
Uma combinação de ingredientes que despertam a curiosidade e a fantasia de muitas pessoas.





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DIANE KRUGER
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KAREN JUNQUEIRA



MIRELA SANTOS



| C.R. Flamengo | 2 | x | 1 | Santos (SP) | Amistoso | 21/07/1976 |
Eu estava lá
queria conhecer a Vila Belmiro estva de férias..meu pai naquela noite me levou..corinthiano mas adorava a camisa do Flamengo,Zico e cia...
sentamos próximos a Torcida do Mengo,e na hora do gol do Lemburgo eu gritei..e aquela gente ficou olhando pra mim e meu pai Preocupado:fica quieto..
C.R. Flamengo 2 x 1 Santos (SP)
Amistoso
21/07 - Estadio: Vila Belmiro - Santos - SP
Time: Cantareli, Toninho, Dequinha, Beto Bacamarte, Vanderlei, Merica, Tadeu, Dendê, Paulinho, Luisinho e Luís Paulo.
Gols: Luís Paulo e Vanderlei.

Lança Perfume es una marca brasileña de apenas tres años de existencia, y ya figura entre las firmas que más crecen y se destacan. Nuevamente vemos a la top model Isabeli Fontana como el rostro de la firma en la campaña verano 2010. La fotografía fue lograda por Gui Paganini.vía








HUMILDADE
saber reconhecer suas competencias e inabilidades com naturalidade
INTEGRIDADE
Ser integro e integral é respeitar-se como ser humano para não viver situações incompletas
como por exemplo, na educação , na saude e na cultura.
Jak Catena
Segunda-feira, 03 de agosto de 2009
‘Trio Tons’
Extra! Extra!
Os “franerinhas” estão enlouquecendo o sorocabano. Eles crescem em quantidade e avançam por toda cidade. Ninguém vai tomar providência? Outro dia estacionei na frente da minha casa e veio um pedindo pra olhar meu carro. Já imaginou a minha situação? Se não pago ele sabe onde eu moro. E pagar pra estacionar na frente da sua própria casa é uó.
Quente
Final de semana presenciei vários aniversários (inclusive o meu hahahah) e quero falar de algumas pessoas que sabem presentear. Isso deveria ser até uma profissão, devido à importância, e porque outras se presenteiam mal pra-ca-ram-ba. Não estou me referindo ao valor, mas sim ao cuidado de gastar minutos pensando na causa e no “coiso” ao menos para disfarçar que já não se percebeu no outro. O que eu quero dizer é que, depois que você deu panelas para quem odeia cozinhar, só resta ficar com o nariz arrastando no mercado. Uhuuuum.
Domingo
Domingo caminhando pelas ruas, avenidas, alamedas do Campolim, meu leitor e produtor cultural Marcelo Roverso presenciou um projeto bacana, uma feira de artesanato, um bom palco, onde ocorrem shows com artistas da cidade, e coordenado por um musico que estava na mesa de som, ajudando: Carlos Madia. Em São Luiz do Maranhão, tem um projeto onde músicos ajudam os músicos, o mais importante é a mistura dos artistas que estão fora dos palcos e da nova geração que busca um local para mostrar seu trabalho. E nossa prefeitura tem oferecido isso, não só nesse projeto, como o Festival de Musica, com o trabalho de Anderson Santos, com o Quilombinho, agora com a Panela do Samba, o Botequim do Bozó com Mostra de Compositores, os grandes eventos de João Caramez.
O bom é que a cidade preserve a cultura local e conheça mais o talento de um Carlos Madia, João Leopoldo, Marcos Boi, Márcia Mah, Álvaro Ramos, Mauricio Toco, Marinete, Simone, Rolando e tantos que aconteceram, acontecem e vão acontecer.
Em Foco
A fisioterapeuta Stela Maris Corrêa é a nova aquisição do salão do Otacílio. Com tratamentos de auriculoterapia, drenagem linfática e massagem relaxante, tem tratamento especial para idosos e gestantes. O melhor: a avaliação é gratuita. Outra que anda arrasando é a esteticista Regina, que após um curso em Sampa, não está pra ninguém. Especializou-se em maquilagem definitiva e designer de sobrancelhas. Ou seja, não se conforme com suas taturanas, e arrase na próxima estação com sobrancelhas de uma estrela de cinema.
Ponto Final
Minha mãe me deu ao mundo de maneira singular e disse para eu sempre pedir licença, mas nunca deixar entrar.
‘Trio Tons’
Com patrocínio da empresa Telefônica, aconteceu ontem no Parque das Águas o projeto ‘Trio Tons’ que reuniu no mesmo palco Toni Garrido, Ana Cañas, Jota Quest e a participação da Bachiana Chamber Orchestra. O sorocabano correspondeu ao chamado e um público estimado em 45 mil pessoas lotou o recinto.
A vida sorocabana com graça e autenticidade
jak.catena@bomdiasorocaba.com.br
Bom Dia é um Jornal ligado TV Tem(Afiliada da Rede Globo de Televisão)
LEVANTA,SACODE A POEIRA E DÀ A VOLTA POR CIMA
tem parente que é serpente
e tem familia que é uma quadrilha..
Ex-mulher e filho exibem composições raras do artista na mostra White Feather: The Spirit of Lennon, na Inglaterra; trecho de uma das músicas foi publicado na rede




