.
Daniel Pereira de Mattos - o Frei Daniel - fundador da Barquinha.
De Daniel Pereira de Mattos sabe-se que ele nasceu em 13 de julho de 1888 numa antiga feitoria de escravos de nome São Sebastião de Vargem Grande no interior do Maranhão e que pertenceu a Marinha de Guerra Brasileira. Além disso, sendo homem bastante habilidoso, dele é dito que sabia desempenhar doze tarefas: foi construtor naval, cozinheiro, músico, barbeiro, alfaiate, carpinteiro, marceneiro, artesão, poeta, pedreiro, sapateiro e padeiro.
Ao fixar residência na cidade de Rio Branco-Acre, Daniel se notabilizou como um grande boêmio do bairro do Papôco, as margens do Rio Acre, zona de baixo meretrício e freqüentado por navegantes e boêmios em geral que por ali passavam.
Daniel fazia composições musicais que falavam de amor, paixão e busca pela mulher amada. Músicas que fluíam pelos seus dedos ao violão declarando paixão pela noite e pelas serenatas que embriagavam os homens de canções e cachaça.
Ao encontrar-se enfermo, com problemas de fígado, decorrente do abuso de álcool, passa a ser tratado e zelado pelo seu conterrâneo, Raimundo Irineu Serra, fundador da doutrina do Santo Daime. O tratamento teve início em 1936, sendo interrompido por Daniel quando se encontrou melhor de saúde. Voltou a beber e novamente doente, foi chamado pelo generoso e paciente amigo Irineu Serra para fazer um novo tratamento pelo restabelecimento da saúde física e espiritual.
Daniel se tornou discípulo do Mestre Irineu Serra, ficou conhecido como o “barbeiro do Mestre” e tocava violino nos trabalhos espirituais de Concentração instituídos por Irineu Serra.
Já residindo na colônia Custódio Freire, atual Vila Irineu Serra (Alto Santo) o Mestre Irineu para lá também transferiu os seus trabalhos. Ao término de uma Concentração, Daniel, cansado, voltando para casa, adormeceu a margem do igarapé São Francisco e teve um sonho, uma visão: a descida do céu de dois Anjos que, por ordem da Virgem da Conceição, lhe entregaram um Livro Azul e lhe falaram no cumprimento de uma missão.
Esta foi a “primeira morte” de Daniel Pereira de Mattos, quando dessa experiência e revelação renasce como místico e devoto de São Francisco das Chagas. A visão do Livro Azul por Daniel pode ser encarada como o primeiro ensinamento da doutrina que então surgia. Cada página deste livro foi e continua sendo instruções musicadas (salmos) recebidas e a cor do livro, o azul, representa o céu, de onde provêm revelações do nosso Pai de bondade, da Virgem Mãe Santíssima e dos Seres Divinos da Corte Celestial.
Os trabalhos espirituais com Daime do Mestre Daniel Pereira de Mattos tiveram a duração de doze anos (1946-1958). Daniel construiu uma casinha rústica de taipa e paus roliços, semelhante a uma pequena casa de seringal – a Capelinha de São Francisco. Lá ele recebeu os salmos de louvor e instruções provenientes dos planos sagrados – o Astral Superior. Neste espaço começou o trabalho de atendimento denominado “Obras de Caridade”. No início era procurado pelos seringueiros e caçadores da região junto com suas famílias. Pouco tempo depois, moradores da zona urbana de Rio Branco passaram a procurá-lo.
Daniel passou desta vida para a eternidade no interior da casinha de Feitio do Daime no dia 08 de setembro de 1958, às 18:30h, no início da romaria de São Francisco das Chagas. Seu corpo foi colocado no interior da igreja, sobre a mesa de concreto que ainda estava em fase de construção.
Chamei lá nas alturas Para o Divino me ouvir A minha mãe me respondeu Oh filho meu, estou aqui.
Voltando a história do recebimento do hino 107 - Chamei lá nas alturas, pelo Mestre Raimundo Irineu Serra, conta-se que no dia do velório e enterro do Frei Daniel, dentro da própria Capelinha de São Francisco, foi durante o velório que o Mestre Irineu recebeu este hino, e o chamamento a entidades do Astral, comum a tradição ayahuasqueira, é aí uma invocação a Sempre Virgem Maria, que pressurosamente atende: “Oh filho meu, estou aqui”.
Esta cruz no firmamento Que radeia a Santa Luz Todos que nela firmar É para sempre, amém, Jesus.
Na estrofe final, uma das mais belas imagens da cristandade se cristaliza nos versos desta canção e na superconsciência da miração: uma majestosa cruz luminosa envolvendo, no firmamento, o Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao término do enterro do Mestre Daniel Pereira de Mattos, o gigante Irineu Serra tendo ao seu lado a pequenina Percília Matos da Silva e os demais acompanhantes, voltaram para casa, nas terras sagradas do Alto Santo, cantarolando este hino, para ser apresentado a toda a irmandade.
Festividade consolida o Acre como destino etnoturístico
Povo Yawanawá dá boas vindas aos visitantes no início da maior festival da cultura indígena do Estado (Foto: Onofre Brito/Secom)
Se fosse possível resumir em poucas palavras o que foi o 8º Festival Yawa eu diria: "Cinco dias de festa no céu". No domingo à tarde, dia 25 de outubro, aconteceu a cerimônia de abertura com preces, ritos sagrados e cânticos, brincadeiras e danças que iriam durar até quinta-feira num clima de alegria, fraternidade e animação envolvendo cerca de 500 índios Yawanawá e de outras etnias como Ashaninka, Katuquina, Puyanawa, Nukini e Kuntanawa e ainda 200 convidados, entre estes, gente da região, pessoas de outros estados e estrangeiros de seis países. A natureza mostrou toda sua beleza, tanto nos momentos em que iluminava e ardia um sol poderoso, quanto naqueles em que caíam chuvas torrenciais. À noite, a lua, esplendorosa no céu, ora se escondia atrás de nuvens pesadas, ora mostrava sua face luminosa por entre nuvens finíssimas, desenhando mandalas no céu e espiando aquela multidão feliz, enfeitada com cocares, vestida com saias tecidas com palhas de buriti e os corpos pintados com urucum e jenipapo. Era o povo do queixada mostrando às forças criadoras através de cânticos, danças, brincadeiras, culto às tradições espirituais que a existência humana sobre o planeta é possível e, mais que isso, pode ser feliz.
Pinturas representantivas da cultura Yawa são reproduzidas na pele e faz parte do ritual da festa (Foto: Onofre Brito/Secom)
A festa do povo Yawanawá firmou-se como a mais expressiva manifestação da cultura e espiritualidade indígena no Acre, um estado rico em diversidade étnica, com 14 povos indígenas , muitos deles da etnia Pano, na qual os Yawanawá se incluem. A festa não surgiu agora. Muito antes de conhecer o homem branco, os Yawanawá faziam seu festival e convidavam os outros povos indígenas da região. Depois do primeiro contato com o homem branco, ocorrido na primeira metade do século passado, o ‘povo do queixada' (tradução de Yawanawá) passou por um período nebuloso, tornando-se praticamente escravo de seringalistas e, mais recentemente, sofrendo o assédio de missionários americanos que tentaram destruir a cultura original, proibindo a continuação das cerimônias sagradas, insinuando que andar nu é pecaminoso e implantando uma religião e um estilo de vida. Acabaram expulsos pelo cacique/pajé Biraci Brasil (Nixiwaka), do qual se pode informar que é o maior responsável pelo ressurgimento vigoroso da cultura e espiritualidade Yawanawá.
Cacique Biraci Brasil diz que o festival revigorou a cultura, melhorou a autoestima do povo e oferece opção de etnoturismo no Acre (Foto: Onofre Brito/Secom)
Outra batalha vencida pelo povo Yawanawá foi a demarcação de sua terra. Hoje, depois da revisão dos limites, a terra indígena incorporou nascentes e áreas de perambulação, e ficou com 186.395 hectares, um território que começa no médio rio Gregório - expressivo afluente do rio Tarauacá, situado no vale do rio Juruá - seguindo até suas cabeceiras, tudo dentro do município de Tarauacá. A aldeia Nova Esperança - palco da festa - é a principal, abrigando mais da metade de toda a população Yawanawá, onde está localizada a maior escola e onde mora o cacique Biraci e a esposa Putany, primeira mulher pajé do povo Yawanawá. Biraci conta que mesmo durante os anos nebulosos não morreu o sonho de trazer de volta o espírito alegre, o culto às tradições, o cultivo da língua, da espiritualidade e o desejo de compartilhar com a sociedade branca "toda essa nossa história, sem medo de ser feliz". "No passado foi muita humilhação, discriminação, tanta que nós recolhemos nossa felicidade e nossa alegria, por que o branco nos criticava, mangava da gente, nós éramos feios para a sociedade. Hoje é diferente, a sociedade branca vem de várias partes do Brasil e do mundo nos prestigiar, tira suas roupas, pinta seus corpos com jenipapo e urucum, brinca junto com a gente. Isso nos orgulha, nos dá o conforto de que o que fazemos é importante. O festival faz crescer nossa animação e nossa esperança e tem aumentado nossa autoestima", explanou. Portas abertas Durante o 8° Festival Yawa muitas portas se abriram para todos os participantes, através da interação entre conhecimentos e experiências diferentes. Para o povo Yawanawá significou também o estabelecimento de um convênio com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O convênio firmado entre Biraci e o pesquisador Alexandre Quinet vai possibilitar que índios da aldeia visitem e estudem no Jardim Botânico, ao mesmo tempo em que pesquisadores da instituição visitarão a terra Yawanawá. O Jardim Botânico também dará apoio técnico no manejo da flora. O convênio terá grande importância para a solidificação do Centro de Formação e Memória do povo Yawanawá que está sendo implantado na Aldeia Sagrada. Com assessoria do líder daimista Paulo Roberto, o povo Yawanawá entrará com um projeto junto ao Google de monitoramento de todo o território via satélite, o que vai lhe possibilitar a visão e proteção de seu território, dos recursos naturais, flora e fauna em tempo integral.
A Casa dos Budas Ditosos
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Trata-se de mais uma chance de ver (ou rever) Fernanda Torres num espetacular desempenho. Com sotaque baiano, malícia no olhar e, vez por outra, um provocante cruzar de pernas, ela interpreta uma libertina de 68 anos que narra, sem pudores, passagens de sua apimentada vida sexual. Direção do adaptador.
Kate Moss apareceu com um visual bem inusitado em uma balada de Londres: a modelo de 35 anos usava um casaco preto, blusa de botão sem sutiã, legging e uma calcinha de tachinhas por cima da calça, informou o site Daily Mail.
Maitê Proença: "Eu já vi pessoas mortas"
Maitê Proença está acostumada a dar sua opinião sobre diferentes assuntos. Fala o que pensa, escreve, debate, chama para a discussão. Sempre foi assim. É agitada, dinâmica, antenada. Aos 49 anos, apresenta o programa "Saia Justa", no GNT (ao lado de MonicaWaldvogel, Betty Lago e Marcia Tiburi) e tem a primeira peça de sua autoria, "As Meninas", entre os maiores sucessos de crítica do ano.
Dario Zalis
Para essa entrevista ao iG, Maitê foi ao SESC Tijuca, no Rio, onde sua peça fica em cartaz até 20 de dezembro. No palco, as atrizes Analu Prestes, Clarisse Derzié Luz, Sara Antunes, Patrícia Pinho e Larissa Bracher tratam com humor um assunto sempre difícil: a morte. Para a autora, essa é a melhor saída.
“A risada não anula a dor. Mas a gente não deve chorar o tempo todo, a única forma de tolerar o intolerável é com humor”, afirma. E faz uma confissão. Já viu pessoas mortas na sua frente, “em carne e osso”. “Uma vez, estava entrando em cena, precisava descer uma escada cantando, toda concentrada. E vi uma pessoa conhecida, que já tinha morrido”, conta ela, que está escalada para a próxima novela das oito da Globo, "Passione", de Silvio de Abreu.
Dario Zalis
Maitê garante que já viu gente morta
Entre outros assuntos, Maitê explica o fato de ter perdido a pensão dos pais e de como envelhece sem perder a beleza. “Para ser ‘sexy symbol’ tem que ter 20 anos, não tem? Mas vou gostar de mim do mesmo jeito quando tiver 80 anos, caminho nessa direção”, afirma, com atitude. Coisa que ela mostra ter de sobra.
iG: "As Meninas", peça de sua autoria, fala da morte de maneira cômica. Acredita que é possível lidar com esse assunto dessa maneira no dia-a-dia? MAITÊ PROENÇA: A risada não anula a dor. Não temos que fingir que estamos tristes 24 horas seguidas. Quando vou a um velório, vejo isso. As pessoas ficam pelos cantos, contando piada e rindo de casos engraçados do morto, enquanto não estão lá se emocionando. Assim é a dor. A gente não deve chorar o tempo todo, a única forma de tolerar o intolerável é com humor.
iG: É dessa forma que você lida com perdas? MP: Minha relação com a morte é na base da irreverência. Sofro como qualquer outra pessoa, mas não sou do tipo que gosta de sofrimento. Certas coisas, como o sexo e a dor, a gente tem que deixar entre quatro paredes, sem criar espetáculo com isso.
iG: Já teve alguma experiência espiritual? MP: Já tive experiências de estar no meu ser, sem estar no espaço físico que é esse aqui. Nada de chão, teto, cores como as que vemos normalmente. Fui e voltei algumas vezes. E adorei. Se for esse o outro lado, acho ótimo, está de bom tamanho para mim. Se for daí pra melhor, solto fogos de artifício [risos]. É como se fossem orgasmo espirituais, êxtases diferentes. Já estive num lugar extraordinário, um paraíso. É algo muito real, lembro mesmo de que estive ali, tenho certeza.
iG: Essa “viagem” tem a ver com sua incursão no Santo Daime? MP: O Daime foi num dos lugares que experimentei isso com grande intensidade. Pratiquei o daime por três anos. O processo é violento. Foi um divisor de águas na minha vida. É altamente transformador, indiscutível. Talvez aquilo lá tenha me colocado mais sensível a essa meditação transcendental. Já perambulei e experimentei varias tendências religiosas, tenho respeito por todas, e acho que todos os caminhos levam a Roma.
iG: Já viu pessoas mortas? MP: Sim, como estou vendo você na minha frente, gente de carne e osso. Uma vez, estava entrando em cena, precisava descer uma escada cantando, toda concentrada. E vi uma pessoa conhecida, que já tinha morrido.
iG: Não teve medo? MP: Não, precisava fazer a peça. Aí falei: “agora não, não é hora”. Entrei e fui fazer a cena. A pessoa não voltou mais. Numa outra ocasião, em Paraty, vi um colega sentado no palco, rindo alto. E ele também já havia morrido. Ouvi as suas risadas muito alto.
Dario Zalis
iG: Recentemente circulou na internet um vídeo, em que você fala mal dos portugueses. Como foi isso? MP: Não houve intenção de ofender. Fiz um vídeo para mim, quando estava em cartaz em Portugal, há dois anos. O vídeo foi editado, cortaram muitas coisas, tiraram três minutos do contexto e foi parar na internet. Ali também tinha coisas elogiosas de Portugal, mas vai explicar isso a quem não quer ouvir...
iG: Pretende voltar a Portugal em breve? MP: Ah, não vou voltar nesse momento, não acho prudente. Eles me odeiam [risos]. Isso serve para mostrar o quanto é fragilíssimo o amor do público. É como o jogador de futebol, que sai hoje de campo adorado pela torcida, e amanhã, se perde um gol, é vaiado.
iG: Falando agora do assunto da semana, o apagão de terça-feira (10). O que você estava fazendo na hora do blackout que afetou boa parte do Brasil? MP: Estava na casa do (coreógrafo) Evaldo Bertazzo, em Higienópolis, São Paulo. Ele estava preparando uma comida deliciosa pra gente, quando houve o blackout. Fui para a janela e vi que era sério mesmo. É um pouco assustador. Eles prometeram que apagão era coisa do passado, francamente...
iG: Como cidadã, a que ponto isso te irrita? MP: Me irrita muito saber que não existe plano B e que na hora de explicar, o governo não consegue falar nada. Não é possível que ninguém saiba o que aconteceu. Ficar essa especulação de que foi um raio? Já ouvi até que a culpa foi de uma árvore! É melhor mentir então. Eles (o governo) mentem tanto... Diz então que foi uma coisa do além, um meteoro, sei lá...
iG: Conseguiria resumir o governo Lula em uma palavra? MP: Não consigo. Sem palavras. Ele está além da minha compreensão. É incrível que ele tenha a popularidade que tem, que ele seja tão blindado a tudo que acontece em torno do governo, apesar de todos os escândalos, que ele continue cada vez mais adorado pelo povo.
iG: No começo do mês, o governo paulista suspendeu a pensão deixada pelos seus pais, alegando que você esteve casada. Vai recorrer da decisão? MP: O processo está em andamento, não posso dar explicações. O que posso falar é que meu pai pagou a vida inteira, todo mês uma quantia foi subtraída do salário dele destinada à sua filha solteira. É meu direito adquirido, não podem tirá-lo de mim.
iG: A Justiça alega que você manteve uma relação estável por doze anos. MP: Vai no Aurélio ou no Houaiss e veja o que é um casamento. Eu não me casei.
iG: Fernanda Young disse que posou nua agora, porque queria provocar seus ex. É um bom motivo para tirar a roupa? MP: Para ela deve ser. Ela deve estar precisando muito dar essa resposta! Mas não gosto de radicalizar, senão caímos no caso da Geisy (Arruda, estudante que foi humilhada na faculdade Uniban por causa de seus trajes), que mostrou as pernas como se fosse a coisa mais extraordinária no Brasil, onde até juízes de Direito desfilam de peito de fora no carnaval.
iG: Nesse caso da estudante, houve quem afirmasse que ela não estava com os trajes certos para uma faculdade. MP: O problema não é a saia curta. Ela é uma moça pobre, vulnerável, branca... Se Geisy fosse negra, não teriam feito isso com ela. Porque seriam acusados de racismo.
iG: Como assim? MP: Se ela fosse negra, estaria protegida dessa situação. O cara que tem ímpeto fascistoide ataca o exemplo mais vulnerável. Vai na moça pobre, de sainha curta, desprotegida... Por que não fazem isso com a Adriane Galisteu na rua? Porque não vão bancar isso com uma famosa. As pessoas estão de pernas de fora em qualquer revista. Ah, mas ali é faculdade?! Faculdade é para formar pessoas aptas à vida adulta, e não para chafurdar os outros.
Dario Zalis
A atriz questiona: para ser 'sexy symbol' tem que ter 20 anos, não tem?
iG: Posaria nua de novo? MP: Ah, já fiz. Está de bom tamanho. Não posaria, nem que a proposta fosse muito boa. Só posei, porque era algo totalmente diferente de tudo que já tinha visto. E para ser “sexy symbol” tem que ter 20 anos, não tem?
iG: Não necessariamente. MP: Eu vou gostar de mim do mesmo jeito que hoje, quando tiver 80 anos, caminho nessa direção. Não vou ficar reclamando de nada. As coisas estão mais moles, não estão mais nos seus devidos lugares. Mas tenho outros atributos a oferecer.
iG: Quais, por exemplo? MP: Se as pessoas vêm ver minha peça, e gostam... é um atributo [risos].
SERVIÇO Peça "As Meninas" Teatro Sesc Tijuca – Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca - RJ Tel. 21 3238-2100 Sextas, sábados e domingos, 20h Preços: R$16
Thalita Rebouças no Sempre um Papo O Sempre um Papo recebe a escritora de livros juvenis Thalita Rebouças para o lançamento de mais uma obra que promete fazer sucesso entre os jovens. Fala sério, pai! é o quinto livro da série Fala Sério..., que já ultrapassou a marca de 350 mil exemplares vendidos. Thalita Rebouças iniciou sua carreira em 1999, mas só conquistou a notoriedade do grande público em 2003. Em 2005, começou a assinar a coluna Fala Sério! na última página da Revista Atrevida. Quando: Dia 19 de novembro (quinta-feira), às 15 horas Quanto: Entrada franca Onde: Biblioteca Pública Estadual (Av. Getúlio Vargas, 389, Centro), Rio Branco
O Cheiro da Feijoada é um monólogo de Thomas Bakk, da Cia. de Teatro em Black e Preto do Rio de Janeiro, interpretado por Iléa Ferraz. O espetáculo traz a história da feijoada junto a todos os movimentos históricos que propuseram mudanças no Brasil e que foram influenciados pela questão da escravidão. Com uma licença poética que lhe confere originalidade e recupera nomes como o de Tiradentes e Zumbi dos Palmares, por exemplo. Quando: Dias 13 (em português) e 16 (francês) de novembro, às 20 horas Quanto: Inteira: R$10 Meia: R$5 Onde: Teatro de Arena do Sesc (Avenida Brasil, nº. 713,
indo para esquerda do Mestre Irineu,o segundo homem de óculos é o MESTRE DANIRL,FREI DANIRL.