Eu estava neste Festival..meu primeiro Festival..





Casa do Saber,CPFL Cultura,etc..
Sair com outros amigos e amigas solteiras
redescobrir as noites de sexta e sabado..
Vamos pra vida!



Adorei Som e Furia..vivi um pouco desse ambiente..
Todo ano a Globo aposta em uma mini-série e em 2009 isso não será diferente. Som e Fúria será a bola da vez da emissora ano que vem. A trama mostrará os bastidores de duas companhias de teatro. Uma, bem sucedida, é dirigida por Oliveira (Pedro Paulo Rangel), na qual atua Elen (André Beltrão), e a outra, falida, por Dante (Felipe Camargo). Mas os dois não estão satisfeitos com seus trabalhos.
No passado, Dante, Oliveira e Elen, eram amigos e faziam parte de uma companhia de teatro. Durante uma apresentação de Hamlet, em que Dante fazia o protagonista da obra, ele sofre um colapso e foge, desaparecendo. Isso acabou mudando a vida dos três. Sete anos depois eles se vêem frente a frente de novo nas duas companhias que citei acima.
Com ironia e bom humor, Som e Fúria mostrará o dia-a-dia das companias, em que as questões pessoais e profissionais entrarão em conflito, criando tramas e dramas entre atores, diretores e patrocinadores das mesmas.
O elenco conta no elenco ainda com Dan Stulbach, Daniel Oliveira, Regina Casé, Genro Camilo, Rodrigo Santoro, Maria Flor, Chris Couto, Débora Falabella e Paulo Betti e os novatos Cecilia Homem de Melo, Antônio Fragoso, Ique Gomez e Nico Nicolaiewsky, Maria Helena Chiara, Eucir de SouzaLiana Naomi e Juliano Cazarré.
A minissérie é uma co-produção da Globo em parceria com a produtora independente O2 Filmes (a mesma de filmes como Cidade dos Homens), e é uma adaptação da série canadense Slings and Arrows, que retrata os bastidores de uma companhia de teatro que interpreta obras de Shakespeare.
Som e Fúria é dirigida por Fernando Meirelles. Gisele Barroco, Toniko Mello, Fabrizia Pinto e Rodrigo Meirelles também assinam a direção dos capítulos. A série tem previsão de estréia para o início do ano que vem.
No século XVII, o distrito hoje conhecido como Cambuci era ponto de parada de tropeiros que subiam a Serra do Mar rumo ao interior do estado. Conta a lenda que na Rua Lavapés havia um córrego onde viajantes se banhavam e davam água às mulas enquanto saboreavam frutas parecidas com a goiaba. Eram as mesmas que acabaram dando nome àquele pedaço da Zona Sul da cidade, transformado oficialmente em bairro em 1906. "Pouca gente sabe, mas cambuci é uma árvore", conta o historiador Atílio Luchinni, autor do livro Cambuci Ontem e Hoje – Cem Anos de História. "Ela produz um fruto ácido que era abundante aqui na região até o início do século XX."
Um dos poucos exemplares remanescentes ocupa o largo central do bairro. "Os moradores derrubavam as árvores porque as folhas sujavam as calçadas", lembra o comerciante Francisco Garcia, sócio do vizinho restaurante Javali. A região, felizmente, deve ganhar mais verde. A Incubadora de Projetos Sociais Autofinanciados, mantida pela Secretaria Municipal de Participação e Parceria, acaba de lançar um projeto de resgate histórico-ambiental do Cambuci. Plantou cerca de dez mudas da árvore e planeja atividades como cursos de bonsai e workshops sobre as receitas que podem ser feitas com o seu fruto. Em agosto, a entidade deve ganhar uma sala de cinema com cinquenta lugares. Além de exibir filmes, a ideia é que o espaço sirva para preparar jovens que desejem produzir fotos e vídeos sobre a história da região.
Para o ano que vem, a intenção é incluir o bairro, habitado por 29 500 pessoas, em um roteiro gastronômico intermunicipal chamado Rota do Cambuci. Criado há três anos, o evento ocorre de abril a junho em municípios como Santo André, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Paraibuna e Caraguatatuba. "Os comerciantes de cada cidade servem produtos preparados com o fruto, como compotas, aguardentes, musses e trufas", explica Flavio Lemos, idealizador do circuito. Desde o dia 1º, a secretaria organiza uma série de cursos de culinária, previstos para terminar neste domingo (7). O objetivo é convencer donos de restaurantes paulistanos a incluir o ingrediente em seu cardápio. Garcia, do Javali, já topou. Osvaldo Adolpho Filho, da Cantina 1020, também. "Vamos vender sorvete, pinga e uma massa com molho à base de cambuci", promete.
Tenho 60 anos, nasci em 14 de junho de 1946 em uma casa na rua Silveira da Mota, n. 300. À época eram as parteiras que auxiliavam os nascimentos dos bebes.
Meu pai era entalhador, profissão que aprendeu no Liceu de Artes e ofícios e trabalhava com seu irmão Delvin. Éramos sócios do Clube Internacional do Cambuci, na rua Silveira da Mota e às sextas feiras o clube exibia filmes. Só que cada pessoa tinha que levar sua cadeira, pois o clube não dispunha de lugares para todos os moradores do bairro. Joguei muito futebol na várzea do Glicério e fazia "ginástica" na várzea da rua Climaco Barbosa, próxima a malharia Cambuci, hoje Penalty. Ajudei muito meu tio Oswaldo Pinotti, proprietário de um caminhão marca Chevrolet - ano 1946, câmbio seco, a carregar fardos de pano de algodão para o centro atacadista da rua Vinte e Cinco de março. Freqüentei muito os cines Itapura, ao lado do Parque Shangai, e também cines Riviera, na Lins de Vasconcelos e Cine Roma, quando a entrada ainda era pelos fundos, visto que a avenida radial leste ainda não havia sido construída. Aos dezessete anos namorava no Parque D. Pedro, sem medo de assaltos e trombadinhas. Aos sábados ia ao Clube Esso na esquina com a Praça da Republica, e depois das 4 da manhã seguíamos a pé pelo centro velho de São Paulo e parávamos na rua Direita para jogar bilhar. Pegávamos o ônibus na Praça da Sé, ou o bonde na Praça Clóvis Beviláqua. De madrugada as ruas eram lavadas e quando amanhecia as ruas estavam limpas. Estudei no Grupo Escolar Armando Bayeux, na rua Anna nery e no mesmo prédio funcionava o Ginásio Estadual Professor Roldão Lopes de Barros. Completei o quinto ano, obrigatório à época no Ginásio Estadual Oscar Thompson, na rua justo Azambuja. o Conjunto do IAPI que foi construído em parte da várzea do Glicério. Meu pai comprou uma casa na rua Vicente de Carvalho, n.306, para pagar em 100 parcelas iguais, com juros tabela Price. Várias vezes reformado pelo construtor pedreiro Sr. Gildo, embrulhão como ele só. A casa, geminada ficava próximo ao corpo de bombeiros, e quando chovia muito, as ruas ficavam alagadas devido ao trasbordamento do rio Tamanduateí. Largo do Cambucí, quando ainda existia o bebedouro para os burros das carroças, o antigo cine Cambuci, posteriormente transformado em supermercado - Peg Pag, novidade na época. A cantina Tito Skipa na rua Ana Nery, a farmácia do Tuphy, o médico de todos Dr. Américo Spinelli, a fábrica de cordas da família Giusti, na rua José Bento, a garagem da transportadora Lusitânia, a quitanda do Sr. Manoel, a padaria dos italianos Pascá e filhos, o bar do Sr. Martins, que depois vendeu para o Belchior. O velho Nicolau - marceneiro de mão cheia. Velhos tempos que me traz muitas saudades. A mercearia do Sr. Elias na esquina da Vicente de Carvalho com a Rua anna Nery, tinha um sabor especial quando se pagava a conta feita do mês, na caderneta, eu e minha irmão ganhávamos um pirulito. Por ora é só. gostaria de encontrar amigos daquela época. Abraços Pedro Desidério Mosconi. Outra estória que irei contar é da escola técnica Antarctica, mantida pela Fundação Antonio e Helena Zerrener - dona da companhia antarctica paulista. Caso tenham gostado da estória, peço que me avisem, Saudações do morador do Cambuci - Pedro Mosconi
Uma atriz do Cinema Brasileiro..Morgana Dark