MESTRE DANIEL TOCAVA VIOLINO NOS TRABALHOS COMANDADOS PELO MESTRE IRINEU NO ALTO SANTO.(O VIOLINO ESTA NA EXPOSIÇÂO NO MEMORIAL DANIEL PEREIRA DE MATTOS)
Lançamento do Psicorevolução:
Dia: Sábado, 21 de novembro de 2009
Local: Sede do Vivarte (Ao lado da Barquinha da Dona Chica, rua do Condomínio Monte Rei, bairro Izaura Parente)
Horário: a partir das 20 horas
Programação - Exposição de Esculturas; Artes plásticas; Artesanato;
- Exibição de vídeos;
- Intervenções teatrais;
- Declamação de poesias;
- Músicas;
- Sua importante participação;
- Entre outros.
Contamos com sua presença!
Psicorevolução: Sobre o autor
Armando Pompermaier vive em um universo paralelo em expansão numa outra dimensão no interior do ser onde é astronauta de si mesmo, exercendo também a função de arquiteto de nuvens e, nos momentos vagos, se dedicando ao cultivo dos jardins de sistemas solares que traz dentro de si.
Nascido no nosso sistema solar da nossa Via Láctea, nosso conterrâneo cósmico tem feito experiências de expansão das fronteiras da sua mente e nesta vida é apenas a reencarnação do primeiro homem a pisar em solo solar a 60 mil anos atrás numa viagem mental tripulada indígena ayahuasqueira em missão de paz pelo cosmo e nada mais, como tudo nesse mundo.
Faz também pós-graduação no vazio da existência humana, e quando está nesta dimensão da existência se dedica ainda a colorir os pores-do-sol, assim como colocar as estrelas na noite do céu estrelado amazônico.
Mas Armando sente saudades de voltar para as estrelas de onde realmente veio e onde fará sua eterna morada, onde um dia voltará a ser poeira cósmica. No entanto, seu coração continuará pulsando enquanto houver poesia, mesmo a feita do brilho das luzes das estrelas.
Blog sobre um certo surrealismo acreano com Kilrio Farias e Gregório Dantas e eu:
Comemorações de 106 do Tratado de Petropólis terá show da dupla Chitãozinho e Xororó
Tatiana Campos
13-Nov-2009
Governador Binho Marques anuncia evento que será aberto ao público, no próximo dia 28, encerrando um ciclo de entrega de 106 obras e ações do Governo em todo o Estado
Chitãozinho e Xororó fará show em Senador Guiomard como parte das comemorações dos 106 anos do Tratado de Petrópolis (Foto: Divulgação)
Para encerrar um ciclo de 106 obras e ações do Governo do Estado e comemorar os 106 anos do Tratado de Petrópolis, o governador Binho Marques anuncia o show com uma das maiores duplas sertanejas do Brasil:Chitãozinho e Xororó fazem show em Senador Guiomard, aberto ao público, no próximo dia 28. O evento está marcado para as 20h30, no Parque de Exposições do Quinari, após a entrega das obras de duplicação da AC-40, ligando a capital Rio Branco a Senador Guiomard. Toda essa programação especial será o tema do programa de rádio "Dois Dedos de Prosa" com o governador Binho Marques na próxima segunda-feira, 16, às 7h30, nas principais rádios do Acre.
O show acontece no dia em que o governador Binho Marques entrega a última obra que faz parte das 106 obras e ações executadas no mês de novembro pelo Governo do Estado, contemplando investimentos de mais de R$ 146 mil, em todos os municípios acreanos. Entre as principais estão a pavimentação de 93 quilômetros de ramais, reforma do Teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul; inclusão de 1.093 famílias no Luz para Todos; entrega de quatro novas escolas e cinco reformadas; formação e contratação de 600 novos policiais militares, entre outros. A apresentação da dupla encerra as comemorações do Tratado de Petrópolis, firmado em 17 de novembro de 1903, no Rio de Janeiro, entre Brasil e Bolívia. O acordou formalizou a incorporação do Acre ao Brasil. A região onde o Acre está localizada, pertencia, originalmente, à Bolívia, mas era ocupada por seringueiros brasileiros, que lutaram para que o território fosse incorporado ao Brasil. O governo brasileiro indenizou o Bolivian Syndicate em 110 mil libras esterlinas pela rescisão do contrato de arrendamento firmado em 1901 com o governo boliviano, além de pagar à Bolívia a quantia de 2 milhões de libras esterlinas.
Sobre a dupla
Não foi da noite para o dia que José Lima Sobrinho e Durval de Lima transformaram-se em Chitãozinho & Xororó, nomes nacionalmente conhecidos e respeitados pelo grande público. Foram anos de muito trabalho e dedicação - incluindo inúmeras apresentações em circos e com investimentos do próprio bolso - para alcançarem o status de ícones da música sertaneja e, também, uma marca de sucesso. Persistência, garra e amor à música foram palavras de ordem para que eles acumulassem a marca de 35 milhões de discos vendidos, 31 álbuns inéditos, três DVDs, dois prêmios Grammy, centenas de discos de ouro, platina e diamante, programas de televisão, homenagem da X-9 Paulistana com samba-enredo contando sua história entre outros muitos feitos. Os irmãos de Astorga, no Paraná, foram os primeiros sertanejos a tocar em rádios FM no Brasil e a incluir banjos e guitarras elétricas neste estilo musical. Isso sem jamais perder a essência da música de raiz sertaneja. Também foram os primeiros deste estilo musical a colocar o país no topo das paradas da Billboard. Eles começaram a colher os primeiros resultados em 1978 com 60 Dias Apaixonados ao conquistarem o primeiro disco de ouro da carreira. Dois anos depois, triplicaram as vendas com Amante Amada, 600 mil cópias, e levaram para casa disco duplo de platina. Mas foi com Fio de Cabelo, do álbum Somos Apaixonados, de 1982, que aconteceu, de fato, a grande explosão da dupla. A música estourou nas rádios do Brasil e o disco alcançou o número de 1,5 milhão de cópias vendidas, tornando-se um marco na carreira de Chitãozinho & Xororó e rompendo as barreiras do preconceito contra o gênero sertanejo. A partir daí, eles tiveram o privilégio de deixar mais dezenas de clássicos na história da música sertaneja como, por exemplo, Se Deus Me Ouvisse (1986), Fogão de Lenha (1987), No Rancho Fundo (1989), Evidências e Nuvem de Lágrima (com Fafá de Belém) (1990), Brincar de Ser Feliz (1992), Página de Amigos (1995), Alô (1999), Frio da Solidão (com Roupa Nova, 2001), Sinônimos com Zé Ramalho (2004), A Majestade o Sabiá, com Jair Rodrigues, Arrasta uma Cadeira, em 2005, uma composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos feita especialmente para cantarem com a dupla e, segundo os autores, levou catorze anos para ficar pronta; entre muitas outras
E o blues vai rolar de novo...dia 17,a FESTA MISTICA continua!
Meu filho escreveu
um guerreiro que ataca, nao recua .. só avança !
Todo guerreiro já ficou com medo de entrar em combate. Todo guerreiro já traiu e mentiu no passado. Todo guerreiro já perdeu a fé no futuro. Todo guerreiro já trilhou um caminho que não era o dele. Todo guerreiro já sofreu por bobagens. Todo guerreiro já achou que não era um guerreiro . Todo guerreiro já falhou em suas obrigações . Todo guerreiro já disse SIM quando seu coração pedia que dissesse NÃO. Todo guerreiro já feriu profundamente alguém que amava. Por isso é que é um Guerreiro.
Porque passou por estes desafios e não perdeu a Esperança de se tornar melhor.
Pena eu perder essa..
Fernanda Vasconcellos na RG Vogue
São Paulo será palco, no final do mês, de um encontro inédito entre um dos maiores guitarristas da história do blues e de uma das grandes cantoras de jazz da atualidade. Ele é Buddy Guy, 73 anos, admirado por músicos do quilate de Jimi Hendrix e Eric Clapton. Ela é Dianne Reeves, 50 anos, ganhadora de quatro Grammys, três deles consecutivos.
O encontro acontecerá no dia 29 de novembro, num show gratuito no Parque da Independência, em São Paulo. Faz parte da série Telefônica Open Jazz que, no ano passado, promoveu parcerias entre Herbie Hancock e Macy Gray e entre Brandford Marsalis e Chaka Khan.
Segundo a própria Dianne Reeves contou ao iG Música, em entrevista por telefone, ela e Buddy Guy jamais trabalharam juntos. E também não ensaiaram nada. "Ainda não decidimos o que vamos fazer. Provavelmente vamos nos encontrar logo antes do show e resolver na hora", brinca. "De qualquer maneira, estou muito empolgada, afinal ele é um dos maiores guitarristas do mundo".
O gosto pelo improviso combina com o estilo de Reeves. Quando perguntada sobre o que cantaria neste show, ela preferiu manter segredo. "Tenho algumas coisas em mente, mas acho melhor não contar. Se eu falar e você escrever, o público criará expectativas e daí eu não poderei mudar de ideia. Gosto de manter minha liberdade para cantar o que eu quiser", explica.
Ela deixa nas entrelinhas, no entanto, que alguma canção brasileira entrará no repertório. O que não é nenhuma surpresa, afinal Reeves é fã da música feita no país. O primeiro contato aconteceu ainda nos anos 70. "Meu primeiro disco de música brasileira foi um da Flora Purim (cantora de jazz brasileira radicada nos EUA desde os anos 60) chamado Stories to Tell", conta.
A banda que acompanha a cantora tem inclusive um integrante nascido no país, o guitarrista Romero Lubambo. "Não existe a possibilidade de eu cantar aí e ele não vir junto", afirma. Será a segunda passagem de Reeves pelo Brasil este ano. Em junho, ela fez uma pequena turnê - com Lubambo - por Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.
Buddy Guy também virá ao país pela segunda vez em 2009. Em março, ele fez três elogiadas apresentações no Brasil, uma em Porto Alegre e duas em São Paulo. O evento do dia 29 é gratuito e começa às 16h, no Parque da Independência. O público estimado pelos organizadores é de 25 mil pessoas
Nas barcas,no Porto de Rio Branco no meio da Floresta tem uma Megan Fox
Acústico em Som Maior Apresenta
Grupo Pau d'Arco e Aroeira
*F E S T A M Í S T I C A* Theatro Helio Melo-Rio Branco-AC Terças-19:30-dias 10,17 e 24 de novembro de 2009.
canções que recebemos graças à luz do daime
As músicas inspiradas pelo uso da ayahuasca trazem um mundo verdadeiro, misterioso e apaixonanteressaltando assim aspectos da própria floresta de onde vem a bebida. _ *Convidados para este trabalho*_*:*
Participações especiais: Ana Rosa, Diana Goulart, Francis Mary, Daniel Zen, Dirciney Souza, Karla Martins, Marcelo Roverso(gaita em Caminhando na Floresta).
Músicos Convidados: Emanuel Jr., Chico Gabriel, André Tavares, Mirim, Geraldo Filho, Marujinhos de Luz (Alexandre Silva, Marcos Júnior, Wellison Aguiar)
Intérpretes Convidados: Gabriela Amália, Soraya Araújo, João Campos, Izabel Araújo, Geraldo Filho, Minéia Lopes, Marujinhos de Luz (crianças e jovens das Barquinhas)
Rainha da floresta (Pia Villa, Felipe Jardim e Terri de Aquino)
Festa mística (Leila Hoffmann)
A luz do norte (Leila Hoffmann)
Agradecimento (João Campos do Nascimento)
Barquinha (Francis Mary e Leila Hoffmann)
Saudades de uma mãe (Antônio Geraldo da Silva)
Presente de Jah (Sílvio Margarido)
Senhora da selva (J. Velloso)
Modinha (Neiva Nara)
Dádiva da terra (Neiva Nara)
Caminhando na floresta (Leila Hoffmann)
Moro no meio da mata (Benki Ashaninka)
*Direção Artística: *
Antônio Brandão e Cristiane de Bortoli.
As músicas inspiradas pelo uso da ayahuasca trazem um mundo verdadeiro, misterioso e apaixonante, ressaltando assim aspectos da própria floresta de onde vem a bebida.
Em 2006 o Grupo “Pau d’Arco e Aroeira” surgiu com uma nova proposta: envolver artistas que fazem uso da bebida ayahuasca num trabalho musical. Realizaram apresentações e receberam sugestões para produção de um CD com essas canções.
Com o financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Edição 2007 surgiu esse trabalho: “Festa Mística”, que traz em sua essência o que o Acre tem de mais autêntico em sua cultura, que é a utilização ritualística do Santo Daime. O CD será lançado no terceiro show, dia 24 de novembro de 2009 e nesse trabalho, Festa Mística, somos convidados a nos embalar e bailar entre tantos ritmos lúdicos, espirituais, artísticos. São canções além dos hinos e pontos cantados ou bailados nos trabalhos das igrejas de doutrinas daimistas e que, nascidas com esta religião da floresta, falam de amor e de vários elementos da natureza.
Uma música onde os Mestres certamente se encontram e, com as forças e mistérios da Rainha da Floresta, inspiram os membros do Grupo “Pau d’Arco e Aroeira” para cantarem e tocarem, de forma simples porém muito amorosa, coisas que iluminam suas almas e onde, as crianças e jovens das Barquinhas estão incluídos, representando os encantos e dando um toque sutil à essência das mensagens. A viagem é mística, pois tudo o que foi inserido nesse show veio da luz
Verônica Padrão
Verônica Padrão homenageia a cantora argentina Mercedes Sosa, em show que contará com a participação especial de Karla Martins, do guitarrista Judson Avelino, além dos componente da banda James Fernandes (violão e baixo), Virgínia Villanova (teclado), Nilton Baruru (sanfona), Gabriel Brito, Marilua e Paulinho Nobre na percussão e Janilson Félix (flauta). Quando: Dias 13, 14 e 28 de novembro, às 19 horas Quanto: Inteira: R$10 Meia: R$5 Onde: Theatro Hélio Melo (Avenida Getúlio Vargas, nº309, Centro), Rio Branco
Festa Mística no Acústico em Som Maior
Em 2006 o Grupo Pau d’Arco e Aroeira surgiu com uma nova proposta: envolver artistas que fazem uso da bebida ayahuasca num trabalho musical. Festa Mística traz em sua essência o que o Acre tem de mais autêntico em sua cultura, que é a utilização ritualística do Santo Daime. O CD será lançado no terceiro show, dia 24 de novembro. Quando: Dias 10, 17 e 24 de novembro, às 19 horas Quanto: Inteira: R$5 Promocional: R$5 Onde: Theatro Hélio Melo (Avenida Getúlio Vargas, nº309, Centro), Rio Branco
O Mundo de Cartola
Cartola é um dos maiores compositores brasileiros e que ao longo de mais de cinco décadas construiu um dos legados musicais mais importantes do cancioneiro nacional. Com o samba, ele compôs e cantou o amor como poucos. No Acre, um grupo de músicos decidiu se reunir para fazer uma homenagem a este artista, no show O mundo de Cartola, em Rio Branco. Agenda: 07/11 Theatro Hélio Melo, às 20 horas 08/11 e 15/11 Biblioteca da Floresta, às 19 horas Entrada Franca
Neschling irá dirigir Companhia Brasileira de Ópera
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, anuncia hoje a criação da Companhia Brasileira de Ópera, um projeto de governo que será dirigido pelo maestro John Neschling nos moldes das grandes companhias internacionais.
a seleção dos integrantes da companhia deve começar em dezembro, para que o grupo estreie por volta de abril de 2010.
O maestro Ira Levin, regente da orquestra do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, já foi confirmado como um dos maestros convidados.
Uma Vida Inventada Memórias Trocadas e Outras Histórias
Livro de Maitê Proença
John Neschling ganha ação contra Osesp
O maestro John Neschling ganhou a ação trabalhista que movia contra a Fundação Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).
A Justiça considerou nulos os contratos do regente com a orquestra e avaliou que ele deveria ser considerado um empregado, com direito a férias, 13º salário, FGTS e indenização por ter sido demitido. A sentença determina que Neschling receba R$ 4,3 milhões.
Os advogados da fundação informam que vão recorrer.
Neschling foi demitido da Osesp em janeiro e, dois meses depois, entrou na Justiça exigindo que a direção da orquestra lhe pagasse R$ 12,5 milhões.
O valor equivale a cem salários que ele recebia como regente (R$ 125 mil por mês). A defesa do maestro sustentou que ele foi desrespeitado como ser humano por ter sido demitido por e-mail, com ampla divulgação inclusive no site da orquestra.
Além disso, o advogado Luís Carlos Moro também defendia a nulidade do contrato que o maestro tinha com a Osesp.
Sinopse
Com uma narrativa que destila ironia e senso de humor, Maitê Proença mistura literatura e vida para contar casos surpreendentes, entremeados pela história de uma menina que quis desbravar o mundo e, descobrindo-o, descobriu a si mesma.
A segunda incursão da atriz na literatura confirma o seu talento no campo das palavras e mostra que, mais importante do que a verdade é o jogo narrativo em que ela nos envolve.
O que anda acontecendo em Sampa?
"A Loba de Ray-Ban", com Christiane Torloni, estreia em palco de SP
Este fim de semana é marcado por quatro estreias teatrais. Entre elas, está "A Loba de Ray-Ban", versão feminina do espetáculo de Renato Borghi encenado pela primeira vez na década de 1980.
"A Loba de Ray-Ban" Texto: Renato Borgui. Direção: José Possi Neto. Com: Christiane Torloni, Leonardo Francio e Maria Maya. 90 min. Não recomendado para menores de 14 anos. A versão feminina do texto de Renato Borghi apresenta um triângulo amoroso com situações convencionais e também de bissexualidade entre atores de uma mesma companhia teatral.
É a segunda parte do conjunto de quatro peças que partem da vida e da obra de Cacilda Becker para narrar a história do teatro brasileiro. Nesta parte, é revivida a pouco conhecida fase em que a atriz viveu no Rio, no frescor de seus 20 anos.
Oficina: R. Jaceguai, 520 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3104-0678
Um casal de jovens apaixonados vive os conflitos de uma relação a dois. A história transita entre as canções do Rei Roberto, como "Detalhes", "Ciúme de Você" e "Eu Sou Terrível".
Teatro Cosipa Cultura: Av. do Café, 277 - Vila Guarani - Sul. Telefone: 5070-7018
O texto, adaptado pelo ator Paulo César Pereio, foi inspirado no livro "Listen, Little Man!", do psiquiatra austríaco Wilhelm Reich, que foi discípulo de Sigmund Freud.
Unidade Provisória Sesc Avenida Paulista Espaço 5º andar: Av. Paulista, 119 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3179-3700
Baseado no conto de Dostoiévski, narra a história de um homem amargurado que resolve se matar. Seus planos são frustrados quando encontra uma menina que lhe pede ajuda. Integra a mostra Ágora 10 Anos.
Ágora Teatro Sala Gianni Rato: R. Rui Barbosa, 672 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3284-0290
Neste monólogo, a atriz parte do livro homônimo para tratar de dilemas éticos, em especial da tensão entre tradição e ruptura. Premiado com o Shell 2007 de melhor atriz.
Livraria Cultura - Conjunto Nacional Teatro Eva Herz: Av. Paulista, 2.073 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3170-4059
O espetáculo de Domingos de Oliveira, sucesso nos anos 90, volta em nova montagem. Com uma abordagem bem-humorada, as atrizes levam ao palco as preocupações e temores das mulheres na faixa dos 30 anos.
Teatro Folha: Av. Higienópolis, 618, piso 2 - Consolação - Centro. Telefone: 3823-2323
Joss Stone lança "Colour me Free" na capital paulista em novembro
A cantora inglesa Joss Stone volta a São Paulo para lançar seu novo trabalho, "Colour me Free", em uma noite no HSBC Brasil (região sul da capital paulista). A apresentação acontece em 22 de novembro. A cantora também se apresentará no Rio de Janeiro no dia 21.
Os ingressos começam a ser vendidos para o público em geral no sábado (31). Até sexta-feira (30), só clientes do HSBC e do Mastercard poderão adquirir os tíquetes.
Com vozeirão de diva, Stone, aos 22 anos, é um fenômeno da música soul. "You Had Me", "Don't Cha Wanna Ride" e "Tell me What We Gonna Do" são alguns dos hits da inglesa. Por aqui, as músicas do novo "Colour me Free" também entram no repertório.
HSBC Brasil - r. Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/4003-1212. 22/11: 20h30. Ingr.: de R$ 70 a R$ 300. Não recomendado para menores de 14 anos
A cantora de soul britânica Joss Stone se apresenta no HSBC Brasil em 22 de novembro
A banda dos guitarristas da cena blues paulistana Fábio Brum e Marcelo Watanabe com o escritor, ator e compositor Mário Bortolotto toca apenas repertório próprio com letras em português, aproveitando a poesia suja e o blues de Bortolotto.
The Wall Café: R. Treze de Maio, 152 - Bela Vista - Centro. Telefone: 5844-0066
Uma das grandes divas da MPB, a cantora se apresenta acompanhada do pianista Giba Estevez. Durante o show, entoa clássicos como "Caminhos Cruzados", "Retrato em Branco e Preto", composições de Fátima Guedes e Sebastião Tapajós, entre outras.