uma outra grande atriz MaiTê Schneider


A transexual curitibana Maitê Schneider, 34, apareceu nua no final da peça pernambucana ‘Ópera’ que participou do Festival de Teatro de Curitiba e mostrou seu novo corpo. As sessões realizadas nos dias 30 e 31 impressionaram os curitibanos. Tanto Maitê quanto o espetáculo.
Esta foi a primeira vez que Maitê mostrou publicamente o resultado da operação de adequação genital (mudança de sexo) ao qual se submeteu no fim do ano passado. Ainda em processo de adequação ao novo corpo, Maitê respondeu à pergunta indiscreta do editor Allan Johan quanto sua “nova” virgindade. Ela afirmou que continua imaculada, não apenas por opção, mas por recomendações médicas.
Com exclusividade, recebemos autorização da moça para publicar a foto tirada durante o espetáculo. Mas ela não fez o único nu do espetáculo, há um nu solidário durante a aparição da moça. Maitê apareceu no final, dublando uma canção no melhor estilo diva.
A montagem apresentou quatro atos que abordavam o tema da homossexualidade de forma muito criativa. A produção e a qualidade dos atores também foram perfeitas. Com patrocínio da prefeitura do Recife, o grupo Companhia Coletivo Angu de Teatro, trouxe até as suas camareiras, além de
quase 800 quilos de equipamentos e cenários para as duas peças que apresentadas no festival. O texto é do premiado autor pernambucano Newton Moreno, vencedor do prêmio Shell em 2005.
O sucesso foi total, Angu de Sangue e Ópera, os dois espetáculos trazidos pelo grupo, foram sucesso de público e crítica. A trupe segue para o projeto Porto Alegre em Cena e apresentará o espetáculo Angu de Sangue, sem temática gay, na capital gaúcha. Uma pena, pois Ópera, com certeza, é forte concorrente ao título de melhor espetáculo GLS já produzido no Brasil


"FALAMOS EM RETORNO EM RELAÇÃO DE MICKEY ROURKE,MAS TODOS TEM DE FAZER SEU RETORNO A CADA MANHÃ,A VIDA É DURA!"(SEAN
PENN)
Uma mulher foi queimada viva por moradores da zona rural de Papua Nova Guiné por suspeita de bruxaria, informou a polícia nesta quinta-feira, 8. De acordo com a rede CNN, ela teria sido amordaçada e amarrada em um tronco enquanto o fogo, ateado contra uma pilha de pneus, consumia seu corpo. Ainda segundo a emissora americana, sua morte soma-se a uma crescente lista de homens e mulheres que estão sendo torturados ou mortos na ilha do sul do Pacífico por suspeitas de feitiçaria. "Tivemos muitas dificuldades em incidentes anteriores para convencer as pessoas a nos dar alguma informação", afirmou o comissário assistente da polícia Simon Kauba. "Estamos tentando persuadi-los a ajudar. Alguns perderam suas mães ou filhas na terça-feira de manhã." Na manhã de terça, um grupo de pessoas levou uma mulher, que acredita-se ter cerca de 20 anos, para fora da cidade de Mount Hagen. Lá eles tiraram a roupa da vítima, amarram seus pés e mãos, a amordaçaram com suas roupas e atearam fogo contra seu corpo, segundo Kauba, citado pela CNN. O jornal local Post-Courier informou que mais de 50 pessoas foram mortas no país em 2008 por suspeitas de bruxaria. Em um caso bastante divulgado no ano passado, uma mulher grávida deu a luz a uma menina enquanto tentava se soltar da árvore onde estava amarrada. Acusada de bruxaria, ela sobreviveu, assim como seu bebê. Segundo a CNN, mortes de suspeitos de bruxaria não é novidade nas áreas rurais do país. Nos últimos anos, a AIDS cresceu na nação de 6,7 milhões de habitantes, e os camponeses culparam os suspeitos de feitiçaria - e não o vírus - pelas mortes.
Uma adaptação da aclamada peça homônima do circuito off-Broadway, o filme "Hedwig - Rock, Amor e Traição" conta a história de uma cantora de rock ´internacionalmente ignorada`, Hedwig, e sua busca pelo estrelato e pelo amor, e assinala a estréia na direção de John Cameron Mitchell que, juntamente com o autor da trilha sonora, Stephen Trask, escreveu e estrelou a bem-sucedida montagem teatral.
Hedwig, cantora de rock`n roll, nasceu homem e se chamava Hansel, cresceu com sua mãe na Alemanha Oriental e passou a maior parte de seu tempo ouvindo a Rádio das Forças Armadas Americanas. Quando tinha apenas seis anos, sua mãe, uma mulher amarga que dava aulas de escultura a deficientes, contou a ele uma história sobre a origem do amor. A história era baseada num mito grego segundo o qual, originalmente, as pessoas eram dotadas de dois pares de braços e de pernas, e de dois rostos. Acontece que os deuses temiam seu poder e, então, Zeus lançou um raio que dividiu as pessoas em duas e as condenou a vagar pela Terra procurando suas metades perdidas. O sentimento que se tinha ao encontrar a outra metade era o amor. Desse dia em diante, Hedwig decidiu que encontraria sua metade perdida.
A oportunidade de realizar seu sonho surge quando Hedwig conhece Luther, um doce recruta americano, que se declara apaixonado por ele e o pede em casamento, prometendo levá-lo para os Estados Unidos a terra da liberdade. Há apenas um problema: é que para poder se casar com Luther Hedwig teria de se submeter a uma cirurgia para troca de sexo. Persuadido por sua mãe, e embora relutante, ele concorda; a operação, porém, não corre da melhor forma, o que é retratado na música "Angry Inch". Hansel torna-se Hedwig.
Alguns anos depois, Hedwig encontra-se morando num trailer em Junction City, no Kansas. Luther a havia deixado por um garoto, enquanto ela assistia à queda do Muro de Berlim na TV a cabo. Ela sente que sua vida acabou. Decide, então, dedicar-se àquilo de que sempre gostou a música americana e forma uma banda de rock. Sobrevive trabalhando como babá, além de fazer outros trabalhos menos inocentes... Logo conhece Tommy, um rapaz de dezessete anos que se torna seu namorado e protegido. Ela ensina a ele tudo sobre rock e cria o nome Tommy Gnosis. O rapaz, porém, a deixa, além de roubar suas músicas, com as quais se torna um cantor famoso.
Na esperança de ter o reconhecimento que merece, Hedwig conta tudo à imprensa. Tommy nega até mesmo o fato de a conhecer. Com sua história na primeira página de um tablóide de circulação nacional, Hedwig e sua banda, The Angry Inch, partem em turnê. Esperando obter publicidade, sua empresária, Phyllis Stein, agenda apresentações da banda em cada cidade em que Tommy estiver tocando. Enquanto Tommy toca em estádios lotados, Hedwig e sua banda de roqueiros desajustados do leste europeu se apresentam numa cadeia de restaurantes de frutos do mar.
Através de lamentações, monólogos, projeções e canções, Hedwig conta a história de sua vida a clientes perplexos com sua performance.
A vida na estrada é dura e o grupo vai se desfazendo. O dinheiro é pouco e todos os integrantes da banda dormem, junto com seus acompanhantes, no mesmo quarto de hotel apertado. Um dia, estão lavando suas roupas quando Yitzhak, membro da banda e marido de Hedwig, vê um anúncio em que se procura artistas para atuar em seu musical favorito, "Rent". Procuram alguém para interpretar uma jovem drag queen na turnê que farão pela Polinésia. Yitzhak, secretamente, decide fazer o teste.
Solitária e amarga, Hedwig tem um encontro inesperado com Tommy, interrompido por um acidente que acaba lhe dando notoriedade a nível nacional. Ao se apresentar em Nova Iorque pela primeira vez, ela finalmente se depara com sua outra metade. É apenas no final de sua apresentação que ela se confronta com seus demônios e frustrações e, pela primeira vez, se vê como uma pessoa inteira.