Casa de Francisca: R. José Maria Lisboa, 190 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3052-0547
Formada em 1964, a banda foca nas raízes do jazz para elaborar o repertório. Integram o grupo Alcides "Cidão" Lima (bateria e washboard), Edo Callia (piano), Eduardo Bugni (banjo e violão), Austin Roberts (trompete), Carlos Chaim (contrabaixo), William Anderson (trombone)e Marcos Mônaco (clarinete e sax-tenor).
Pq. Villa-Lobos: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001 - Alto de Pinheiros - Oeste. Telefone: 3023-0316
A jovem cantora e compositora apresenta canções do espetáculo "Pobre Menina Rica". Baseado no disco de Carlos Lyra e Dulce Nunes, lançado em 1964, o musical conta, por intermédio das canções, o encontro da Pobre Menina Rica com o Mendigo Poeta.
Balneário das Pedras: R. Lisboa, 191 - Cerqueira César - Oeste. Telefone: 3082-4344
A promissora intérprete, filha de pai cubano e mãe brasileira, apresenta show baseado em seu primeiro (e homônimo) disco. Destaque para faixas como "Drume Negrita", "Ta-hí" e "Sonho Meu".
Centro Cultural Banco do Brasil Teatro: R. Álvares Penteado, 112 - Centro - Centro. Telefone: 3113-3651
A jovem cantora apresenta o repertório de seu segundo CD, "Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria", no qual interpreta canções de nomes como Junio Barreto, Moreno Veloso, Quito Ribeiro, Rodrigo Maranhão e Lula Quiroga (autor da faixa-título).
Citibank Hall: Av. dos Jamaris, 213 - Moema - Sul. Telefone: 2846-6000
Um dos principais bateristas e percussionistas da música brasileira, o cantor e compositor apresenta o espetáculo "Alô, Bateria!". Entre os convidados estão Fabiana Cozza e Renato Braz.
Itaú Cultural Sala Itaú Cultural: Av. Paulista, 149 - Bela Vista - Centro. Telefone: 2168-1777
Lançamento do primeiro CD, que tem o mesmo nome da intérprete, de 22 anos. Graziella mescla teatro e coreografia à música, criando um ambiente único. O CD contém 12 faixas, sendo uma delas com participação especial do cantor Jairzinho.
Tom Jazz: Av. Angélica, 2.331 - Higienópolis - Centro. Telefone: 3255-0084
Formado por atrizes como Fernanda D'Umbra, Guta Ruiz e Lavínia Pannunzio, o grupo interpreta "Speak Low", de Kurt Weill, e "Socorro", de Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, entre outras.
Instituto Cultural Capobianco Teatro da Memória: R. Álvaro de Carvalho, 97 - Centro - Centro. Telefone: 3237-1187
A cantora e pistonista, sobrinha de Cauby Peixoto, tem como influências intérpretes como Elis Regina, Alcione, Jane Duboc, Fátima Guedes, Maria Bethânia e Elza Soares, em suas apresentações de jazz e samba.
Bar Brahma Salão principal: Av. São João, 677 - República - Centro. Telefone: 3333-0855
Uma das grandes revelações do samba paulista, a cantora Carolina Soares possui quatro CDs de capoeira gravados e prepara o lançamento de um álbum de samba.
Bar Brahma Salão principal: Av. São João, 677 - República - Centro. Telefone: 3333-0855
Filho e discípulo musical de João Nogueira, o jovem sambista carioca mostra o espetáculo baseado no disco "Diogo Nogueira ao Vivo", acompanhado de dez músicos.
Fletch perdeu o emprego, e Jimmy, a namorada. Os dois decidem, então, passar um final de semana no campo e acabam presos num vilarejo onde as mulheres são vítimas da lendária maldição das vampiras lésbicas
Jennifer, a garota mais desejada da cidade, é possuída por um demônio faminto, tornando-se uma devoradora de garotos. Todos aqueles que nunca tiveram chance com ela passam a ser alvo de seu enorme apetite.
Livro com informações sobre antigos rituais indígenas da pajelança é roubado por um grupo de atores que planejam basear uma peça nos textos. Durante os ensaios, um dos integrantes começa a matar os colegas, enquanto seu corpo apodrece.
O menino Oskar conhece Eli, uma garota que se muda para a vizinhança com o pai. A cidade começa a ser assombrada por uma série de assassinatos e desaparecimentos inexplicáveis após a chegada da menina. Não leva muito tempo para Oskar perceber que Eli é uma vampira.
A história de Gabrielle "Coco" Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa e se torna a lendária estilista de alta-costura que virou um símbolo de sucesso, liberdade e estilo.
Baseado no livro de José Saramago, o longa retrata uma misteriosa epidemia de cegueira que assola a população de uma cidade. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam as pessoas, e os contaminados são colocados em quarentena em um hospital abandonado. Lá, uma mulher --que não foi contagiada, mas finge estar cega para acompanhar o marido-- irá liderar um grupo que tenta fugir do isolamento.
Casal gay de Hong Kong vai à Argentina e acaba tendo que ficar mais tempo por lá. Sem dinheiro para voltar para casa, a relação se deteriora e um deles arruma um amante.
Atriz Inez Viana (foto) interpreta "A Mulher que Escreveu a Bíblia", que entra em cartaz na Caixa Cultural Sé, no centro.
O monólogo homônimo ao livro é conduzido pela atriz Inez Viana, que interpreta uma mulher horrível, rejeitada pelos homens. No isolamento, aprende a escrever e se apaixona pela atividade.
A personagem se torna a 700ª mulher do rei Salomão, que tampouco tem coragem de manter relações com a moça. No entanto, quando o rei descobre a capacidade da esposa de contar histórias, a vida dela se transforma.
Com direção de Guilherme Piva e adaptação teatral de Thereza Falcão, a peça fica em cartaz até 22 de novembro.
"A Loba de Ray-Ban", com Christiane Torloni, estreia em palco de SP
Este fim de semana é marcado por quatro estreias teatrais. Entre elas, está "A Loba de Ray-Ban", versão feminina do espetáculo de Renato Borghi encenado pela primeira vez na década de 1980.
"A Loba de Ray-Ban" Texto: Renato Borgui. Direção: José Possi Neto. Com: Christiane Torloni, Leonardo Francio e Maria Maya. 90 min. Não recomendado para menores de 14 anos. A versão feminina do texto de Renato Borghi apresenta um triângulo amoroso com situações convencionais e também de bissexualidade entre atores de uma mesma companhia teatral.
É a segunda parte do conjunto de quatro peças que partem da vida e da obra de Cacilda Becker para narrar a história do teatro brasileiro. Nesta parte, é revivida a pouco conhecida fase em que a atriz viveu no Rio, no frescor de seus 20 anos.
Oficina: R. Jaceguai, 520 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3104-0678
Um casal de jovens apaixonados vive os conflitos de uma relação a dois. A história transita entre as canções do Rei Roberto, como "Detalhes", "Ciúme de Você" e "Eu Sou Terrível".
Teatro Cosipa Cultura: Av. do Café, 277 - Vila Guarani - Sul. Telefone: 5070-7018
O texto, adaptado pelo ator Paulo César Pereio, foi inspirado no livro "Listen, Little Man!", do psiquiatra austríaco Wilhelm Reich, que foi discípulo de Sigmund Freud.
Unidade Provisória Sesc Avenida Paulista Espaço 5º andar: Av. Paulista, 119 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3179-3700
Baseado no conto de Dostoiévski, narra a história de um homem amargurado que resolve se matar. Seus planos são frustrados quando encontra uma menina que lhe pede ajuda. Integra a mostra Ágora 10 Anos.
Ágora Teatro Sala Gianni Rato: R. Rui Barbosa, 672 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3284-0290
Neste monólogo, a atriz parte do livro homônimo para tratar de dilemas éticos, em especial da tensão entre tradição e ruptura. Premiado com o Shell 2007 de melhor atriz.
Livraria Cultura - Conjunto Nacional Teatro Eva Herz: Av. Paulista, 2.073 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3170-4059
O espetáculo de Domingos de Oliveira, sucesso nos anos 90, volta em nova montagem. Com uma abordagem bem-humorada, as atrizes levam ao palco as preocupações e temores das mulheres na faixa dos 30 anos.
Teatro Folha: Av. Higienópolis, 618, piso 2 - Consolação - Centro. Telefone: 3823-2323
Joss Stone lança "Colour me Free" na capital paulista em novembro
A cantora inglesa Joss Stone volta a São Paulo para lançar seu novo trabalho, "Colour me Free", em uma noite no HSBC Brasil (região sul da capital paulista). A apresentação acontece em 22 de novembro. A cantora também se apresentará no Rio de Janeiro no dia 21.
Os ingressos começam a ser vendidos para o público em geral no sábado (31). Até sexta-feira (30), só clientes do HSBC e do Mastercard poderão adquirir os tíquetes.
Com vozeirão de diva, Stone, aos 22 anos, é um fenômeno da música soul. "You Had Me", "Don't Cha Wanna Ride" e "Tell me What We Gonna Do" são alguns dos hits da inglesa. Por aqui, as músicas do novo "Colour me Free" também entram no repertório.
HSBC Brasil - r. Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/4003-1212. 22/11: 20h30. Ingr.: de R$ 70 a R$ 300. Não recomendado para menores de 14 anos
A cantora de soul britânica Joss Stone se apresenta no HSBC Brasil em 22 de novembro
A banda dos guitarristas da cena blues paulistana Fábio Brum e Marcelo Watanabe com o escritor, ator e compositor Mário Bortolotto toca apenas repertório próprio com letras em português, aproveitando a poesia suja e o blues de Bortolotto.
The Wall Café: R. Treze de Maio, 152 - Bela Vista - Centro. Telefone: 5844-0066
Uma das grandes divas da MPB, a cantora se apresenta acompanhada do pianista Giba Estevez. Durante o show, entoa clássicos como "Caminhos Cruzados", "Retrato em Branco e Preto", composições de Fátima Guedes e Sebastião Tapajós, entre outras.
Casa de Francisca: R. José Maria Lisboa, 190 - Jardim Paulista - Oeste. Telefone: 3052-0547
Formada em 1964, a banda foca nas raízes do jazz para elaborar o repertório. Integram o grupo Alcides "Cidão" Lima (bateria e washboard), Edo Callia (piano), Eduardo Bugni (banjo e violão), Austin Roberts (trompete), Carlos Chaim (contrabaixo), William Anderson (trombone)e Marcos Mônaco (clarinete e sax-tenor).
Pq. Villa-Lobos: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001 - Alto de Pinheiros - Oeste. Telefone: 3023-0316
A jovem cantora e compositora apresenta canções do espetáculo "Pobre Menina Rica". Baseado no disco de Carlos Lyra e Dulce Nunes, lançado em 1964, o musical conta, por intermédio das canções, o encontro da Pobre Menina Rica com o Mendigo Poeta.
Balneário das Pedras: R. Lisboa, 191 - Cerqueira César - Oeste. Telefone: 3082-4344
A promissora intérprete, filha de pai cubano e mãe brasileira, apresenta show baseado em seu primeiro (e homônimo) disco. Destaque para faixas como "Drume Negrita", "Ta-hí" e "Sonho Meu".
Centro Cultural Banco do Brasil Teatro: R. Álvares Penteado, 112 - Centro - Centro. Telefone: 3113-3651
A jovem cantora apresenta o repertório de seu segundo CD, "Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria", no qual interpreta canções de nomes como Junio Barreto, Moreno Veloso, Quito Ribeiro, Rodrigo Maranhão e Lula Quiroga (autor da faixa-título).
Citibank Hall: Av. dos Jamaris, 213 - Moema - Sul. Telefone: 2846-6000
Um dos principais bateristas e percussionistas da música brasileira, o cantor e compositor apresenta o espetáculo "Alô, Bateria!". Entre os convidados estão Fabiana Cozza e Renato Braz.
Itaú Cultural Sala Itaú Cultural: Av. Paulista, 149 - Bela Vista - Centro. Telefone: 2168-1777
Lançamento do primeiro CD, que tem o mesmo nome da intérprete, de 22 anos. Graziella mescla teatro e coreografia à música, criando um ambiente único. O CD contém 12 faixas, sendo uma delas com participação especial do cantor Jairzinho.
Tom Jazz: Av. Angélica, 2.331 - Higienópolis - Centro. Telefone: 3255-0084
Formado por atrizes como Fernanda D'Umbra, Guta Ruiz e Lavínia Pannunzio, o grupo interpreta "Speak Low", de Kurt Weill, e "Socorro", de Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, entre outras.
Instituto Cultural Capobianco Teatro da Memória: R. Álvaro de Carvalho, 97 - Centro - Centro. Telefone: 3237-1187
A cantora e pistonista, sobrinha de Cauby Peixoto, tem como influências intérpretes como Elis Regina, Alcione, Jane Duboc, Fátima Guedes, Maria Bethânia e Elza Soares, em suas apresentações de jazz e samba.
Bar Brahma Salão principal: Av. São João, 677 - República - Centro. Telefone: 3333-0855
Uma das grandes revelações do samba paulista, a cantora Carolina Soares possui quatro CDs de capoeira gravados e prepara o lançamento de um álbum de samba.
Bar Brahma Salão principal: Av. São João, 677 - República - Centro. Telefone: 3333-0855
Filho e discípulo musical de João Nogueira, o jovem sambista carioca mostra o espetáculo baseado no disco "Diogo Nogueira ao Vivo", acompanhado de dez músicos.
Fletch perdeu o emprego, e Jimmy, a namorada. Os dois decidem, então, passar um final de semana no campo e acabam presos num vilarejo onde as mulheres são vítimas da lendária maldição das vampiras lésbicas
Jennifer, a garota mais desejada da cidade, é possuída por um demônio faminto, tornando-se uma devoradora de garotos. Todos aqueles que nunca tiveram chance com ela passam a ser alvo de seu enorme apetite.
Livro com informações sobre antigos rituais indígenas da pajelança é roubado por um grupo de atores que planejam basear uma peça nos textos. Durante os ensaios, um dos integrantes começa a matar os colegas, enquanto seu corpo apodrece.
O menino Oskar conhece Eli, uma garota que se muda para a vizinhança com o pai. A cidade começa a ser assombrada por uma série de assassinatos e desaparecimentos inexplicáveis após a chegada da menina. Não leva muito tempo para Oskar perceber que Eli é uma vampira.
A história de Gabrielle "Coco" Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa e se torna a lendária estilista de alta-costura que virou um símbolo de sucesso, liberdade e estilo.
Baseado no livro de José Saramago, o longa retrata uma misteriosa epidemia de cegueira que assola a população de uma cidade. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam as pessoas, e os contaminados são colocados em quarentena em um hospital abandonado. Lá, uma mulher --que não foi contagiada, mas finge estar cega para acompanhar o marido-- irá liderar um grupo que tenta fugir do isolamento.
Casal gay de Hong Kong vai à Argentina e acaba tendo que ficar mais tempo por lá. Sem dinheiro para voltar para casa, a relação se deteriora e um deles arruma um amante.
Depois de ver o namorado morrer de overdose, jovem cantora de bolero procura ajuda num convento de freiras com hábitos pouco convencionais.
Eternamente Luma
Em apoio à Geisy, alunos da UnB tiram a roupa; veja
Cerca de 250 alunos da UnB (Universidade de Brasília) fizeram protesto nesta quarta-feira (11) em apoio à estudante Geisy Arruda. Os estudantes foram à reitoria da instituição nus ou com pouca roupa, em protesto à atitude considerada por eles como "machista" dos estudantes da Uniban de São Bernardo do Campo.
No último dia 22, a estudante Geisy Arruda, 20, da Uniban foi hostlizada por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. Ontem, os advogados da aluna procuraram a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) para pedir a abertura de um inquérito policial sobre o caso.
O vice-reitor da Uniban, Ellis Brown, garantiu na tarde de ontem que a estudante terá seguranças caso seja apresentado algum risco quando ela voltar a estudar no campus da universidade em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). Inicialmente, a universidade decidiu expulsar a aluna, mas revogou a decisão.
Um inquérito foi instaurado e, ainda segundo os advogados, há indícios de que tenha havido sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado, ato obsceno e incitação ao crime.
Centro de Cultura Judaica abre Ciclo Multicultural com agenda extensa
Leo Gandelman, que participa de concerto com Estela Caldi Duo, no Ciclo Multicultural, em SP
O Centro de Cultura Judaica, na região oeste da capital paulista, abre o 7º Ciclo Multicultural, com programação gratuita que inclui mostra de filmes, concertos, narração de histórias, oficinas, workshops de gastronomia, exposições e espetáculos teatrais e musicais nesta quinta-feira (12).
Entre os destaques da programação, está a mostra "Do Superman ao Chat du Rabbin", com co-produção do Museu de Arte e História do Judaísmo de Paris e o Museu de História Judaica de Amsterdã, que relembra os momentos-chave das histórias em quadrinhos no período entre 1912 e o ano 2000 e dialoga com influências judaico-francesas em personagens como Superman, The Spirit e Magneto (do X-Men). A visitação ocorre das 12h às 18h.
A partir das 21h, o público fica com o concerto de Leo Gandelman e Estela Caldi Duo, que apresentam repertório clássico e popular, que contempla obras de Villa-Lobos, Debussy, Chiquinha Gonzaga, Radamés Gnatalli, Ravel e Fauré, entre outras.
No domingo (15), Ana Luisa Lacombe e Tânia Fukelmann narram histórias francesas para crianças de quatro a dez anos a partir da obra do poeta francês Jacques Prévert, com música e brincadeiras, às 12h.
Esta edição do evento, que se estende até o dia 22 e homenageia o Ano da França no Brasil, mostra a influência da cultura judaica na produção francesa e os reflexos da mistura na produção brasileira. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes dos eventos.
Centro de Cultura Judaica - r. Oscar Freire, 2.500, Sumaré, região oeste, São Paulo, SP. Tel. 0/xx/11/3065-4333. De 12 a 22/11. Grátis. Classificação etária: livre (exposição) e 12 anos (concerto).
Artistas se reúnem para tributo ao produtor Suba
Suba estava com as malas prontas. Aos 38 anos, o iugoslavo (nascido em Novi Sad, hoje Sérvia) era um produtor musical em íngreme ascensão. Radicado no Brasil desde os 29, acabara de lançar por um selo belga o primeiro álbum autoral, "São Paulo Confessions".
A crítica internacional elogiava o disco e o anunciava como um dos preferidos de Madonna naquela temporada. Partiria para um mês de entrevistas na Europa.
Aqui, o prestígio do produtor se sedimentava em trabalhos com Marina Lima, Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Mestre Ambrósio. Acabava de produzir o primeiro álbum "internacional" de Bebel Gilberto, que seria lançado a seguir. E, quando voltasse da Europa, faria os novos de Daniela Mercury e Skank, entre outros.
Dois dias antes da viagem, Suba dormia no apartamento em que morava, em Pinheiros, quando um curto-circuito na fiação da TV iniciou o incêndio. Morreu horas depois, no Hospital das Clínicas. Era terça-feira, 2 de novembro de 1999.
Agora, dez anos depois da tragédia, amigos do produtor se reúnem para o que chamam de "celebração". Marcaram para 1º de dezembro, no Sesc Pompeia, um show reunindo boa parte dos artistas que trabalharam com Suba. A "convocação" foi feita por Marisa Orth.
"Queríamos trazer Bebel Gilberto de Nova York, Cibelle de Londres, Marina do Rio, Daniela da Bahia. Estamos tentando", diz a atriz. "Se não conseguirmos viabilizar isso, vamos nos concentrar no núcleo que trabalhou com Suba em São Paulo", conclui.
Estão confirmadas as adesões de Scandurra, Taciana Barros, João Parahyba (do Trio Mocotó), Siba (do Mestre Ambrósio), Kátia B e Renata Melo, diretora que trabalhou com Suba em trilhas de teatro.
"O Dinho [Ouro Preto] também estava fechado, tinha que ter se estabacado no palco?", diz a atriz, sobre o vocalista do Capital Inicial, que teve seu único álbum solo produzido por Suba e se acidentou recentemente em um show. "Tomara que ele já esteja bem até lá e possa vir com a gente."
A direção musical fica nas mãos do produtor Paulo Lepetit, com quem Suba teve um estúdio em São Paulo.
Segundo Lepetit, Suba já chegou ao Brasil com todas as ideias que realizaria aqui fermentando na cabeça. "Quando ele me mostrou o primeiro sample de bossa nova com batida eletrônica por cima, não entendi muito", diz o produtor. "Ele sabia que estava introduzindo uma coisa diferente, uma possibilidade de mistura que, não fosse ele, demoraria ainda muito a chegar aqui."
A mistura inventou Bebel Gilberto para o mundo em 2000 --e Suba nem estava mais vivo para ver o alvoroço que aquele último trabalho causaria. A mesma mistura que, na sequência, formaria uma geração de "cantoras de bossa eletrônica" querendo pegar carona na estética criada por ele.
"Suba falava delas [das cantoras] com a maior naturalidade", conta Taciana, viúva do produtor. "Dizia que era bom que surgisse muita gente. Que quanto mais novidade, melhor. Só os bons se destacariam."