"A CIDADE DO PECADO DO BRASIL, A VERDA\DEIR SAN CITY, É ESTA NA QUAL VIVEMOS, AQUI AS COISAS SÃO BEM FEITAS, AS ESCONDIDAS..SÃO PAULO
TEM MOÇAS ENCOBERTAS E MAIS LINDAS DO PLANETA,..MAS RECOMNO QU ESQUÇAS QUALQUER PARIS,AMSTERDÃ,BARCELNA,MILÃO,RIO..AQUI O BICHO PEGA,AQUI,POR MAIS QUE TENTEM CARIMBAR COMO CIDADE CARETA,NÃO COLA.FOI AQUI EM SAN PABLO,REPITO, QUE DIONISIO,APESAR DE TODAS AS PROIBIÇÕES DO ALCAIDE, RESOLVEU, CONTRA VENTOS E APAGÕES DE UMA IDEIA FELIZ DE CIDADE,SENTAR MORADA."(XICO SÁ)





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A cantora e compositora Joyce comemora 40 anos de carreira lança DVD do show "Saudade do Futuro", gravado em temporada de duas semanas no Teatro FECAP, em São Paulo com direção de Roberto de Oliveira.
Na temporada, a cantora conta com as participações especiais de Francis Hime, Clara Moreno, Ana Martins, Dori Caymmi, João Donato, Leila Pinheiro, Zé Renato, Roberto Menescal, Mônica Salmaso e Zélia Duncan.
A cantora é acompanhada pelos músicos Tutty Moreno (bateria), Rodolfo Stroeter (baixo) e Lula Galvão (violão e guitarra). A direção de palco do espetáculo fica a cargo de Túlio Feliciano.
Joyce iniciou carreira em 1968 e foi uma das primeiras mulheres a se destacar como compositora na música popular brasileira. Também foi pioneira também ao assumir o controle musical e editorial de seu trabalho.
LOS ANGELES (Reuters) - Barbra Streisand se uniu à cantora e pianista canadense de jazz Diana Krall em seu primeiro álbum gravado em quatro anos, que está pronto para estrear no dia 29 de setembro, informou sua gravadora na segunda-feira.
A Columbia Records disse que o álbum "Love Is The Answer" é a primeira coleção completa de Streisand de sua nova gravadora desde "Guilty Pleasures", em 2005, e seu primeiro álbum desde "Live In Concert", em 2006.
No ano passado, Streisand estava preocupada com a campanha eleitoral dos Estados Unidos, mas a cantora-atriz disse este ano que conseguiu voltar ao ramo do entretenimento, porque com um novo presidente na Casa Branca, ela pode relaxar de novo.
"'Love Is The Answer' apresenta a artista como uma cantora de cabaré e de jazz de pureza emocional, profundidade e maturidade", disse em um comunicado a Columbia Records, parte da Sony Corp.
No novo álbum, Streisand trabalha pela primeira vez com a vencedora do Grammy Diana Krall e seu quarteto de guitarra, baixo e bateria, assim como com o compositor Johnny Mandel, com quem ela já trabalhou no álbum "Back to Broadway", em 1993.
Os títulos das músicas do álbum ainda serão anunciados.
Streisand, de 67 anos, trilhou um extraordinário caminho pela música, cinema e televisão em quatro décadas.
Ela já venceu dez preêos Grammy, dois Oscar -- melhor atriz com, "A Garota Genial", e melhor canção, com "Evergreen" -- e inúmeros Emmy. No ano passado, ela foi homenageada com o prêmio Kennedy Center Honors.
Diana Krall grava bossa e standards americanos
Não é apenas nas altas rodas da política internacional que o Brasil vem ganhando destaque. Cultuada por nove entre dez estrelas da cena contemporânea do jazz vocal, a música brasileira também dá o tom a "Quiet Nights", novo CD da cantora e pianista canadense Diana Krall, 44.