Foi num álbum de Taciana, vale destacar, que essas experimentações primeiro ganharam a forma que se tornaria definitiva. "Janela dos Sonhos" é de 1995 --cinco anos antes de "Tanto Tempo", de Bebel.
A chegada de Suba ao Brasil parece anedota, mas era repetida por ele para todos os amigos.
Depois de produzir boa parte da geração roqueira da ex-Iugoslávia nos anos 80, foi trabalhar em Paris. Lá, ganhou um prêmio da Unesco e podia escolher qualquer país do mundo para passar uma temporada. Estava em dúvida. Na agência de viagens, pegou um globo nas mãos e girou. Parou o movimento com o dedo indicador e, ao acaso, escolheu o país que seria seu destino. O Brasil.
A década que passaria aqui --sua última-- seria a mais importante de sua vida.
Livro sobre pernas femininas deixa modelo nua na capa
Eis um livro que não se recomenda levar para a Uniban (Universidade Bandeirante), que chegou a expulsar uma aluna por usar um vestido curto. "The Big Book of Legs" mostra por que as pernas femininas ainda são alvo de tabu e fetiche na sociedade contemporânea.
A capa faz uma brincadeira com o leitor. Ao retirar a sobrecapa, a modelo mostrada só com lingerie fica nua. A obra traz mais de 400 fotografias e curiosidades históricas.
É possível descobrir, por exemplo, quem usou o primeiro salto alto, como o nylon tornou-se uma arma de guerra, por que a pin-up Betty Grable tinha as "pernas de um milhão de dólares".
Terceiro livro da série da escritora Dian Hanson sobre as partes eróticas do corpo, a obra relembra os primeiros espetáculos de cabaré no século 19, a febre das saias curtas e meias de seda nos anos 20, a "nylon mania" nos anos 40, entre outros fenômenos culturais envolvendo a sensualidade das pernas femininas.
A desvantagem é que o texto do livro não está disponível em português, só em inglês, francês e alemão.
Lucélia Santos lidera "Guia da Nudez do DVD Nacional"
Um dos destaques da teledramaturgia em 2009 pelo papel da fogosa Norminha na novela "Caminho das Índias", a atriz paraense Dira Paes é uma das artistas citadas no livro "O Guia da Nudez do DVD Nacional" devido à cena em que aparece nua no filme "Amarelo Manga" (2003).
Divulgação
Com 25 anos de carreira, Dira Paes mostra "leitinho da Norminha"
O guia, realizado pela jornalista paulista Simone Sartori Specian, indica o caminho das pedras para os voyeurs do cinema nacional. São apresentados as coordenadas dos momentos sensuais de 58 atores e 51 atrizes em 63 filmes, todos lançados em DVD e disponíveis em locadoras. Um diferencial: a autora informa os minutos e segundos exatos em que a celebridade se desnundou. Olha o que o livro fala de Dira Paes em "Amarelo Manga".
"01'25''03: Nua, faz cena de sexo com o ator Joanas Bloch. Dá para ver parte do seio direito, as nádegas e um pouco do seio esquerdo quando ela gira o corpo para ficar em cima do ator. O seio esquerdo de Dira aparece nos seguintes instantes: 01'25''28 e 01'25''40.
01'25''45: Veja o seio esquerdo mais um pouco e os pêlos pubianos. E o bumbum, você viu? Avance para 01'26''10 ou 01'26''47. Ok, mais um pouquinho dos seios da atriz em cena rápida e sem muita nitidez (01'26''22).
01'25''51: A cena esquenta para o lado de Jonas Bloch. A atriz dá um tapa nele (01'25''35) e o movimento mostra os seios, mas só se vê (um pouco) em slow motion porque o tapa, ops!, a imagem é mais rápida."
Divulgação
Lucélia Santos aparece nua em 25 momentos do filme "Luz Del Fuego"
João Miguel Júnior/TV Globo/Divulgação
Atriz da Globo Malu Mader atiçou em episódios da série "A Vida como Ela É"
A atriz fez sucesso na novela de Glória Perez com seu rebolado, pelo ciúme do marido Abel (Anderson Müller) e pelo hit do forró eletrônico "Você Não Vale Nada mas Eu Gosto de Você" (Calcinha Preta). Por enquanto, sua presença nua no cinema ainda é pequena. Dira Paes ocupa menos de uma página do livro. Entre as maiores citações de cenas, estão veteranas como Lucélia Santos (quatro páginas), Malu Mader (três páginas), Fernanda Torres (três páginas) e Sônia Braga (duas páginas).
Museu Picasso de Barcelona abriga mostra que expõe a visão erótica do pintor malaguenho
Gravura japonesa da coleção de Pablo Picasso faz parte da mostra que expõe a visão erótica do pintor
Museu Picasso de Barcelona abriga mostra que expõe a visão erótica do pintor malaguenho
Atriz Inez Viana (foto) interpreta "A Mulher que Escreveu a Bíblia", que entra em cartaz na Caixa Cultural Sé, no centro.
O monólogo homônimo ao livro é conduzido pela atriz Inez Viana, que interpreta uma mulher horrível, rejeitada pelos homens. No isolamento, aprende a escrever e se apaixona pela atividade.
A personagem se torna a 700ª mulher do rei Salomão, que tampouco tem coragem de manter relações com a moça. No entanto, quando o rei descobre a capacidade da esposa de contar histórias, a vida dela se transforma.
Com direção de Guilherme Piva e adaptação teatral de Thereza Falcão, a peça fica em cartaz até 22 de novembro.
20 ANOS SEM O MURO QUE CAIAM TODOS OS MUROS
Fernanda ainda posou com orelha de coelhinha e pingentes com o símbolo da revista
Thaila Ayala exibe decote e Fernanda Lima surge com vestido belíssimo em desfile
O decote que Thaila Ayala exibiu no desfile de Marc Jacobs, em São Paulo, atraiu boa parte dos olhares de quem passou pelo evento na noite desta terça-feira (10). Com um vestido longo e estampado, a atriz não teve medo em ousar e desfilou o colo em evidência na primeira fila do desfile.
Fernanda Lima também passou por lá: com um vestido na altura dos joelhos, a bela surgiu sem a companhia de Rodrigo Hilbert. Chique e sexy ao mesmo tempo, a apresentadora foi conferir as novidades da grife internacional na loja dos Jardins.
Luciano Trevisan/Fotomídia
Fernanda e Thaila disputaram os flashes no evento
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SÃO PAULO - Durante um mês, um hotel quase centenário no centro de São Paulo vai servir de casa para dez jovens artistas brasileiros e internacionais. Lá, eles não só vão expor suas obras, mas também produzí-las. A iniciativa, chamada Red Bull House of Art, é dividida em duas etapas. A primeira, em cartaz a partir desta quarta (11), consiste na exibição de obras já feitas. Na segunda, em dezembro, será exposto o material produzido durante a residência no hotel.
Tudo acontece no antigo Hotel Central, construído em 1918, projeto por Ramos de Azevedo e localizado em plena Avenida São João, a poucos metros do Vale do Anhangabaú. No térreo e no primeiro andar, estão as obras dos dez artistas de sete nacionalidades diferentes. No segundo andar, ficam os ateliês. A entrada é gratuita.
Augusto Gomes
Obras expostas no térreo do Hotel Central
Os artistas são os seguintes: Cláudio Bueno, Alessandra Cestac, Rodrigo Garcia Dutra e Regina Parra, do Brasil; e mais Zander Bloom (África do Sul), Hiraku Suzuki (Japão), El Bocho (Alemanha), Gabriela Golder (Argentina), Rui Gato (Portugal) e Grant Davis (Estados Unidos).
Nesse período de um mês em São Paulo, os dez visitarão locais escolhidos pelos curadores Lucas Bambozzi e Maria Montero. Também terão encontros com outros artistas, para discutir suas experiências pessoais, e com curadores, críticos ou pesquisadores, para falar sobre arte.
Entre as obras já expostas, a variedade de suportes é grande. Há desde as instalações em vídeo de Rodrigo Garcia Dutra até as fotos de Alessandra Cestac. O próprio prédio também é uma atração à parte: desativado desde 2005 mas ainda bem conservado, o Hotel Central é um belo exemplar do conjunto arquitetônico do Anhangabaú projetado por Ramos de Azevedo.
Augusto Gomes
O artista sul-africano Zander Bloom em seu ateliê
Serviço
Red Bull House of Art Avenida São João, 288, Anhangabaú De 11 a 22 de novembro (primeira exposição) De 05 a 13 de dezembro (segunda exposição) De terça a sexta, das 12h às 18h Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h Entrada franca
Fergie revela que precisa fazer terapia para não trair o marido
A cantora Fergie declarou que precisa de terapia para conseguir ser fiel ao marido, o ator Josh Duhamel. O site americano I'm Not Obsessed informa que a vocalista do Black Eyed Peas continua se assumindo bissexual, e por isso se esforça para não trair o marido - com homens ou mulheres.
"Acho que as mulheres são lindas. Me diverti muito com mulheres, e não tenho vergonha disso", afirma Fergie. "O problema é que eu também adoro um homem charmoso. Mas simplesmente porque curto mulheres não significa que vou ter romances fora do casamento".
A cantora revelou que, numa conversa com seu terapeuta, percebeu que ficar com mulheres também seria trair o marido. Então concluiu que não cometerá adultério - mesmo depois dos recentes boatos de que Josh a teria traído com uma stripper. O ator negou tudo. Fergie e Josh consideraram as declarações da stripper "ridículas".
Hilary Duff choca em sequência de sexo a três
Duff atuou em uma cena que mostra sexo entre três pessoas, um rapaz e duas mulheres - Hilary e a atriz Jessica Szohr, com quem troca beijos e carinhos na frente das câmeras. A nova temporada da atração foi muito criticada por trazer sequências de orgia em uma trama focada, principalmente, no público jovem.
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Festa Mistica..Nosso amigo valdir
Amigas e Amigos!
Assisti, ontem, ao Show Festa Mística. Maravilhas eu vi! E ouvi! Músicos, cantores e cantoras de primeira linha, afinados e refinados. Deu gosto de ver e ouvir a Leila, a Gabriela, a Soraya e a Isabel! A Minéia então..., artísta completa, canta e dança com alegria... E arrepia! Uma performance. O Geraldo dedilhou seu violão com o coração, e emocionou a todos com sua canção Também ao Joca, com sua maravilhosa poesia. Nós é que agradecemos. Viajei por diversas praias, cantos e recantos deste mundo e do outro. A viagem vai ao Sol, à Lua e as Estrelas Pelo Mar por Ar e na Floresta Pela Terra e toda a Natureza! A primeira frase, que abre o espetáculo é: Nossa Senhora!... A Rainha da Floresta! Um cortejo de anjinhos chegou em meio a cantoria, parecia um jardim de belas flores e muito alegrou a platéia. Sem contar os outros anjos, que eu não via, mas sabia que por ali estavam... E para terminar, uma ode a Floresta e a seu povo nativo. E muito mais... Se Deus quiser, vou ver de novo. Parabéns a todos que participaram deste Show!
Abraços, Wladimir Fernandes.
O blues vai rolar..dia 17 continua a Festa Mistica
NOSSO AMIGO VALDIR-Mario Bortolotto Infelizmente não tenho nenhuma foto bacana do Valdir. Ele era tão discreto que era difícil fotografar. Mas nessa foto (em um show do Edvaldo nos Parlapatões) ele tá aí de perfil. Porque ele era amigo de todos nós. Tá certo que ele era muito mais amigo do Edvaldo. Ele era um irmão do Edvaldo. Aliás, poucas vezes na vida vi alguém ser tão amigo de outro como o Valdir era do Edvaldo. Não conseguia dissociar um do outro. E todo mundo gostava do Valdir. Tava comentando ontem que tinha que ser muito "espírito de porco" pra não gostar do Valdir. Era um dos sujeitos mais simpáticos que já trombei nessa vida. Parecia que nada o abalava. A última vez que o vi, foi na abertura da exposição do Leminski no Itaú Cultural. Quando a gente saiu de lá, fomos até o Ponto Chic e lembro que ele não podia beber porque tava fazendo um tratamento. Não entrei em detalhes com ele, mas fiquei chateado porque sabia o quanto o Valdir gostava de ficar bebendo cerveja com a gente. Lembro que o Edvaldo e eu fomos pegar um táxi na frente do Ponto Chic (a gente ia descer pra Roosevelt) e nos despedimos do Valdir. Foi a última vez que o vi. Ontem fiquei sabendo da merda toda. Valdir foi embora. Nós não vamos mais nos divertir com ele. Não vamos mais vê-lo com aquele sorriso franco, feliz simplesmente por estar ali por perto, depois de mais um show do Edvaldo. Esse tipo de "acontecimento" faz com que a gente pense como tudo é frágil e efêmero. É claro que estou dizendo o óbvio, mas não quero dizer nada além disso. As pessoas perdem tempo demais com coisas muito pequenas. Vamos aproveitar o máximo o pouco tempo que temos pra ficar perto das pessoas que realmente amamos. Porque a qualquer momento, elas não vão mais estar por aqui. E ficar lamentando não vai servir pra nada. Porque tem uma hora que as luzes param de piscar e não há nada que se possa fazer. Como diria o velho, grande e terno Valdir (era assim que ele terminava os seus e-mails convidando para os shows do Edvaldo) "hasta la vista, baby".
WALDIR-ADEMIS ASSUNÇÃO
Que os amigos não fiquem putos com essa foto. É assim que eu prefiro lembrar do Waldir. Se divertindo, numa festa de aniversário.
Algumas pessoas são boas. Radicalmente boas. Pessoas que não fazem o mínimo esforço para serem boas. São, simplesmente, e pronto. Waldir Aguiar era uma dessas pessoas. Nunca vi ele falar mal de quem quer que fosse. Não conheço um vivente que não gostasse dele. Nunca vi o Waldir reclamar de nada. Tinha uma bondade e uma paciência que jamais vi igual. E não levava uma vida fácil. Tinha suas dores profundas. Amigos mais próximos sabiam de algumas delas. Mas Waldir não falava. O máximo que ele podia falar de alguém é algo do tipo: fulano é um mala. E só. Não tinha tempo quente pra ele. Quantas e quantas vezes, de madrugada, insisti pra ele dormir em casa. Que nada. Ele pegava o ônibus e se mandava, no meio da madrugada, pra São Miguel Paulista, longe pra dedéu. Estava sempre com o Edvaldo Santana. Era o produtor, o braço direito do Edvaldo. Um irmão do Edvaldo. Sempre com um alto astral. Ultimamente achava que ele estava meio calado. Mas ele não reclamava de nada. Absolutamente nada. Eu gostava de brincar com ele. Tem uma música bonita do Edvaldo com um refrão assim: “Quem é / que não quer ser feliz / e andar por aí / desencanado”. Eu brincava cantando o refrão de outro jeito: “Quem é / que não quer ser o Waldir / e andar por aí / com o celular desligado”. Lembro lá nos anos 80, quando ligava pra ele, em São Miguel Paulista, procurando o Edvaldo, e o único contato que eu tinha era de uma padaria, eu ligava lá e o funcionário da padoca sempre dizia: “espera aí que eu vou ver se ele está no escritório”. O escritório era uma banca do bicho, que ficava em frente à padaria. Quando ele atendia, eu zoava: “E aí, Waldir, como é que está o escritório hoje?” Ele ria. Não se preocupava com nada. Waldir acreditava em reencarnação. Há uns dois ou três meses fui fazer um show no Sesc de São José dos Campos. Levei ele junto pra fazer a produção. Eu, Madan e Watanabe fomos e voltamos zoando com ele. Eu dizia pra ele que não acreditava em reencarnação, essas coisas, e que tinha muita preguiça pra voltar pra esse mundo. Waldir só respondia, sempre rindo: “mas vai voltar”. Eu brincava: “pô, Waldir, você que conhece o chefão, fala pra ele que eu não quero voltar, não”. Waldir jamais alterava o tom da voz. Levava na brincadeira. Eu acabei de voltar do sepultamento dele lá em Guaianases, fundão da zona leste. Foi estranho, muito estranho, ver o Waldir ali, dentro daquele esquife, imóvel. Foi triste ver a tristeza do Edvaldo. Saí do cemitério pensando na vida e no quanto nos sustentamos num fio muito fino. Muito fino. Mas se as convicções do Waldir estiverem certas, não tenho a menor dúvida de que ele está numa boa, em algum lugar por aí. Porque se Waldir, com toda a bondade, não estiver numa boa, meu chapa, ninguém estará. Brother: “se houver céu depois da terra”, como cantava Leminski, a gente vai se encontrar. Você vai fazer falta por aqui. Já está fazendo. Bom descanso, Waldir.
"BRUTAL"
BRUTAL , O OVO DA SERPENTE
Naquela noite de agosto os cachorros vagabundos uivavam melancólicos avisando que o mais seguro era ficar em casa enroscado em um garotinha trêmula, bebendo um vinho devagar ou assistindo tevê. Mas Roy Buchanan, guitarrista fantástico, lenda viva do blues branco, não era o tipo de cara que conseguia ficar em casa numa noite de agosto vendo as popices dos clips monótonos da telinha. Os uivos dos cães vagabundos eram convites irresistíveis pra cair fora, por isso Roy, 48 anos, cara inchada, cansada, fumou mais um pouco do seu cachimbo e se levantou do sofá, desligou a tevê, cobriu a garotinha que na verdade nem era tão jovem assim com um cobertor velho de flanela, vestiu a jaqueta amarrotada e saiu pra rua. Ia andando e esfregando as mãos enquanto susurrava uma oração que o seu pai havia lhe ensinado há muito tempo. Não se lembrava muito do seu pai, mas asquela oração havia se instalado na sua cabeça de uma maneira inexplicável, às vezes enquanto tocava sua guitarra, aquela oração aparecia e então ele começava a rezar. Roy Buchanan estava rezando quando entrou naquele bar, encostou no balcão e pediu o primeiro whisky. Ele continuou rezando quando já não conseguia distinguir os rótulos das garrafas. Só parou de rezar quando o jogaram no banco traseiro daquele carro com sirenes. Ele não conseguia entender o que estava fazendo naquela cela fria da Virgínia, naquele 14 de agosto de 1988. Foi rezando que ele amarrou a jaqueta em torno do pescoço. Os cães pararam de uivar. O seu companheiro de cela, um outro bêbado maltrapilho, ainda jura que ouviu aquele sujeito rezar antes de se enforcar. Não sabe precisar ao certo quais eram as palavras. Talvez algo como Thank you, Lord. (Mário Bortolotto)
Augusta, graças a Deus, graças a Deus, entre você e a Angélica eu encontrei a Consolação que veio olhar por mim e me deu a mão.
Augusta, que saudade, você era vaidosa, que saudade, e gastava o meu dinheiro, que saudade, com roupas importadas e outras bobagens. Angélica, que maldade, você sempre me deu bolo, que maldade, e até andava com a roupa, que maldade, cheirando a consultório médico, Angélica. Augusta, graças a Deus, graças a Deus, entre você e a Angélica eu encontrei a Consolação que veio olhar por mim e me deu a mão. Quando eu vi que o Largo dos Aflitos não era bastante largo pra caber minha aflição, eu fui morar na Estação da Luz, porque estava tudo escuro dentro do meu coração.
Valdir Aguiar era um dinossauro do MPA - Movimento Popular de Arte de São Miguel Paulista. Sua atuação sempre foi nos bastidores e na produção dos eventos. Sua voz era calma e sua presença era discreta, como se pedisse desculpas por estar ali. Na insegurança e na adrenalina das atividades de palco bastava a gente sentir o Valdir por perto para saber que tudo estava sob controle. Gente fina, o Valdir. Gente correta e do bem. Nós o enterramos hoje, 10/11/2009, no Cemitério do Lageado. A sua perda deixou-me perplexo e completamente derrotado. (Akira Yamasaki)
Conheci Waldir Aguilar em meados de 1999, 2000, durante um show do Edvaldo Santana na Oficina Cultural Luiz Gonzaga, no projeto Sexta Sim, no qual eu fazia iluminação e operação técnica. Foi nesta noite que aconteceu a antológica blitz na sala VIP ( um buteco na bifurcação Av Nordestina e Av Pires do Rio, de frente à padaria Hum, chefiado por Francisco, um senhor de muita idade cercado de garotinhas de 25,30 anos). Waldir lá, abrindo a mochila cheia de cds e explicando pro pm que era produtor do artista que havia tocado. Simples, humilde, com um sorriso tranquilizador no rosto. Waldir, grande Waldir!!! Com o passar do tempo nos encontramos várias e várias e várias vezes em muitas ocasiões, todas ligadas à cultura. Passeata pra isto ou aquilo em São Miguel? Olha o Waldir ali. Festa? Olha ele lá. Encontros, seminários, palestras? Oi, Waldir, beleza? Às vezes ele me ligava dizendo que tinha uns ingressos pra turma do AD do show do Edvaldo Santana no Centro Cultural São Paulo; às vezes eu encontrava e dizia que vi o show no Itaim Paulista, no aniversário de Suzano. Quando nos encontrávamos por aí ele sempre me lembrava que eu devia ir para o centro, entrar no circuito, que o AD era um puta grupo legal. Mais de uma vez me convidou para tomar cerveja na praça Roosevelt, ir nos Parlapatões conhecer o Bortolloto, puta cara legal, Claudemir, você precisa se enturmar. E dicas para o projeto. Nós conseguimos por Edvaldo. Escreve aí e manda pra lá, bicho! E risadas, e humor imbatível. Pegava minha ironia e meu sarcasmo e transformava em dez minutos de riso/sorriso constante. Inicio da semana, recebo um e mail de Casé Pai, uma nota de falecimento. Waldir, que já não andava bem faz uns dias, segundo soube. Coração cortado. Tanto filho da puta dando sopa por aí e a morte leva logo um cara legal como o Waldir? E a morte diz: “Uma cara bacana deste, quem não quer ao lado?” E o Waldir foi pro lado de lá, com sua alegria, bom humor, com seu cavalheirismo e sua presença iluminada. É em horas como esta que a gente começa a querer acreditar em reencarnação, vida após a morte e coisas assim, pois é sabido que o tempo de Waldir entre nós foi pouco, e seria muito bom estar ao seu lado por mais um tempo. Bastante tempo. A imagem que fica? Waldir sentado folgadamente com um copo na mão rindo e dizendo: “Vai lá, bicho! Manda bala!” ou algo assim. Continuemos, então. Sem esquecê-lo, porém.
confissões das mulheres de 30 / no teatro folha
Cultura no Acre
Prêmio de Literatura Garibaldi Brasil Você que aprecia a arte de escrever, participe do Prêmio de Literatura Garibaldi Brasil, nas categorias Conto, Crônica, Romance, Poema, Ensaio, Memórias e Casos. Cada autor pode concorrer com até três obras por categoria, mas somente um texto em cada categoria será premiado. O prêmio é de R$ 1.500,00 para o 1º lugar, R$ 1.000,00 para o 2º lugar e R$ 500,00 para o 3º lugar. Mais informações ligue: 3224-0269 ou acesse o Blog Cultura RB
Quando: Inscrições até 31 de dezembro, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas Quanto: Grátis Onde: Sede da Fundação Garibaldi Brasil, no Parque Capitão Ciríaco (Avenida Dr. Pereira Passos, nº 225 – Bairro Seis de Agosto), Rio Branco
Teatro Barracão
O Teatro Barracão volta ao cenário cultural, após uma grande revitalização, com um calendário de apresentações teatrais, oficinas, cursos e outras atividades artísticas com o propósito de envolver a comunidade para que possam exercer com cidadania uma sustentabilidade através do fazer artístico e cultural. No espaço também está funcionando a sede da Federação de Teatro do Acre, Fetac. Quando: De segunda-feira à sexta-feira Onde: Teatro Barracão (Estrada da Sobral, nº425), Rio Branco
Oi Futuro A Oi as inscrições para o edital de seleção dos projetos culturais que serão patrocinados pela empresa no próximo ano, o Oi Futuro. O Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2010 destinará recursos para o financiamento, total ou parcial, de projetos aprovados em leis de incentivo à cultura. O objetivo da iniciativa é estimular a produção artística no país, valorizando a diversidade como elemento fundamental da identidade nacional. Artistas e produtores culturais podem concorrer com mais de um projeto.
Quando: De 15 de outubro à 15 de novembro Quanto: Grátis Onde: Nos sites da OiFuturo ou da própria Oi
Parque Urbano Capitão Ciríaco
Transformado, em agosto de 1994, em um espaço de proteção ambiental e cultural, possui vegetação nativa com frutíferas regionais e cerca de 600 seringueiras. Dispõe de equipamentos de esporte, escolinha de artes e uma casa retratando arquitetura da época, dedicada à memória da Revolução Acreana e do surgimento da cidade de Rio Branco. Onde: Av. Dr. Pereira Passos, nº225, bairro 6 de Agosto, Rio Branco Horário. de Funcionamento: Segunda a sábado das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas
Igrejinha de Ferro
Idealizada pelo proprietário do Seringal Bom Destino, Joaquim Victor, para cumprir promessa a Nossa Senhora, caso Plácido de Castro saísse vitorioso na Revolução Acreana juntamente com seus seringueiros. Foi construída com chapas galvanizadas pré-fabricadas na Alemanha e montada por dois engenheiros alemães. Único marco histórico-religioso da Revolução Acreana. Onde: 4º Bis, Rua Colômbia, nº 708, Bosque, Rio Branco Horário de Funcionamento: De segunda a sexta das 7h30 às 17 horas
Casa Povos da Floresta
A Casa teve sua construção inspirada nas malocas indígenas e constitui-se num espaço de valorização cultural dos povos indígenas, seringueiros e ribeirinhos. Possui um acervo de livros, revistas, publicações e documentos, sala de vídeo e peças artesanais indígenas. Onde: Parque da Maternidade, Setor B., s/nº, Rio Branco Horário de Funcionamento: De segunda a sexta das 8 às 18 horas e sábados e domingos de 16 às 21 horas
Parque da Maternidade
Inaugurado em 28 de setembro de 2002, é a obra de maior expressão na cidade de Rio Branco com uma extensão de 6.000m, corta grande parte da cidade. Possui pista de rolamento para carros, ciclovias e calçamento para pedestres, playground, pista de skate, quadras de esportes, anfiteatro, praças, restaurantes e lanchonetes. É um lugar de descontração para um bom papo, lazer e estruturado para a prática de esportes. Onde: Rio Branco
Parque do Tucumã
Esse Parque está inserido numa região entre os bairros Tucumã e Universitário. O parque tem cerca de 3.600 metros de extensão. Possui pistas sinalizadas para veículos, ciclovias, calçadas para pedestres, playground, quadras de esportes, praças namoradeiras e quiosques para lanches. O parque é muito utilizado pela população para prática de caminhadas. Onde: Estrada Dias Martins, na altura da Universidade Federal do Acre, Rio Branco.
Usina de Arte João Donato
Uma das escolas públicas de arte mais bem conceituadas do Brasil, a Usina de Arte João Donato era uma antiga usina de castanhas que depois de muito tempo abandonada foi reformada para se tornar um centro de ensino de música, cinema, teatro, artes plásticas, literatura e muito mais. Onde: Av. das Acácias, nº 1, Distrito Industrial, Rio Branco Horário de Funcionamento: Das 8 às 12 horas e das 14 às 22 horas
Biblioteca da Floresta Marina Silva
A Biblioteca da Floresta Ministra Marina Silva é especializada em assuntos e autores da Amazônia e do Acre. Também possui espaços de exposições que se renovam frequentemente, apresentação de filmes, auditório para palestras e debates e um amplo espaço digital com computadores disponíveis para pesquisa. Onde: Via Parque da Maternidade, s/nº, Centro, Rio Branco Horário de Funcionamento: Segunda a sexta das 8 às 21 horas, sábados das 14 às 20 horas e domingo das 16 às 21 horas.
Palácio de Rio Branco
Construído em 1930 com projeto de Alberto O. Massler, no governo de Hugo Carneiro; seu desenho arquitetônico foi inspirado na arquitetura grega seguindo o estilo da ordem jônica, tendo sua fachada ornamentada por quatro colunas terminadas em capitéis de fino traçado. Apresenta as fases históricas do povo acreano. Onde: Praça Eurico Gaspar Dutra, s/nº, Centro, Rio Branco Horário de Funcionamento: Terça a sexta, das 8 às 18 horas e sábado e domingo das 16 às 21 horas
Exposição sobre Chico Mendes
A exposição Chico Mendes: O Homem da Floresta, continua na Biblioteca da Floresta Marina Silva. Os três andares do prédio foram preparados para abrigar painéis, instalações e caracterização de lugares e do cotidiano dos povos da floresta.
Quando: Segunda a sexta-feira, de 8 às 21 horas; Sábado, de 14 às 20 horas; Domingos e feriados, de 16 às 20 horas Quanto: Entrada franca Onde: Biblioteca da Floresta Marina Silva (Via Parque da Maternidade, s/nº - Centro), Rio Branco
Arte nos Objetos
O SESC apresenta à comunidade de Rio Branco a exposição da artista plástica Leia Haerdrich, Arte nos Objetos, o evento acontece no salão de exposições do SESC Centro. Com a abertura da exposição o SESC dá continuidade a suas atividades para as artes plásticas numa série de exposições de artista locais e nacionais no projeto Calenarte. Quando: De 30 de outubro a 17 de novembro, das 8 às 19 horas Quanto: Entrada Franca Onde: Sesc Centro (Avenida Brasil, nº. 713, Centro), Rio Branco
Coisas do Acre
O hall do Palácio da Justiça, em Rio Branco, está sediando a 8ª Edição do Projeto Mais Arte, com a exposição itinerante "Coisas do Acre", do artista plástico Jorge Rivasplata. A maioria dos quadros expostos no Palácio da Justiça foi pintada utilizando a técnica de óleo sobre tela e retrata as paisagens e personagens da Amazônia e do Acre. Quando: Até o dia 30 de novembro, das 9 às 18 horas Quanto: Entrada Franca Onde: Palácio da Justiça (Rua Floriano Peixoto, 460, Centro), Rio Branco
Paisagens Cósmicas na Biblioteca da Floresta
A exposição Paisagens Cósmicas acontece em comemoração ao Ano Internacional da Astronomia e os 40 anos da conquista da Lua. A mostra é uma adaptação da exposição organizada pelo astrônomo Augusto Danielli, da Universidade de São Paulo (USP) e é composta de 20 paineis fotográficos de objetos celestiais, móbile do Sistema Solar, maquetes e cenários que remontam à exploração espacial. Saiba mais. Quando: Segunda a sexta-feira, de 8 às 21 horas; Sábado, de 14 às 20 horas; Domingos e feriados, de 16 às 20 horas Quanto: Entrada Franca Onde: Biblioteca da Floresta Marina Silva (Via Parque da Maternidade, s/nº - Centro), Rio Branco
Pele de Atriz o Parque Henrique Lage, no Rio de Janeiro, é um pequeno oásis de mata atlântica, com vista lateral do Cristo Redentor. O casarão que hoje abriga a Escola de Artes Visuais do Parque Lage é cercado por uma farta vegetação, por onde esquilos e macacos saltitam livremente, ignorando o calor infernal que dominou a cidade. Lá, o ar fresco e o clima tranquilo fariam com que o mais paulistano dos executivos tivesse vontade de passar o dia de bobeira. Alinne Moraes chega sorridente ao café do parque, vestida com lycra esportiva preta. Ao tirar os grandes óculos escuros, não revela nada no rosto que indique que ela tenha acabado de acordar. Ela se desculpa (mesmo sem estar atrasada) e explica que a localização do parque - no caminho entre sua casa e o escritório de seu empresário, além de bastante próximo da academia de balé que ela frequenta - fez com que esse se tornasse um dos locais favoritos dela para um café da manhã. Ninguém em volta acha anormal que uma das atrizes centrais da novela de maior audiência da Globo, Viver a Vida, esteja ali. Ou melhor, quase ninguém. Plantado na porta do café, um garçom espera Alinne se aproximar e a cumprimenta: "Oi, Alinne!" Momentos depois, ele já está na copa do lugar comentando com as outras atendentes: "Que engraçado! E a gente fala dela todos os dias, né?" Nos primeiros minutos de conversa, uma coisa fica clara: ela é exatamente isso, "a menina da novela". Sentado diante de uma mesinha frágil, sinto que não estou conversando com uma atriz experimentada e obcecada pela profissão, no sentido de que Alinne parece aberta a falar sobre qualquer coisa sem se prender muito à sua arte. Linda naturalmente, sem um pingo aparente de maquiagem, ela olha tão fixamente nos meus olhos que seu corpo escultural - reforçado e realçado pela malha colada - nem chega fazer diferença. As unhas estão pintadas com esmalte escuro, já descascado. Os cabelos estão presos (mais tarde ela confessa que acha esse estilo "menos sensual"). É desse mesmo modo informal, quase involuntário, que a ex-modelo se tornou uma das atrizes mais famosas do Brasil - e agora segue determinada, tentando encontrar um meio do caminho ideal entre interpretação, fama, vida pessoal e a carga pesada de quem grava até seis dias por semana, durante oito meses ininterruptos. Ralação, aliás, com a qual ela está completamente satisfeita, sem queixas quanto ao esquema intenso da emissora que a emprega. "Tem muitas pessoas na Globo que trabalham felizes", diz, calmamente. "E tem outras que vão reclamar sempre, que vão dizer que a emissora faz pizza, que é tudo rápido, que não tem arte. Mas a gente sempre sabe que vem pepino no sanduíche do McDonald's e ponto! E sempre vamos ao McDonald's porque gostamos", compara. "Prefiro sempre ver o lado positivo."
Nascida em Sorocaba (SP), Alinne passou a infância alternando temporadas entre um apartamento na cidade, com a avó, e uma chácara, com a mãe e o padrasto. Foi na área rural que ela sentiu suas primeiras atrações pelo mundo da ficção. "Na chácara eu tinha os animais e as coisas da minha cabeça - um pedaço de pau que virava varinha -, enquanto no prédio tinha os amigos para brincar", explica, sem conseguir tocar no sanduíche ou no suco que estão sobre a mesa. Ou no café, o primeiro de muitos que a ajudariam a manter o planejamento de um dia cheio e sem hora para acabar.
Shakira,Viva Cazuza
Artistas apoiam evento social em prol da Sociedade Viva Cazuza
A canção diz que “todo artista tem que ir aonde o povo está”. E se for para ajudar ao próximo, eles fazem questão de participar das campanhas sociais. Foi o que aconteceu na noite desta segunda-feira (9), quando artistas como Fernanda Abreu, Carol Castro, Maria Paula e outras atrizes participaram do lançamento da segunda edição do calendário da campanha “Cabelereiros contra a AIDS”, desenvolvida pela UNESCO e pela L’Oreal em mais de 20 países.
No Brasil, a renda do calendário – que traz 12 fotos de artistas assinados por fotógrafos de moda – será revertida para a Sociedade Viva Cazuza, comandada pela mãe do cantor, Lucinha Araújo. E ela era uma das mais animadas. “Estou muito orgulhosa, me sinto realizada com este trabalho. E ganhar um apoio como este foi sensacional. Mas, meu filho merece”, afirmou ela.
A edição deste ano traz fotos de Leona Cavalli, Sérgio Marone, Cris Viana, Maria Paula, Regiane Alves, Gisele Itié, Luana Piovani, Fernanda Abreu, Carol Castro, Giulia Gam, Gabriela Duarte e o casal Cássio Reis e Danielle Winits. A exposição fica em cartaz no local até o dia 22 de novembro.
Artistas solidários
Fernanda Abreu, cantora
“Sempre que posso e confio na instituição, busco participar de campanhas deste tipo. Acho que essa é uma das funções mais importantes dos artistas: usar a sua imagem para fazer o bem e eu procuro sempre estar ajudando as pessoas ao meu redor”.
Regiane Alves, atriz
“Normalmente, eu procuro me informar qual é a causa e quem é a instituição que está angariando o trabalho e os fundos. Se vejo que é algo que vale a pena e que as pessoas são mesmo ajudadas, eu vou estar sempre presente nas campanhas. No caso desta campanha em particular, eu tenho uma adoração muito grande pela Lucinha Araújo e pelo trabalho dela. Sempre que ela precisar, estarei à disposição”.
Maria Paula, humorista
“É uma união de coisas boas. Temos que aproveitar a nossa imagem para fazer alguma coisa em prol dos mais necessitados. Nossa voz sempre tem repercussão. Se estivermos todos na mesma vibe e juntos, vamos longe”.
Gisele Itié, atriz
“Acho que todo mundo merece ser ajudado e, se temos o link direto e podemos saber para onde vai essa nossa ajuda, ficamos sempre muito felizes. Ainda mais se sabemos que o resultado dessa nossa ação dá mesmo bons frutos para os que precisam”.
"Sexo não era um assunto que eu conversava com meus pais", revela Fernanda Lima
Capa da revista Nova de novembro, Fernanda Lima falou sobre família, trabalho e também abordou o tema de seu programa da Rede Globo. "Sexo não era um assunto que eu conversava com meus pais, mas recebi deles amor suficiente para construir minha autoestima. E, no fim das contas, é o que importa".
No comando de "Amor & Sexo", ela revelou que, antes de começar, morria de medo de dizer alguma bobagem, já que não é uma especialista. "Mas, meu senso crítico é bem apurado: não costumo falar além da conta e estou no direito de não saber tudo. Ora, também tenho minhas repressões".
Divulgação
A bela contou ainda que, apesar da rotina atribulada com filhos gêmeos, encontra tempo para namorar. "Não é fácil, mas dá! Temos uma logística. É quase assim: 'Na quarta, tu tens compromisso? Não? Então a gente vai sair'. É fundamental reservar uma hora, trancar a porta do quarto depois que as crianças dormem e dizer ‘Agora pode cair o mundo lá fora!'", brincou.
Sobre a sua relação com o ator Rodrigo Hilbert, ela contou que "no início, ele era tímido, e eu fazia o estilo independente demais". Juntos há sete anos, as coisas mudaram com o tempo. "O convívio nos trouxe sintonia, maturidade. Sabemos que é preciso haver diálogo para construir uma história".
Divulgação
Adepta de uma alimentação saudável, ela deu as dicas de como mantém o corpo sarado. "O principal é comer bem. Estou acostumada a ter uma alimentação saudável desde pequena. Me dá prazer". Fernanda ainda revelou seu cardápio completo. "De manhã, preparo um suco com cenoura, maçã, gengibre, semente de girassol, amendoim, beterraba e pepino. Para o jantar, fervo água, coloco brócolis ou couve-flor por alguns minutinhos. Nem deixo cozinhar — assim elas ficam crocantes — e tempero só com azeite", descreveu a ex-modelo, que também se considera uma esportista e pratica ioga ("é sagrado!"), pilates, corrida e natação.
Apaixonado pelo Brasil
“Preciso preservar a minha capacidade de resistir”, resume ele, ao final da nossa conversa de quase duas horas. Na sala de reuniões do seu estúdio, em um prédio de escritórios no bairro de Perdizes, em São Paulo, ficamos os dois em silêncio, sem conseguir esconder a emoção
Raras vezes na minha já longa caminhada pelo jornalismo, que neste mês de outubro completa 45 anos, tive a oportunidade de ouvir um depoimento tão contundente como este do Elifas Andreato, tamanha sua paixão pelo Brasil e pelo seu trabalho, razão da sua permanente luta contra o desânimo e o alcoolismo.
Elifas é, acima de tudo, um cidadão brasileiro. Fez da terra onde nasceu sua profissão de fé na vida, que nenhuma dificuldade, seja de grana ou de saúde, como as que está enfrentando no momento, é capaz de abatê-lo. Dono de espantosa franqueza, ele fala de conquistas e derrotas com o mesmo entusiasmo, sem deixar de sorrir em nenhum momento, certo de que amanhã será um dia melhor.
Vale a pena conhecer a sua trajetória. Do menino criado na roça, que começou a trabalhar aos oito anos e nunca foi à escola, ao adolescente torneiro-mecânico numa fábrica de fósforos em São Paulo. Do jovem prodígio que, em pouco tempo, se tornou um dos maiores nomes das nossas artes gráficas, valioso combatente da cultura brasileira, ao senhor de cabelos brancos que resiste à frente do Almanaque Brasil.
Por isso, peço ao leitor um pouco de paciência. A caminhada dele é longa, mas vale ir até o final desta entrevista, para conhecer melhor este "pé vermelho", nascido em Rolândia, no norte do Paraná. Jeito e esperança de menino ainda, aos 63 anos, ele é o dono das mais belas capas de discos, livros e revistas já feitas no país, entre suas muitas outras obras.
Com a ajuda dos dois filhos, Bento e Laura, à frente de uma equipe de doze jovens, ele hoje toca a revista Almanaque Brasil, que é distribuída há mais de dez anos aos passageiros da TAM, graças a uma parceria que Elifas fez no início com o comandante Rolim Amaro - outro destes valentes brasileiros que não surgem todo dia e fazem muita falta quando vão embora.
Defender a arte e a cultura brasileiras pode não fazer bem para a saúde nem para o bolso, como é possível constatar na entrevista, mas o exemplo de Elifas Andreato é a prova vivida de que vale a pena resistir.
Brasileiros - Só para a gente fazer um balanço final, vamos aos números da tua obra. E.A. - De capas de disco, minha filha contou umas 600. Tenho perto de 200 capas de livros, uns 150 cenários e cartazes para teatro...