Em entrevista à Folha, por telefone, a intérprete definiu esse álbum como "uma carta de amor" dedicada a seu marido, o músico Elvis Costello, e aos filhos Dexter e Frank, de dois anos. "Agora já estão mais crescidos, não preciso cuidar deles o tempo todo. Adoro ter uma família que me inspira. Não quero pensar só em música."
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| Cantante canadense Diana Krall em show no Cool Jazz Festival en Oeiras, em Portugal |
Familiar também é a equipe que assessorou a cantora nessa gravação. Não à toa, ela reconvocou o arranjador Claus Ogerman, o produtor Tommy LiPuma e o técnico de som Al Schmidt, que já haviam participado de seu best-seller "The Look of Love" (2001), calcado na bossa nova.
Desta vez, clássicos de Tom Jobim, como "Garota de Ipanema" (transformada em "The Boy from Ipanema") e "Corcovado" (na versão "Quiet Nights"), dividem o repertório com standards da canção norte-americana, como "Where or When" (Rodgers & Hart) e "Too Marvelous for Words" (Johnny Mercer), também em ritmo de bossa.
Contagiada pelos dias que passou no Brasil, no ano passado, Krall até se arriscou a cantar em português, na faixa "Este Seu Olhar" (Jobim), mas se desculpa pelas escorregadas na pronúncia. "Acho que ela não está perfeita, mas foi gravada com o coração", justifica.
"Seria ótimo se eu conseguisse contratar uma babá brasileira, que também cozinhasse e me ensinasse português e ioga", brinca, dizendo que tentou aprender um pouco da língua, mas os shows e afazeres diários a impediram de continuar.
Segundo a cantora, foi um passeio ao Jardim Botânico, no Rio, que a inspirou a fazer esse álbum. "Visitei aquele lugar onde Jobim gostava de ir. Encontrei muita neblina, pássaros, macacos, um lugar mágico, fantástico. Eu me senti em um filme", conta ela.
"Ali descobri uma faceta do Brasil que eu não conhecia. Acho que a música brasileira costuma ser encarada de maneira estereotipada, sempre associada à praia, ao sol", diz. Por isso, ao gravar o CD, decidiu tomar outra direção. "Pensei em algo cinematográfico: um filme em preto e branco."
O cinema, por sinal, é uma área à qual Krall gostaria de se dedicar mais. "Já participei de um filme de Woody Allen ["Igual a Tudo na Vida", 2003], mas meu sonho é fazer uma personagem, num filme dele, que não tenha nada a ver com cantar ou tocar piano."
ESCRITURA HINDU:
"O HOMEM SÁBIO BUSCA FAZER O QUE É CERTO.O HOMEM COMUM SÒ BUSCA FAZER AQUILO QUE LHE TRAZ PRAZER".
UM ROVERSO NO PARQUE ..
Corinthians x Palmeiras: um derby com mais de 92 anos de muita história
A primeira vitória do Corinthians aconteceu na sexta partida entre os dois times, disputada em 3 de maio de 1919. O Alvinegro venceu por 3 a 0 no estádio da Floresta, gols de Américo, Garcia e Roverso.
Corinthians conquistava sua primeira vitória sobre o rival Palestra Itália








"AO REDOR DA FOGUEIRA
AO REDOR DA FOGUEIRA
AO SOM DO VIOLÃO
E DO MARACÁ.
ESQUEÇA TUDO QUE VOCÊ JÁ PERDEU
ENTENDA TUDO QUE VOCÊ CONHECEU
E VEJA QUE O DIA AMANHECEU
ESQUEÇA TUDO QUE VOCÊ JÁ SOFREU
ENTENDA TUDO QUE VOCÊ RECEBEU
E VEJA QUE O DIA AMANHECEU!"
(MARCELO FRANCISCO ROVERSO,TCHELLO)