Brasileiros - Você tem toda uma trajetória vitoriosa ligada à arte brasileira, à nossa história. O que ficou de tudo isso? E.A. - Hoje, eu tenho o Almanaque Brasil, que é a minha tribuna, onde eu posso fazer o que gosto. Chega até ser uma coisa meio egoísta, no sentido de que eu tento preservá-la a qualquer preço. Às vezes, eu recebo conselhos de muita gente: "Pô, desista, cara". Mas eu não posso viver sem esse espaço para contar a boa história brasileira. Eu escrevi isso recentemente: "Não sei viver sem trabalhar, sem estar dedicando o tempo de vida que me resta ainda à construção do País que eu sonhei para as futuras gerações". E não vou desistir disso, não. Todas as vezes que me bate um desânimo, ou uma crise de alcoolismo, tem uma coisa tão forte nisso, que eu digo para mim mesmo. O alcoolismo não vai me derrubar, embora eu lute contra ele todo o tempo. Quando eu percebo que ele está vencendo a batalha, que ele está me deixando enfraquecido, desanimado e fragilizado, eu corro para uma clínica, me recupero e volto aqui para continuar a minha batalha. Quer dizer, eu me preservo para continuar a minha luta.
Brasileiros - Você saiu ontem de mais uma internação e já parece bem animado... E.A. - Eu estava me afundando, bebendo todos os dias, de desespero, de desânimo. E sempre foi assim. Mas, cara, como é que eu vou fazer? Vou me entregar dessa maneira? Não, eu vou lá e me entrego aos tratamentos, volto sadio para continuar a minha luta. Para isso, eu preciso estar inteiro, estar sadio, eu preciso estar bem, com a cabeça em ordem para orientar a moçada, para preservar a minha capacidade de resistir.
Esse é o Zap!, um evento que acontece em todas as segundas quintas-feira do mês com batalhas de poesia – o poetry slam. Essa é a primeira iniciativa desse tipo no Brasil, rola em São Paulo e tem chamado atenção de muita gente.
O espaço é aberto para a poesia falada de pessoas de todas as idades, profissões, visões de mundo, anseios e crenças. O importante é trocar e respeitar as ideias que estão ali. A noite começa às 19h com uma projeção de filmes, depois disso rola o “Microfone Aberto”, momento em que podem ser declamadas (ou lidas) poesias e textos tanto autorais como de outros autores, mas às 21h é que o bicho pega: começa a batalha, o Slam!
As regras da competição são simples: ( 1) Um poema (ou texto) por vez, devendo ser de autoria do poeta (podem ser lidos) , (2) Sem acessórios, sem figurino, sem acompanhamento musical e (3) Os poemas devem ter no máximo 3 minutos (ou menos) mais 10 segundos de bônus. Após esse tempo a cada 10 segundos excedidos, um ponto é descontado.
Quem escolhe o melhor poema ou texto é um júri formado por cinco pessoas – sorteadas ou escolhidas na hora entre o público. As notas vão de zero a 10, sendo analisado o conteúdoe a forma como ele é apresentado. São três rodadas, três poemas diferentes e o esquema de “mata-mata”.
A atriz Megan Fox foi eleita a mulher mais sexy do mundo pela revista britânica Empire. Segundo o site Gabby Babble, Megan venceu a disputa desbancando a atriz Angelina Jolie, que teve de se contentar com o segundo lugar.
Getty Images
A Empire considerou que Megan venceu a disputa porque "não parece real, parece uma heroína de quadrinhos que foi trazida à vida". Curvas estonteantes e atitude atrevida na vida real também pesaram para que o conjunto fosse o mais sexy.
Enquanto isso, Angelina Jolie não recebeu tantos elogios com seu segundo lugar. A grande surpresa foi a atriz inglesa Emma Watson, a Hermione de "Harry Potter", que ficou em terceiro lugar. Na sequência vem as atrizes Scarlett Johansson, Zoe Saldana e Natalie Portman.
FERNANDA PAES LEME
ZEUS LHE DEU A LUZ ,OUTRA VEZ
Apenas com calcinha e sutiã. E agarrando a cueca de um modelo. É assim que Eva Mendes foi fotografada para estampar um outdoor da campanha da Calvin Klein.
De acordo com o jornal norte-americano " New York Daily News", as pessoas que passam pela publicidade garantem que a foto chega a ser erótica, ao invés de apenas sensual.
O outdoor está localizado no quarteirão da Houston St., no Soho. O jornal afirma ainda que muitos moradores preferem que o anúncio fosse retirado.
Mas essa não é a primeira vez que Eva Mendes gera polêmica com a marca Calvin Klein. No ano passado, a propaganda da atriz para o perfume da grife foi banida dos Estados Unidos por ser considerada obscena.
Eva Mendes posou toda sensual para campanha da Calvin Klein
Considerada por seus colegas de trabalho uma das meninas mais doces do Projac, a Central Globo de Produções, Fernanda Vasconcellos não faz o tipo de atriz que gosta de se expor. Mas, mesmo recatada, ela topou tirar a roupa para a RG Vogue e fez fotos pra lá de sensuais para a publicação.
Christian Gaul/ Divulgação
Engana-se quem pensa que, por trás tanta delicadeza, está uma menina boba. Cheia de personalidade, ela avisa: não tem medo de rodar a baiana quando abusam de sua boa vontade.
Na Rede Globo, Fernanda está prestes a viver sua quarta protagonista. Na próxima novela das sete, “Tempos Modernos”, a atriz será Nelinha, uma das filhas de ninguém menos que Antônio Fagundes.
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Com vestido justo, Deborah Secco mostra o corpo enxuto em São Paulo
Terça-feira, 20 de outubro de 2009
Garantir os Direitos dos Povos
Secretário Américo Córdula participou da abertura do 1º Encontro Internacional da Diversidade Cultural
“O conceito de diversidade cultural se tornou, nos últimos anos, sinônimo de uma política afirmativa de garantia dos direitos dos povos. Uma política ampla, que abrange aspectos fundamentais das relações humanas e propõe ações de estímulo às diferentes expressões culturais, na construção de uma cultura de paz, de aceitação do outro e de diminuição das diferenças sociais, culturais e de gênero.”
A afirmação foi feita na manhã desta quinta-feira, 5 de novembro, na abertura do 1º Encontro Internacional da Diversidade Cultural pelo secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Américo Córdula, ao defender o direito de manifestação das diferentes expressões culturais dos povos como forma de diminuir as diferenças sociais.
Córdula salientou a importância da participação da sociedade civil, por meio das coalizões com representação em vários países na implementação da Convenção da Diversidade Cultural. Ele defendeu também a necessidade de criação de um comitê cultural, no âmbito da Organização Mundial do Comércio, como forma de assegurar, a cada país, o direito sobre a comercialização dos seus bens e serviços culturais. “Afinal, vale lembrar que a próxima rodada de negociações de liberalização de comércio no âmbito da OMC terá como objeto os serviços, nos quais se incluem diversos segmentos da produção cultural”, destacou.
“A Convenção da Diversidade Cultural foi a primeira a explicitar, num artigo exclusivo, a importância da sociedade civil no trabalho para alcançar seus objetivos. As Coalizões da Diversidade têm, portanto, um papel essencial em todo esse processo, principalmente na divulgação da importância desse tema”, acrescentou o secretário, que conclamou os participantes a trabalharem no fortalecimento do Fundo Internacional de Diversidade Cultural, com o objetivo de garantir financiamento de projetos estruturantes das indústrias culturais dos países menos favorecidos.
Américo Córdula lembrou, ainda, que o fórum de discussões, em Salvador, ajudará a assimilar e aprofundar os conceitos nos quais se baseia a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que já permeia todas as políticas implementadas pelo Ministério da Cultura. “Estamos trabalhando para promover sua ampla compreensão e incorporação por todas as demais instâncias públicas que trabalham com a cultura em nosso país”, garantiu.
O secretário ressaltou que a Convenção da Diversidade Cultural serviu também como ponto de referência na elaboração do Plano Nacional de Cultura, primeiro planejamento público de longo prazo, que está tramitando no Congresso Nacional e que terá validade para os próximos 10 anos. “Esse Plano foi criado após um processo igualmente democrático e participativo, e provocará a elaboração de Planos estaduais e municipais que serão de grande importância para a consolidação de um Sistema Nacional de Cultura, que vai organizar, no Brasil, as relações entre todos os Estados e municípios e a sociedade.”
Além do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, que representou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, fizeram parte da mesa de abertura o presidente da Federação Internacional das Coalizões da Diversidade Cultural, Rasmane Ouedraogo, africano de Burkina Faso, o presidente da Coalizão Brasileira, Geraldo Moraes e o secretário de Cultura da Bahia, Márcio Meireles.
Depois do escândalo que envolveu Geyse Arruda, expulsa da UNIBAN por usar vestido curto, Sabrina Sato foi gravar uma reportagem para o "Pânico na TV", da Rede TV!, nesta segunda-feira (9), durante um protesto em frente à faculdade, em São Paulo.
Com uma roupa parecida com a que Geyse usava no dia em que foi escoltada por policiais, graças a agressões verbais de dezenas de estudantes, a apresentadora se uniu à multidão. Ela postou sua foto no Twitter durante a gravação do programa. "Tem que ter coragem... Curto e rosa com muito orgulho", escreveu
O protesto, em sua maior parte favorável à aluna, reuniu a equipe do programa humorístico e integrantes da União Nacional dos Estudantes. Algumas pessoas que se opuseram à atitude de Geyse também estavam por lá para se mostrarem contra a opção de vestuário da aluna.
Sabrina Sato se une à multidão no protesto em frente à UNIBAN
Quem está à frente do programa "Superbonita", do GNT, da próxima sexta-feira (13) é a atriz Fernanda Machado. O programa aborda o "nude", tom bem claro que se assemelha à cor da pele. A apresentadora convidada revelou que pensa em aderir à cor até mesmo no seu vestido de noiva: "Se algum dia eu casar na igreja, prefiro o 'nude'".
Alexandre Campbell/Divulgação
A consultora de imagem Clara Vasconcelos, entrevistada da atriz no programa, também quebrou o padrão, deixou o tradicional branco e optou pelo vestido de casamento bege.
O programa ouve ainda a arquiteta Gorete Colaço. Ela garante que, mesmo com a febre dos esmaltes coloridos, gosta mesmo é de unhas clarinhas. Já a maquiadora Polly ensina como escolher o tom de "nude" certo para destacar a beleza natural de cada pele.
Deborah Secco roubou todos os flashes na inaguração da loja 7 For All nesta terça-feira (10). A bordo de um vestido justo e curtíssimo, a atriz exibiu um corpo enxuto e torneado ao passar pelo evento na Daslu, em São Paulo.
Fabio Guinalz/AgNews
Deborah Secco atraiu olhares com seu mini justinho
Ministério da Cultura lança curso gratuito de desenho animado à distância
Agência Brasil
28-Out-2009
Jovens precisam ter mais de 16 anos, com acesso à internet e noções de desenho. Inscrições já estão abertas
Jovens de todo o país já podem se inscrever, via internet, a partir de hoje (28), para participar de um curso de ensino a distância que dará oportunidade de atuar no mercado profissional de animação. O projeto, intitulado AnimaEdu, é resultado de parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Audiovisual, Infraero e a produtora OTTO Desenhos Animados. O programa foi lançado hoje, quando é comemorado o Dia Internacional da Animação, com eventos em 400 cidades do Brasil e 30 países. Para participar da iniciativa não precisa entender de animação. Basta ter idade mínima de 16 anos, computador com acesso à internet, scanner e noções de desenho. As atividades, que abrangem 18 módulos, vão começar em novembro e serão concluídas em janeiro de 2010. Para ser incluído na primeira turma é preciso fazer a inscrição no site www.animaedu.com.br. O curso é gratuito e tem duração de nove a 16 semanas, com aulas com duração de uma hora, acompanhadas por tutores, duas vezes por semana. O material didático, contendo textos, exercícios e manuais, será disponibilizado no site do AnimaEdu e só poderá ser acessado por jovens matriculados no curso. Ao final, cada aluno ganhará um certificado de participação. A primeira turma será formada em caráter experimental, mas a idéia é que depois o projeto passe por ajustes para atender a um público mais diversificado. Segundo os organizadores do projeto, os formandos poderão trabalhar na realização de curtas metragens para publicidade, material destinado à internet e a empresas da área de desenho animado.
Quebrar as correntes, Desatar os nós, E o olhar silencioso, Que apenas quebra o silêncio nas correntes, Que denuncia a lágrima congelada e triste, Que existe dentro da nossa invencibilidade, A pior das impossibilidades, Invisibilidade, Recuso-me enquanto aparência lúdica, Existe em mim um véu, Dentro do lado de cá a impermeabilidade, Imagem impenetrável refletida nos espelhos virados pras paredes! Concepção da imagem refletida entre o real e o irreal, A absurda existência das lágrimas atrás de todas as estrelas espalhadas como pingos de chuva!
Céu
O SESC Vila Mariana apresenta em novembro
Maud Lovett e Anne Lovett
Anne (piano) e Maud Lovett (violino), duas jovens e promissoras talentos que se apresentarão pela primeira vez no Brasil. No repertório, o duo incluirá uma grande sonata, além de música francesa contemporânea. A apresentação das irmãs Lovett terá um caráter inédito, já que as musicistas encomendarão peças exclusivas a jovens compositores franceses com quem mantêm estreita colaboração. Dia 10, terça, às 21h
DESESPERANÇA NO ALTAR DAS POESIAS
Apaguem todas as palavras escritas, Paridas nos murros, Abortadas nos becos, Nas paredes como fora hieróglifos desalinhados, As pessoas continuam cruéis, dançam sobre a nossa dor e pisam em nossas sombras, Esqueçam os versos que eu fiz em noites claras, Em dias frios, dentro da minha única forma de ser! Sai do porão e me dei com a escuridão atravessei às ruas semi iluminadas por luares esquecidos, Vozes, Desencantos, Filhos nascidos fora da hora, Malditos por predestinação, Ouço os ecos soltos das vozes frouxas pelos arcos atirados das montanhas, Silêncio, a dor esta dormindo, Deixei-as por segundos para que eu possa enfim respirar. Pois o mal habita o ser humano/des(H)umanizando-o, Sou a ante poesia, profética razão do não ser servil, Estou febril, sofro de náuseas, tédios e angústias, – Febre absoluta e muita insatisfação, Num altar em contrução.
Corpo do cineasta Anselmo Duarte é sepultado em Salto
Ápice da carreira deu-se em 1962, quando venceu a Palma de Ouro com o filme O Pagador de Promessas SÃO PAULO - O corpo do ator e cineasta Anselmo Duarte, 89 anos, foi enterrado às 12h30 deste domingo, 8, no Cemitério da Saudade, em Salto, cidade natal de Duarte, no interior paulista. Cerca de 500 pessoas compareceram no enterro, segundo relato de funcionários do cemitério. O prefeito de Salto, José Geraldo Garcia, decretou três dias de luto oficial na cidade e acompanhou o sepultamento.
Anselmo morreu na madrugada de sábado, 7, vítima de acidente vascular cerebral. O cineasta estava internado há cerca de 15 dias no Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo. O velório ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Um curto velório também ocorreu no saguão do Centro de Educação e Cultura - CEC - em Salto, inaugurado em 30 de junho de 2009 e que leva o nome de Anselmo Duarte. Anselmo Duarte nasceu em Salto no dia 21 de abril de 1920 e tinha três filhos: Anselmo Júnior, Lídia e Ricardo. Com uma carreira de sucesso no cinema, teatro e televisão, Anselmo ficou conhecido internacionalmente por ser o único brasileiro a receber o Prêmio "Palma de Ouro" em Cannes, com o filme "O Pagador de Promessas".
De suas atuações como ator na Cinédia, destaca-se Pinguinho de Gente, de 1949. Na Atlântida, Anselmo Duarte atuou, dentre outros, em Carnaval no Fogo e Aviso aos Navegantes, ambos do diretor Watson Macedo. Uma das mais destacadas atuações de Anselmo foi em Sinhá Moça, do diretor Tom Payne, que ganhou o Prêmio Especial do Júri, em Veneza. No papel do compositor Zequinha de Abreu, em Tico-Tico no Fubá, também foi muito elogiado pela crítica. São essas produções da Vera Cruz que fizeram crescer a imagem de Anselmo como galã do cinema nacional. Foi também ator em Independência ou Morte, produzido em 1972.
O ápice de sua carreira deu-se em 1962, quando dirigiu O Pagador de Promessas - único filme brasileiro a receber o maior prêmio mundial do cinema, a Palma de Ouro no Festival de Cannes. O então jovem diretor venceu concorrentes que pertencem à história cinematográfica mundial, como Luis Buñuel, Michelangelo Antonioni e Robert Bresson.
Com a premiação, Anselmo Duarte ganhou uma série de desafetos, principalmente entre os jovens diretores do Cinema Novo. A carreira de Anselmo Duarte como diretor seguiu até o final da década de 1970. Outros de seus filmes ainda esperam uma reavaliação, tais como Vereda da Salvação, Quelé do Pajeú, Um Certo Capitão Rodrigo e O Crime do Zé Bigorna.
Sua carreira confunde-se com a própria história da arte cinematográfica nacional. Somando-se suas atuações como ator e diretor, são mais de quarenta filmes.
ESTAMOS VOLTANDO NO TEMPO..INFELIZMENTE
Aluna hostilizada na Uniban diz que expulsão é absurda
A aluna da Uniban Geisy Arruda, 20, --que foi hostilizada por colegas no dia 22 de outubro--, afirmou à Folha Online que a decisão da universidade de expulsá-la é absurda. A Uniban publicou anúncio em jornais de São Paulo deste domingo (8) em que afirma ter decidido expulsá-la.
Geisy foi xingada nos corredores da universidade, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. Geisy parou de frequentar as aulas --ela está no primeiro ano do curso de turismo. "Eu fui a vítima. Como que eu posso ser expulsa? A vítima é expulsa da faculdade? Isso é um absurdo", disse. Geisy ficou sabendo que seria expulsa por meio da imprensa e diz que está muito surpresa com a notícia. "Não tive confirmação de nada até agora, só através da mídia. É uma falta de respeito. Eu não estou acreditando que isso está acontecendo." Ela ainda não leu o anúncio nos jornais, mas disse que amanhã de manhã vai comprar os principais jornais do país para fazer isso.
Geisy Arruda, 20, que foi expulsa da Uniban após ser hostilizada por colegas por usar um microvestido rosa
Segundo a ex-aluna, na sindicância a que compareceu na última quarta-feira (4), os responsáveis pela universidade decidiram que ela voltaria às aulas na próxima segunda-feira (9), com segurança a protegendo, e que sua classe foi transferida para uma sala do outro lado do prédio. "Quarta-feira ficou tudo certo que eu voltaria a estudar na segunda. E, de repente, eles fazem isso? Eu não estou entendendo mais nada." A estudante contou que compareceu a universidade com os advogados para ajudar a esclarecer os fatos e descobrir quem começou a manifestação. Mas disse que a experiência foi horrível e que saiu de lá chorando. Ela diz que esperou 15 minutos para entrar na universidade e mais 20 minutos para chegar a uma sala apertada em que foi bombardeada com perguntas que não sabia responder. "Eles queriam saber as pessoas que estavam na manifestação, quem estava sentado ao meu lado esquerdo, direito, na minha frente, atrás." De acordo com a aluna, a Uniban não procurou as imagens das câmeras do dia da manifestação porque "estão querendo abafar o caso". Geisy informou que ficou das 14h às 20h sem tomar nem um copo de água e que os responsáveis pela universidade ficavam olhando para ela com cara feia. "Respondi as perguntas um milhão de vezes. Eu não posso apontar alguém sem ter certeza. Falei para os meus advogados que eles estavam me tratando como se eu fosse a culpada." Agora a estudante diz que precisa saber se a expulsão é verdadeira, e depois deve marcar uma reunião com os advogados. "Vamos ter que tomar uma atitude. Isso é inaceitável. Eu não vivo no Oriente Médio. Alguma coisa será feita." Anúncio No anúncio, intitulado "A educação se faz com atitude e não com complacência", a Uniban afirma que a sindicância aberta para apurar o acontecimento concluiu que houve "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade" por parte da aluna. Segundo a nota, foram colhidos depoimentos de alunos, professores e funcionários, além da própria Geisy, para embasar a sindicância. Em seu depoimento, a Uniban diz que "a aluna mostrou um comportamento instável, que oscilava entre a euforia e o desinteresse". As imagens gravadas no dia e divulgadas na internet também foram analisadas, e os alunos identificados foram suspensos temporariamente das atividades acadêmicas. A universidade afirma que a aluna frequentava a unidade com trajes inadequados "indicando uma postura incompatível com o ambiente" e chegou a ser alertada sobre o assunto, mas não mudou o comportamento. No dia do acontecimento, segundo a Uniban, Geisy percorreu percursos maiores para aumentar sua exposição, "ensejando, de forma explícita, os apelos de alunos". "A atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar." Em entrevista ao blog do jornalista Josias de Souza, o advogado da reitoria da Uniban, Décio Lencioni Machado, disse que a aluna "sempre gostou de provocar os meninos. O problema não era a roupa, mas a forma de se portar, de falar, de cruzar a perna, de caminhar". O advogado da estudante, Nehemias Melo, disse que ainda não foi notificado da decisão "A gente ficou muito chocada e achou que São Paulo tinha voltado no tempo", diz a colunista Raq Affonso
A universidade afirma ainda que foi constatado que "a atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar". Ainda assim, o conselho superior declarou na nota que suspendeu temporariamente os alunos envolvidos e identificados no incidente. A Uniban também criticou o comportamento da imprensa na cobertura do caso. Segundo a universidade, a mídia perdeu a oportunidade de contribuir para um debate 'sério e equilibrado' sobra ética, juventude e universidade.
Segundo as cenas e os depoimentos de presentes, o tumulto começou quando a aluna subia por uma rampa até o terceiro andar e os alunos começaram a gritar. Ela ficou trancada em uma sala e, com a ajuda de um professor e colegas, chamou a polícia, que a escoltou até a saída da universidade.
De acordo com a estudante, em entrevista concedida ao estadao.com.br no último dia 30, o episódio começou "como uma grande brincadeira". Vestida para uma festa que iria naquele noite, ela conta que no início arrancou muitos elogios com seu visual, mas a situação aos poucos inverteu. No intervalo das aulas, um "verdadeiro coral ridículo de gritos de puta" a acompanhou até que deixasse o prédio.
“Exposição Arte nos Objetos”
O SESC apresenta à comunidade de Rio Branco a exposição da artista plástica Leia Haerdrich “Exposição Arte nos Objetos”, o evento irá acontece no salão de exposições do SESC centro, ficando a exposição aberta para o público de 30 de Outubro a 17 de Novembro. Com a abertura da exposição o SESC dar continuidade suas atividades para as artes plásticas numa serie de exposições de artista locais e nacionais no projeto Calenarte.
A artista
Leia Haerdrich nascida em Dois Vizinhos – Paraná. Chega ao Acre em 1989. Passa a trabalhar com artesanato. Posteriormente leciona artes para crianças inspirando-se por outros artistas. Percebeu sua facilidade para artes plásticas. Leia passou a desenvolver sua arte e aprender técnicas como “abstratos”, “pop art”, “esculturas com objetos” e outros.
Serviço: Exposição “Exposição Arte nos Objetos”,
Autor: Leia Haerdrich
Horário: 19h30
Local: SESC centro, Avenida Brasil, 713
Contato: (68) 3212 2815
Diversidade Sexual
Parada LGBT reúne mais de dois milhões de pessoas no Rio de Janeiro
O Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), Américo Córdula, participou neste domingo, dia 1º de novembro, da 14 ª Parada Gay do Rio de Janeiro que tece como tema: Eu tenho direito de viver e amar livremente, senão é homofobia. Mesmo com a chuva, cerca de dois milhões pessoas estiveram na orla de Copacabana, segundo os organizadores do evento.
A passeata contou também com a presença do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do governador do Estado, Sérgio Cabral. Foram distribuídos 500 mil preservativos, lubrificantes e folhetos informativos, como incentivo à prevenção das DSTs, Aids e hepatites virais.
A SID/MinC discute e realiza ações para a promoção do respeito à diversidade sexual com foco no segmento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transsexuais e Transgêneros). Estas ações estão inseridas no Programa Brasil sem Homofobia da Presidência da República, uma das bases fundamentais da luta pelo direito à dignidade e pelo respeito à diferença no país.
O Rio de Janeiro foi eleito ontem o melhor destino gay do mundo. A votação foi promovida pelo Logo, um canal da MTV destinado ao público homossexual, por meio do site tripoutgaytravel.com. O Rio competia com as cidades de Barcelona, Buenos Aires, Montreal e Sydney, e recebeu mais de cem mil votos.
O lançamento de "Deu no Blogão", livro de Aguinaldo Silva, não poderia ser diferente. Várias estrelas apareceram para prestigiar o grande autor na noite de quarta-feira (4), em uma livraria de um shopping carioca, na Barra da Tijuca. Todo de preto, Aguinaldo autografou livro por livro e tirou foto com vários fãs e admiradores
Tony Andrade e Thyago Andrade/ Agnews
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Aguinaldo Silva lançou o livro Deu no Blogão na livraria Travessa, no Rio de Janeiro
AgNews
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A atriz realizou um pocket show exclusivo para os convidados do evento
AgNews
AgNews
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A atriz estava linda em todas as imagens
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Megan Fox aparece em fotos inéditas do ensaio para a Rollng Stone
AgNews
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A atriz de Garota Infernal e Transformers mostrou que também é uma ótima modelo
Sexo frequente pode reduzir o risco de infarto fatal em homens
Estudo afirma que atividade sexual diminui o risco de morte súbita
Um novo estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa, que levou 20 anos para ser concluída, contou com a colaboração de 3.000 homens de 45 a 59 anos de idade.
De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão basal (metabolismo básico) é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos . Mas, o benefício só acontece quando a atividade sexual é realizada com frequência.
Dos voluntários que participaram da pesquisa, um em cada cinco tinha relações sexuais menos de uma vez por mês, e um em cada quatro afirmou que mantinha relações pelo menos duas vezes por semana. Durante a pesquisa, 26 homens sofreram derrames e 65 morreram. O resultado comprovou que aqueles que possuíam uma vida sexual menos intensa estavam entre a maioria dos voluntários que tiveram derrame.
Terceiro lugar no 'Miss Transexual', brasileira quer direito a mudar de nome
Danielle Marques foi eleita a terceira travesti mais bela do mundo. Próximo passo é adotar uma criança para criar com o marido alemão
A transexual Danielle Marques, de 28 anos, espera que a conquista do terceiro lugar do concurso Miss Rainha Internacional, realizado na Tailândia, ajude a reforçar a luta pelos direitos dos travestis no Brasil. No dia seguinte ao concurso vencido pela japonesa Haruna Ai, que fez cirurgia de mudança de sexo e conseguiu mudar seu nome de batismo no Japão, a candidata brasileira deu entrevista para mais de 19 emissoras de televisão e falou sobre as dificuldades de reconhecimento e respeito que enfrenta no Brasil.
Por telefone, a transexual nascida em Bela Vista (MS) e registrada em cartório com o nome de Daniel Marques Corrêa revelou seu desejo de colocar o nome de mulher nos documentos e ajudar os transexuais a terem mais acesso ao trabalho. Casada há menos de um mês com um alemão de origem portuguesa, Danielle revelou o desejo de adotar uma criança para formar uma família. Confira a entrevista:
G1 – Como você está se sentido após ser eleita a terceira transexual mais bela do mundo? Danielle - Eu não tinha ideia da dimensão deste concurso aqui na Ásia. É uma superprodução com grande divulgação. Tinha jornalista do mundo inteiro. Só não tinha do Brasil. Sei que merecia mais que terceiro, mas a cultura asiática é muito diferente, eles respeitam muito a transexualidade. É muito diferente da nossa cultura. Mas fiquei contente com toda a divulgação obtida. No ramo artístico, você sempre tem que estar na mídia. Sempre busco algo para fazer para chamar a atenção. Agora tenho certeza de que meu trabalho vai dobrar. Estou muito feliz
G1 – De que forma sua vitória pode ajudar na luta pelos direitos dos transexuais?
Danielle - O concurso foi uma oportunidade boa para mostrar a luta dos transexuais no Brasil. Somos pessoas normais, que pagam conta, batalham, trabalham e consomem como qualquer um. Estamos brigando para ter respeito e obter o direito de poder mudar de nome sem necessariamente ter de mudar de sexo, como acontece na Europa. É muito ruim você ter de apresentar uma documentação masculina quando vai pegar um avião, por exemplo. Espero que o Brasil possa abrir mais o mercado de trabalho aos transexuais. O país precisa pegar o travesti para trabalhar com decoração, maquiador ou cabeleireiro. Você não tem noção de quanto somos criativos. Temos instinto para fazer tudo na arte. E espero que daqui a uns 10 anos o Brasil possa estar mudado para o que os transexuais possam exercer profissões de formação acadêmica. Hoje é preciso ter muita força de vontade para não parar de estudar, porque nenhuma escola aceita um transexual.
G1 – Como foi sua trajetória até esse concurso?
Danielle - Trabalho desde os 15 anos. No Brasil, trabalhei como cabeleireira, modelo e consegui um emprego de maquiadora na TV Educativa de Campo Grande como travesti. Também atuei em um teatro de Balneário Camboriú (SC), onde também tinha um salão de beleza. Fui para a Argentina, onde aprendi a falar espanhol e em seguida parti para a Espanha. Em Barcelona, trabalhei na noite como gogo girl na beira da praia, ganha 50 euros por noite. Todo verão eu ia para Ibiza onde tinha muitas festas e dava para ganhar mais dinheiro trabalhando como dançarina. Foi lá que conheci o meu atual chefe, que é grego e vive na Alemanha. Ele me chamou para fazer parte de um grupo de transexuais que dançam com roupas sensuais ao estilo do Crazy Horse, a famosa companhia francesa. Era para trabalhar por 3 meses, mas já estou há quase 4 anos. Hoje sou estrela do espetáculo. Faço até um show solo, onde canto músicas de Gal Costa, Ivete Sangalo e Daniela Mercury. Neste concurso eu me apresentei cantando “O canto da cidade”, da Daniela Mercury. Sou muito afinada
G1 – Você mudou muito o seu corpo? Danielle – A minha primeira cirurgia plástica eu consegui fazer com o dinheiro que ganhei em Ibiza. Fiz plástica no nariz, coloquei prótese de silicone no peito e operei o “gogó”. Não fiz cirurgia de mudança de sexo.
Muitas vezes a vida de um transexual está ligada à prostituição. Você já fez programa? Danielle – Nunca fiz programa na minha vida. Sim, eu já tive homens que me bancaram, alguns eram até casados, mas nunca fiquei com alguém que eu não gostasse ou que tivesse de aturar só por causa do dinheiro. Não consigo imaginar vender o corpo ou ter que fazer sexo sem ter prazer. Acredito no amor e na convivência. Nunca me prostitui na rua e conheço muita “trans” que nunca se prostituiu. Não discrimino quem faz isso. Sei que a vida de uma transexual não é fácil. É briga diária contra a natureza, porque o corpo fabrica hormônio masculino e a gente não quer isso. Constantemente temos de fazer aplicação de laser, cirurgia plástica, colocar botox, arrumar cabelo, fazer unhas e ser feminina. Isso sai muito caro. Por isso muita gente que está começando acaba sendo levada à prostituição. Se a pessoa não tiver apoio, acaba caindo nas drogas e se prostituindo.
22 de novembro
ARENA DA FLORESTA
RIO BRANCO AC
CLAUDIA LEITE
As mulheres preferem os mais velhos?
As mulheres preferem os mais velhos?
Não é uma regra, mas dificilmente uma mulher jovem se relaciona com um homem mais novo
Vladimir Maluf
Dificilmente, as mulheres procuram homens mais novos. Principalmente quando são jovens. A explicação de todas as entrevistadas que o iG conversou foi, basicamente, a mesma: é bem mais fácil estabilizar uma relação com homens mais maduros. E, conforme elas vão ficando mais velhas, a procura muda um pouco e a diferença vai diminuindo. E há casos em que a história até se inverta...
De olho nos mais velhos
Carolina*, de 21 anos, conta que teve um namorado de 40 - e seus outros casinhos sempre foram com homens que já passaram dos 30. “Meu pai me viu com ele uma vez e fez um escândalo, achando que tivesse 30. Se soubesse que era quase da mesma idade dele, me matava”, conta. Mas, para ela, a diferença não era problema. “Homens da minha idade são meninos, eles só querem diversão, diversão e diversão...”
Suzi Rocha, empresária de 31 anos, também sempre preferiu os homens mais velhos. Para ela, os grisalhos são charmosos e, além disso, mais fáceis de construir um relacionamento. “Eles sabem tratar uma mulher melhor e, como são mais maduros, sabem o que querem. Os mais novos, normalmente, são infantis demais”, conta a moça que já teve um parceiro 13 anos mais velho.
Inversão de gostos
A teoria de Sônia Yamada, de 42 anos, é de que conforme a mulher vai ficando mais velha, começa a diminuir a distância, pois ela julga que só após os 35 o homem finalmente amadurece. “Quando me casei, escolhi um homem 10 anos mais velho e foi muito natural. Aos 20 anos, não conseguiria namorar um homem da minha idade”. Hoje, divorciada, ele revela que prefere os homens que estão entre os 40 e 45 anos, como ela.
Eliane Souza, de 47 anos, também se atrai por partidos da sua faixa etária. “Os muito jovens não tem experiência, nem condições financeiras. Mas tenho muitas amigas da minha idade que procuram os bem mais novos do que elas”, diz. Ela conta que sempre pensou assim. “Quando era mais nova, cheguei a me relacionar com homens mais velhos, mas sempre preferi os da minha idade. Já os mais novos, nunca gostei.”
Silvia*, de 52, diz que prefere ficar sozinha a se relacionar com um mais velho. E ela revela ainda que nem os homens da mesma idade interessam. “Se eu quisesse um senhor para ter uma vidinha de dona de casa, pacata, ficaria com meu marido. Não é porque passei dos 50 que estou morta. Os tempos são outros”, diz. “Quero um homem jovial. Por volta dos 35 seria perfeito, mas pode ser mais. Porém, não me atraem os com mais de 50”, diz. “Tenho tudo em cima, graças a muita academia e alguns reparos cirúrgicos, eu mereço!”, brinca.
Tempo de amadurecimento
A psicanalista Elizandra Souza explica que a mulher amadurece “impressionantemente mais rápido”. E isso é nítido já na infância. “As meninas, na escola, percebem que os colegas da sala são muito bobos.” Com isso, fixam que os que têm alguns anos a mais do que ela são melhores opções. “De forma geral, a mulher busca um companheiro maduro, que a proteja, que seja estável. A mulher gosta de pé no chão.”
A escolha da mulher, em alguns casos, se assemelha muito à imagem paterna. “Existem muitos casos de mulheres que tiveram problema de relacionamento com o pai – que brigavam muito ou foram ausentes. Essas acabam tendo maridos 20 anos mais velhos do que elas, como se tentassem um resgate do que não tiveram.”
Com o passar dos anos, a distância diminui. Elizandra também descreve as mulheres que invertem seus gostos nessa fase. “Depois dos 45 ou 50 anos, a mulher tem uma baixa hormonal muito grande, que causa uma depressão fisiológica. Ela não tem tanto desejo como antes, a aparência, ela fica em dúvida se desperta desejo, se satisfaz um homem...”
Inconscientemente, portanto, a mulher acaba buscando a vivacidade dos rapazes mais novos e, frequentemente, muito mais novos. “Fazem isso até para se sentirem mais jovens. Muitas querem garotos que têm 20 anos para reviver a juventude ou tentar viver pela primeira vez uma fase que não viveu – por ter se casado cedo ou por ter pais rígidos.
EUA vão indenizar cinco muçulmanos detidos após o 11/9
O governo dos Estados Unidos vai pagar US$ 1,26 milhão [cerca de R$ 2,21 milhões] a cinco muçulmanos detidos por meses sem acusação formal depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Eles entraram com uma ação na Justiça por prisão ilegal e maus-tratos, disseram advogados na terça-feira.
Os homens alegam ter sofrido tratamento desumano e degradante em um centro de detenção do Brooklyn, em Nova York, incluindo confinamento em solitária, espancamentos, ofensas verbais contínuas e impedimento de comunicação com parentes e advogados.
Rachel Meeropol, advogada do Centro para os Direitos Constitucionais que levou o caso à corte federal do Brooklyn, disse que esse foi o maior acordo até o momento relacionado a alegações de maus-tratos depois do 11 de Setembro.
O Departamento de Justiça aceitou um acordo sobre a ação, iniciada em 2002, depois que centenas de imigrantes foram mantidos em prisões por meses depois dos atentados.
Um porta-voz do Departamento de Justiça não foi localizado para comentar o acordo, no qual os EUA não admitem responsabilidade ou erro. Os cinco homens foram soltos depois de terem sido removidas quaisquer suspeitas de conexão com terrorismo, mas foram deportados.
Indenização
Um deles, Iasser Ebrahim, receberá a maior quantia, de US$ 356 mil [cerca de R$ 624 mil], sem descontar as taxas da Justiça.
"Depois de sete longos anos, estou aliviado por estar apto a reconstruir minha vida", disse ele em um comunicado divulgado pelo Centro.
"Retiraram nossos direitos e nos maltrataram simplesmente por causa de nossa religião e da cor de nossa pele", disse. "Sei que eu e outros ainda sentimos o efeito do que aconteceu e que comunidades nos EUA continuam a sentir os efeitos. Sinceramente, espero que isso nunca mais aconteça".
Ebrahim, de 37 anos, era webdesigner no Brooklyn. Seu colega Hany, trabalhador no setor de alimentos, que também foi preso, vivia em Nova York havia sete anos na época dos atentados de 11 de Setembro. Eles agora vivem no Egito.
Os dois foram detidos em 30 de setembro de 2001 e mantidos na prisão por oito meses, mesmo depois de um memorando do FBI [polícia federal americana] ter informado que eles não tinham conexão com terrorismo, diz a ação judicial.
Um relatório do escritório do inspetor geral do Departamento de Justiça mostrou que alguns funcionários da prisão jogaram os detidos contra as paredes, torceram seus braços e mãos de modo doloroso, pisaram em suas pernas e os mantiveram confinados por longos períodos
Meu bumbum tem vida própria", diz Claudia Raia
AgNews
Com gostinho de quero mais. Foi com essa sensação que a plateia que assistiu Claudia Raia, em seu novo musical, ficou. Em formato de "pocket show", a atriz e cantora apresentou cenas de seu novo trabalho no teatro, " Pernas Pro Ar".
Na última terça-feira (3), em um evento da "Magnum On Stage", da Kibon, Raia esbanjou simpatia, elasticidade e demonstrou muito prazer no que faz. Com um collant roxo, a atriz entrou no palco e conquistou a atenção de todos. Logo depois, a morena usou peças justas e coreografou muito com os dançarinos.
Sobre o corpão em forma, que Claudia sempre afirmou que é resultado de muita malhação, a própria atriz destaca o principal atributo. "Meu bumbum tem quase vida própria. Tenho que comprar passagem a mais, um passaporte. É como ele fosse uma almofada para me apoiar", brincou Claudia, animada.
Além de falar do corpo, Raia comentou que o espetáculo que apresentou não foi a pré-estreia do musical - que será na cidade de Ribeirão Preto, em novembro - e, sim, pedacinhos de alguns números do show teatral. Animada, Claudia comentou que será um musical diferente do que já faz há 25 anos. O musical intitulado como "Pernas Pro Ar" será itinerante "ficando de três a quatro dias em cada capital".
Alexandre Frota
Claudia Raia comentou também uma declaração de seu ex-marido, Alexandre Frota. O ator disse, há duas semanas, que ela foi o grande amor de sua vida.
"Tenho muito respeito por ele. Talvez ele tenha sido o primeiro amor da minha vida, porque eu tinha apenas 18 anos quando o namorava", afirmou. Mas deixou claro: "Nossas vidas tomaram direções diferentes. Estou casada com o Edson Celulari há 17 anos e tenho dois filhos com ele, é mole?!".
Jennifer Lopez e Eva Longoria celebram cultura latina
Jennifer Lopez e Eva Longoria brilharam em um evento para celebrar a música e a cultura hispânica, realizado na Casa Branca, na noite de terça-feira (13).
Recepcionada pelo Presidente Barack Obama, que abriu as portas do local para a comemoração, a festa teve muita música latina e ilustres convidados.
O Presidente definiu a cultura hispânica como um misto de culturas, acessível a todos, e com uma linguagem universal. "O que faz da música latina tão grandiosa é o mesmo que faz da América um grande país. A habilidade única de celebrar as diferenças, e criar novas concepções", discursou Obama.
Lopez e Longoria não só chamaram atenção pela notoriedade como também pelos modelitos, brilhantes e dourados, que levaram um charme e glamour Hollywoodiano para a noite.
Entre os presentes, também compareceram Gloria Estefan e George Lopez, ambos de origem latina.
SESC ACRE
Cine Francês
Sesc Apresenta Cinema Francês
Confira a Programação
03/11 (TERÇA-FEIRA)
12h - Até já
18h - De volta à normalidade
04/11 (QUARTA-FEIRA)
12h - A França
18h - O último dos loucos
05/11 (QUINTA-FEIRA)
12h - Assassinas
18h - Povoado Number One
06/11 (SEXTA-FEIRA)
12h - De volta à normalidade
18h - Tudo Perdoado
07/11 (SÁBADO)
12h - O último dos loucos
08/11 (DOMINGO)
18h - A Esquiva
09/11 (SEGUNDA-FEIRA)
12h - A França
18h - Até já
10/11 (TERÇA-FEIRA)
12h - Tudo Perdoado
18h - Assassinas
11/11 (QUARTA-FEIRA)
12h - A Esquiva
18h - O último dos loucos
12/11 (QUINTA-FEIRA)
12h - Povoado Number One
18h - De volta à normalidade
Crédito: Divulgação
"Paetês, purpurinas, luxo, glamour e sonhos". É este o tema - mais do que apropriado - da 33ª Edição do Concurso Miss Gay, que acontece no dia 14 de novembro, em Juiz de Fora. Originalmente previsto para rolar em agosto, o evento foi adiado por causa do surto de Gripe Suína.
São 27 candidatas de todo o Brasil concorrendo à coroa de Miss Gay Brasil 2009, e a eleita desfila em um carro da Parada do Orgulho Gay da cidade, já no dia seguinte. Durante o concurso, não faltarão performances para entreter o público: o transformista Leo Áquila será a estrela principal, com quatro shows inéditos que prometem divertir a plateia
VAMPIRAS LESBICAS
Clube da Dinamarca demite goleiro que diz odiar homossexuais
Arek Onyszko disse ser contra os homossexuais em sua biografia recém-publicada na Dinamarca
COPENHAGUE (Dinamarca) - O FC Midtjylland, equipe da primeira divisão do futebol dinamarquês, demitiu nesta segunda o goleiro polonês Arek Onyszko, que em sua recém-publicada autobiografia diz abertamente que odeia os homossexuais. "Após ter a oportunidade de ler o livro e de discutir seu conteúdo, não vemos outra saída senão demitir Arek", disse o clube em um comunicado.
Em junho deste ano, Onyszko, de 35 anos e um dos melhores goleiros do Campeonato Dinamarquês na última década, já tinha sido dispensado de um outro clube do país depois de ter sido condenado a três meses de prisão por agredir a ex-mulher.
Uma semana depois dessa demissão, o FC Midtjylland contratou o goleiro polonês por dois anos. "Achamos que fizemos o certo quando demos a ele uma nova oportunidade após sua condenação. Ele foi punido e, como todos, tinha direito a ser ajudado mais uma vez, mas traiu nossa confiança", destacou o clube.
O FC Midtjylland tinha desaconselhado Onyszko a escrever uma autobiografia e recomendado a ele se concentrar no futebol. "Ele tinha dado a entender que havia abandonado o projeto. Mas, apesar das advertências, seguiu adiante. O FC Midtjylland não sabia da existência do livro até agora", acrescenta o comunicado.
Em "Fucking Polak", Onyszko também demonstra sua admiração pelos motoqueiros dos Hell's Angels. Além de ter sido eleito o melhor goleiro dinamarquês em 2000, Onyszko foi convocado duas vezes para seleção da Polônia em 1997.
Matadores de Vampiras Lésbicas
Dois jovem são usados como sacrifício para acabar com maldição que escraviza mulheres de vila
No século XVII, o caçador de vampiros, barão Wolfgang Maclaren, travou uma incrível batalha com um grupo de sugadoras de sangue, o que resultou na morte de Carmilla, a rainha das vampiras lésbicas. Mesmo sem a líder, um vilarejo ainda é aterrorizado sempre nas noites de lua cheia pelas vampiras, que estão atrás de sangue e de belas mulheres. Assim, os moradores da região sempre realizam sacrifícios humanos, para conseguirem a paz. Desta vez, os sacrificados serão os amigos Jimmy, tataraneto de Wolfgang e o amigo Fletch.
Quando os dois jovens se veem em uma van lotada de sensuais estudantes estrangeiras, eles logo percebem que isto pode não ser uma coisa tão boa assim. Ainda mais porque terão de se livrar das vampiras lésbicas, que pegam as garotas uma a uma e as transformam em mortas-vivas, e que esperam conseguir juntar sangue suficiente para reviver Carmilla. Com a ajuda da bela Lotte e de um estressado vigário, os dois amigos usarão a espada de Wolfgang para provar que eles também podem ser Matadores de Vampiras Lésbicas.
Para criar o roteiro do filme, Paul Hupfield e Stewart Williams lembraram de quando eles era adolescentes, em que qualquer filme que tivesse a mistura de sangue e sensualidade lhes chamava a atenção. Assim, eles decidiram criar um filme de terror que também pudesse fazer rir. Apesar do título já ter chamado sua atenção o suficiente para querer filmar, o diretor Phil Claydon diz ter se surpreendido com a qualidade do roteiro. De acordo com ele, o filme traz referência de filmes clássicos, como Uma Noite Alucinante 2 até as produções da Hammer. No Brasil, João Gordo faz a voz do personagem Fletch.
Sei o que é poesia, Que justificasse a beleza que é inerente a poesia, apesar de extrairmos dela sua essência e vida, Não sei definir poesias, nem definir homens, mas sei definir sabores, Poetas são loucos e adoráveis alucinados, lunáticos que encantam a palavra, De uma poesia inesquecível, A minha mensagem escrita antes mesmo de nascer, Tem pés, corpo, alma e dorme como eu, Em alguns corações vive em pedaços em outros exultante e maravilhado, É complexo, É difícil decifra-lo, Por ser simples é difícil encontrá-lo, Padeço das agrárias de sabe-me em sua mãos sensíveis e tão suaves, Alerta como os tigres sempre pronto pro bote fatal, Força, criatividade, ilusão, mentira, verdade confundem-se com amor e poesia, Coloco-me entre os tantos inconfessáveis e miseráveis, No topo da masturbação mental! Emociona-me saber que posso amar, E que o amor ainda é amável! Céu
A MAIS PERFEITA GEOGRAFIA
Sou o acessório que escreve, Sou o sonho que um dia quis ser poesia, Trago dentro de mim, Muitos demônios desastrados e imensamente cruéis, férteis e fatais! Olho-me e vejo a minha geografia conheço-a bem, Percebo a minha infinita e grandiosa força, Na imagem do espelho invisível da alma que nem canta e muito menos dança! Somos passageiros, Eternos e semeadores, Pequenos potes de alegrias, De amores, De desastres, De dores, De saudades, De destruição, De mel, De fel, De cruz, lança, vinagre, amarras! Que encontrou o conto, Na conta do conto da ilusão, Que tudo é eterno, fabula, a farsa da eternidade! O eterno vive em lugar oblíquo e abstrato que nunca saberemos como é. Céu
FELIZ ANIVERSARIO LEONA CAVALLI
Porque você pediu Uma canção para cantar Como a cigarra Arrebenta de tanta luz E enche de som o ar Porque a formiga É a melhor amiga da cigarra Raízes da mesma fábula Que ela arranha, tece E espalha no ar Porque ainda é inverno Em nosso coração Essa canção é para cantar Como a cigarra acende o verão E ilumina o ar Zi, zi, zi, zi...
Lourenço Mutarelli saiu definitivamente do gueto. Autor maldito dos quadrinhos, não é de hoje que ganhou o respeito dos críticos literários com seus livros e agora, veja só, cristaliza sua carreira como ator. Começou com um papel pequeno em “O Cheiro do Ralo”, adaptação de seu romance de estreia estrelada por Selton Mello, e chega ao ápice em “Natimorto”, incluído na programação da Mostra de São Paulo, com direção de Paulo Machline. A história, disfuncional como sempre, é puro Mutarelli. O autor interpreta um agente musical que vê em uma cantora recém-chegada a São Paulo (a belíssima Simone Spoladore) um talento incrível. Afirmando que o mundo não está pronto para entendê-la, o agente propõe que os dois passem o resto de seus dias confinados em um quarto de hotel – ela, cantando, e ele, contando as histórias fantásticas de sua vida. A estranheza do personagem de Mutarelli, que fascina a garota, ganha ares místicos com um jogo engenhoso criado por ele, fumante inveterado: vislumbrar o futuro através de um paralelo entre as cartas do tarô e as imagens chocantes impressas nos maços de cigarro. Ao invés de estimular a relação, no entanto, o mau agouro que o baralho pode ou não mostrar acaba desestabilizando a frágil empatia do casal, que discorda dos termos de seu “exílio” da sociedade. Aí é que Mutarelli deslancha. Se os leitores já enxergavam nele os personagens problemáticos de seus livros, na tela, então, ele faz jus à suspeita e se entrega de forma assustadora aos fantasmas do empresário – levando a reclusão no hotel às últimas consequências, ele mergulha numa espiral doentia de insegurança e delírio. A coisa ganha contornos ainda mais devastadores se levarmos em conta que Mutarelli de fato passou por algo parecido, quando sofria de ataques de pânico. Aqui, ficção e realidade dividem uma linha muito tênue. Mas é justamente na derrocada do protagonista que “Natimorto” perde a força. Indicado ao Oscar pelo curta-metragem “Uma História de Futebol” (2001), Machline investe em uma direção afetada, conduzindo a trama por meio de ângulos inusitados, montagem em flashes, cores berrantes e barulhinhos estranhos. A opção acaba chamando a atenção para os detalhes, e não para história. O que não invalida o filme, é bom ressaltar. Mesmo que os diálogos eventualmente soem literários demais, são neles que “Natimorto” se sustenta, assim como na química de Mutarelli e Spoladore. Apesar de não compartilhar o humor que tornou cult “O Cheiro do Ralo”, a estranheza presente em ambos deve garantir sua parcela de fãs. “Natimorto” na Mostra Internacional de São Paulo
TORONTO - Autoridades e especialistas buscam explicações para o incomum comportamento de dois coiotes que mataram uma jovem cantora canadense que passeava por um conhecido parque no litoral atlântico do país.
O ataque aconteceu na terça-feira em um parque do Cabo Bretão, na província de Nova Brunswick, quando Taylor Mitchell, uma cantora de 19 anos de Toronto, fazia trilha. Segundo a polícia canadense, Mitchell foi atacada por dois coiotes. Seus gritos foram ouvidos por outros excursionistas, que foram ajudar a jovem e espantaram os animais.
Taylor Mitchell, em foto de divulgação
A jovem cantora, que estava no litoral atlântico canadense em turnê, foi levada imediatamente a um hospital de Halifax, mas morreu por causa dos ferimentos provocados pelos dois coiotes. Brad White, um especialista em coiotes da Universidade de Trent (Canadá), disse hoje ao jornal "The Gazette" de Montreal que, "literalmente, há milhares destes animais entre Ontário e Terranova, e não conheço nenhum outro incidente como este. É algo muito excepcional". White insistiu em que os ataques de coiotes a pessoas são muito raros, mas que também é estranho que dois animais ataquem de forma conjunta. Dale Clark, presidente da Federação de Caçadores de Nova Brunswick, disse ao diário "Telegraph Journal" que a população de coiotes da província está em expansão, porque o preço de sua pele está muito baixo e, nos últimos anos, não estão sendo caçados como antes. Uma possível explicação para o ataque sofrido por Mitchell é que os coiotes do litoral atlântico canadense são maiores que os de outras regiões americanas, porque cruzaram com lobos. Ron Cumberland, biólogo do Departamento de Recursos Naturais de Nova Brunswick, disse que os coiotes da província cruzaram com lobos cinzentos e podem chegar a apesar quase 30 quilos, com um tamanho semelhante ao de um cachorro grande. No entanto, Cumberland também lembrou que há muito mais possibilidades de que uma pessoa seja atacada por um cachorro doméstico do que por um coiote. A polícia disse que, após o incidente, um de seus agentes atirou contra um coiote e o feriu nas cercanias do local onde Mitchell foi atacada, mas o corpo do animal não foi recuperado. Depois, outro coiote foi abatido, mas as autoridades não sabem se o exemplar morto era um dos dois que mataram a cantora. Moon Bloodgood
Na pele de Bruna Surfistinha, Deborah Secco apela para cigarros sem nicotina. "Detesto qualquer tipo de vício"
Na vida real, Raquel Pacheco, mais conhecida como a ex-prostituta Bruna Surfistinha fumava. E, para interpretá-la nas telas de cinema, Deborah Secco teve que se render ao vício. Mas apesar de estar adorando o trabalho, a atriz reclamou e a solução encontrada foram cigarros cenográficos, sem nicotina. “Mesmo assim, não gosto. Detesto qualquer tipo de vício”, explicou Deborah à coluna Página 3, do jornal O Dia.
Ainda segundo a publicação, Deborah, que está morando em São Paulo por causa das gravações, só se incomodou mesmo com o fato de ter que fumar para encarnar a personagem. Nem as gravações que começavam no final da tarde e iam até o início da manhã do dia seguinte deixavam a atriz de irritada. “Fiquei íntima da turma do café da manhã do hotel”, disse Deborah.
Deborah Secco
JOVEM LENNON
Além de estrelar Kick-Ass, o ator Aaron Johnson (O Senhor dos Ladrões, O Ilusionista), de 18 anos, é o escolhido para viver John Lennon na cinebiografia Nowhere BoyAlém de estrelar Kick-Ass, o ator Aaron Johnson (O Senhor dos Ladrões, O Ilusionista), de 18 anos, é o escolhido para viver John Lennon na cinebiografia Nowhere BoyAlém de estrelar Kick-Ass, o ator Aaron Johnson (O Senhor dos Ladrões, O Ilusionista), de 18 anos, é o escolhido para viver John Lennon na cinebiografia Nowhere Boy
O roteiro de Matt Greenhalgh (que escreveu outra cinebiografia musical, Control) mostra a infância de Lennon e sua jornada ao estrelato, detalhando a adolescência solitária, a amizade com Paul McCartney e o refúgio dos problemas na música. A mãe do músico, Julia, será interpretada por Anne-Marie Duff e a tia Mimi por Kristin Scott Thomas. Mary Smith, a tia Mimi, criou Lennon por discordar do modo como sua irmã Julia cuidava do menino. Julia morreu quando Lennon estava com 17 anos. Mimi morreu em 1991, 11 anos após o assassinato do cantor e compositor. A direção é da artista plástica britânica Sam Taylor-Wood, em seu primeiro longa-metragem. O filme estreia no Reino Unido no Natal. No Brasil não há previsão.
Clooney, DiCaprio e Depp disputam papel de Sinatra
Da Redação
Foto: Montagem
De acordo com o The Guardian, três atores de peso estão interessados em viver o cantor Frank Sinatra na cinebiografia que está sendo produzida. George Clooney (O Fantástico Dr. Raposo), Leonardo DiCaprio (Rede de Mentiras) e Johnny Depp (O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus) querem protagonizar o longa, que será dirigido por Martin Scorsese.
O primeiro que saiu na frente nesta disputa foi DiCaprio não somente por ele ter os olhos azuis, marca registrada de Sinatra, mas principalmente por ser um dos mais recorrentes colaboradores do diretor nos últimos anos, tendo protagonizado O Aviador e Os Infiltrados, além do ainda inédito Ilha do Medo, todos de Scorsese.
No entranto, executivos da Universal Pictures, produtora da cinebiografia, estão interessados em escalar Johnny Depp para interpretar Sinatra, impressionados por sua atuação em Inimigos Públicos. No entanto, Tina, filha do cantor, tem outra ideia: prefere ver seu pai nas telas sendo interpretado por George Clooney.
Frank Sinatra era conhecido não somente pelos olhos azuis, a bela voz e sua participação nos filmes ao lado dos atores com quem formava o Rat Pack, mas também por alguns escândalos na vida pessoal. Por isso, de acordo com uma fonte do The New York Post, Tina está preocupada com o roteiro. “Marty [Martin Scorsese] quer um filme forte, focado em casos polêmicos, envolvendo sexo e bebedeiras de Frank, mas Tina quer mostrar o lado mais tranquilo de seu pai, mais focado na música. Os anos 60 foram bem agitados para Frank, ele estava fazendo sexo com muitas garotas e consolidando sua fama ao lado do Rat Pack, é uma época chave para sua mitologia e Tina quer certeza que seu pai será santificado por este filme”. Se pensarmos nas outras cinebiografias que Scorsese dirigiu - Touro Indomável e O Aviador -, concluímos que o diretor não é conhecido exatamente por abrandar os fatos ao retratar personagens reais.
CIDADE DOS SONHOS
Que você come? Que você bebe? Que você fuma?
Que você compra? Que você veste? O que você usa?
Com quem você anda? Com quem você vive? Com quem você fica? Com quem você se envolve?
REFRÃO:
Cuidado Cuidado Se não você dança (2x)
E o flanelinha? E o avião? E a camisinha?
O que você fala? No celular Com quem você fica? Com quem você se envolve?
Refrão:
Cuidado Cuidado Se não você dança (2x)
Mostra de Cinema de Direitos Humnos Rio Branco AC Parabéns a Petrobras Cinemateca Brasil Ministerio das Relações Exteriores SESC SP SEJUDH de Rio Branco/AC Biblioteca e a Maravilhosa sala da Filmoteca Acreana
me lembro o dia 22 de outubro que assisti o filme Crueldade Mortal com Jofre Soares,Marieta Severo,Maiuuricio do Valle,Tonico Pereira,um filme dos anos 70 maravilhoso de Luis Paulino dos Santos-1976 Estrela de Oito Pontas de Fernando Diniz-1996 Partida de Marcelo Mastinessi-Paraguai Contra Corrente-de Agostina Guala-Argentina Esse Homem vai morrer-um faroeste Caboclo-de Emilio Gallo muito bom.. sobre pessoas marcadas para morrer no Brasil hoje que lutam pelos Direitos Humanos Unidade 25-Argentina-sobre uma prisão que é uma igreja Cocais,a Cidade Reinventada-sobre doentes mentais..
Fabricia Freira Grande atriz do Acre
Capítulo 91
Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
O RIO
Apocalipse, 22, v1-v5
E mostrou-me o rio puro da água da vida,
claro como cristal,
Que procedia do Trono de Deus e do Cordeiro.
No meio da sua praça,
E
De um e de outro lado do rio,
Estava a árvore da vida,
Que produz doze frutos, dando seu fruto
de mês em mês;
E
As folhas da árvore
São para a saúde das nações.
E
Ali nunca mais haverá maldição contra alguém;
E
Nela estará o Trono de Deus e do Cordeiro,
E os seus servos o servirão.
E
Verão o seu rosto,
E
Nas suas testas estará o seu nome.
E
Ali não haverá mais noite,
E
Não necessitarão de lâmpada nem de luz do Sol,
Porque o Senhor Deus os ilumina;
E
Reinarão para todo o sempre.
TRADIÇÂO FAMILIA E PROPRIEDADE DE VOLTA Uma estudante provocou alvoroço em uma universidade de São Bernardo do Campo, no ABC, há uma semana. De acordo com a Polícia Militar, a jovem foi à faculdade “em trajes inapropriados” e foi xingada por outros alunos. O caso ocorreu na Uniban, no dia 22, e vídeos com imagens do tumulto foram publicados no site YouTube. NAZISMO NO BRASIL HOJE A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira Ricardo Barollo, 34, acusado de ser o mandante do assassinato de um casal de universitários de Curitiba. Barollo foi preso na rua Canário, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, por policiais que participavam da Operação Gênese.
A operação foi realizada da 0h às 13h desta quinta-feira, em diferentes cidades do Estado. Apenas na região metropolitana, 236 pessoas foram presas, sendo 75 em flagrante, de acordo com balanço parcial. Barollo já havia sido preso em São Paulo por policiais do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), mas foi libertado pela Justiça, que decretou novamente sua prisão. A morte do casal em Curitiba ocorreu em 20 de abril deste ano, após um festa em comemoração dos 120 anos de nascimento do líder nazista Adolf Hitler. Segundo a polícia, o motivo do crime foi uma rixa entre grupos neonazistas.
Selton Mello (dir.) puxa o amigo Lázaro Ramos para dançar uma valsa, após ser escolhido o artista prime do ano na 5ª edição do Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na Sala São Paulo (26/10/2009)
Os irmãos e atores Danton e Selton Mello se abraçam para as fotos na 5ª edição do Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na Sala São Paulo (26/10/2009). Selton foi eleito pelos internautas o artista prime do ano
Chico Buarque faz um discurso de agradecimento rápido pelo prêmio Bravo! de melhor livro por "Leite Derramado"(26/10/2009)
Daniela Mercury, Tom Zé e Lázaro Ramos se encontram nos bastidores da entrega do Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na Sala São Paulo (26/10/2009
Na calada da noite
As filmagens de "Bruna Surfistinha - O Doce Veneno do Escorpião" têm feito com que Deborah Secco passe noites a fio gravando cenas em boates paulistanas, como a Love Story, muito citada no livro que deu origem ao filme, escrito pela ex-garota de programa Raquel Pacheco.
* Caracterizada como a personagem, com longos fios loiros, unhas vermelhas e vestidos extravagantes, a atriz foi fotografada por um fã durante as gravações que rolaram nesta semana no inferninho do centro de São Paulo. Local que, segundo Raquel, foi frequentado por ela tanto que já serviu de cenário "para esta e para as próximos reencarnações".
* Deborah continua morando por aqui até o fim de novembro, quando acabam as filmagens. Em seguida ela sai de férias e só volta no começo de 2010.
Deborah Secco como Bruna Surfistinha: mergulho na noite paulistana
Anistia acusa Israel de negar acesso à água potável aos palestinos
ISRAEL
A top israelense Bar Refaeli é novamente a estrela de um calendário especial da revista Sports Illustrated. De acordo com o HotCelebsHome, Bar posou para o portfólio que tem o tema "Roupas de Banho: Edição Exploradores".
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A modelo no ensaio da revista
A supermodelo já foi capa da revista americana outras vezes, como no início de 2009, na edição anual da publicação.
Reprodução
Bar Refaeli na edição Exploradores
Além dos ensaios calientes para a revista, Bar continua fazendo campanhas para a marca Victoria's Secret.
Reprodução
Capa da publicação
A ex-namorada de Leonardo DiCaprio foi apontada recentemente como nova namorada do playboy brasileiro Ricardo Mansur, mas nada foi confirmado. O affair atual da modelo é o milionário israelense Teddy Sagi.