Mother Fucker - O começo de uma banda de rockand roll



![]() | CHUCK BERRY Um dos maiores nomes do rock ‘n‘ roll de todos os tempos em uma imperdível apresentação. 19 de agosto |
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Fran: à vontade com sexo |














| Cuide de Você, de Sophie Calle, a São Paulo e Salvador |
![]() A Associação Cultural Videobasil e o SESC São Paulo trazem ao Brasil, em julho, a exposição Cuide de Você (Prenez Soin de Vous), da artista francesa Sophie Calle. Um dos maiores nomes da cena contemporânea de arte, Calle estará nas aberturas da exposição em São Paulo (10 de julho) e Salvador (22 de setembro) e falará ao público no dia 11 de julho, em palestra aberta no SESC Pompéia. Sophie Calle - Cuide de Você fica no SESC Pompéia até 7 de setembro e segue para o Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador, para temporada que vai de 22 de setembro a 22 de novembro. Com textos, fotos e performances de mais de 100 mulheres que interpretam, a convite da artista, uma carta de rompimento recebida por ela de um ex-amante, a exposição exemplifica a singularidade da obra de Calle, que transita na fronteiras entre vida pública e privada e expõe intimidades próprias e alheias para revelar vulnerabilidades. "Sua busca artística é, na essência, uma busca humana”, diz Solange Farkas, diretora da Associação Cultural Videobrasil e do Museu de Arte Moderna da Bahia. “Isso torna esta obra, que é exemplo da mais instigante produção contemporânea, acessível a grandes públicos”. Um projeto educativo especialmente desenvolvido para a exposição trata de facilitar o acesso do público e dos arte-educadores à complexa obra da artista francesa, exibida com enorme sucesso na Bienal de Veneza (2007). Sophie Calle - Cuide de Você integra a programação do Ano da França no Brasil. Sophie Calle - Cuide de Você Recebi uma carta de rompimento. E não soube respondê-la. Era como se ela não me fosse destinada. Ela terminava com as seguintes palavras: Cuide de você. Levei essa recomendação ao pé da letra. Pedi a 107 mulheres, escolhidas de acordo com a profissão, para interpretar a carta do ponto de vista profissional. Analisá-la, comentá-la, dançá-la, cantá-la. Esgotá-la. Entendê-la em meu lugar. Responder por mim. Uma maneira de ganhar tempo antes de romper. Uma maneira de me cuidar. Sophie Calle ![]() ![]() ![]() http://www.sophiecalle.com.br/ Uma das obras mais contundentes da última Bienal de Veneza, em 2007, Cuide de Você reúne textos, fotos e vídeos em que 107 mulheres interpretam e analisam uma mensagem de rompimento amoroso recebida por Sophie Calle, sob pontos de vista diversos, e usando habilidades idem. No intuito declarado de “esgotar” as mensagens contidas do texto e em seus subtextos, Calle recruta para a tarefa "leitoras" de especialidades e profissões diferentes, entre mulheres estranhas e amigas, anônimas e famosas. O rol de mulheres que aceitam o desafio inclui sua mãe; as atrizes Jeanne Moreau, Victoria Abril e Maria de Medeiros; a compositora Laurie Anderson; a DJ Miss Kittin; e profissionais como lingüista, taróloga, juíza especializada em direitos femininos, antropóloga, designer, assistente social e clarividente, entre outras. Ao aplicar sua ótica pessoal ou o “filtro” de sua especialidade à carta, elas produzem um rico panorama de respostas – técnicas, acadêmicas, performáticas e emocionais – ao desafio da artista. Se a criminologista atribui a carta a “um manipulador, um sedutor, cujas relações com os outros se baseiam em domínio e ascendência”, para a headhunter ela apenas revela um “aplicante com um discurso prolixo”. À especialista em etiqueta, a frase “Tenho sentido vontade de responder seu e-mail há algum tempo” sugere um remetendo relapso, que “deveria ter respondido imediatamente”. Já a uma menina de nove anos, o texto intriga. “Ele escreve para contar a ela que quer se separar. É legal, mas complicado”. A idéia de desenvolver, em torno da carta, uma investigação que envolvesse o repertório profissional de muitas mulheres veio para a artista dois dias depois de receber a mensagem do ex-amante. Não é por acaso que a frase Cuide de você serve de título à obra. “Foram essas palavras que me deram o estalo para o trabalho”, conta Calle. “Esse é o meu método de cuidar de mim. Reverter as coisas em minha vantagem, para não sofrer com elas”. Sophie Calle "É mais fácil realizar um projeto quando sofremos do que quando estamos felizes. Não sei o que prefiro: se é estar feliz com um homem ou fazer uma boa exposição". Sophie Calle Sophie Calle (Paris, 1953) é conhecida por uma obra em que explora detalhes de sua intimidade, desfaz as fronteiras entre autor e objeto e se vale de métodos às vezes controversos para revelar a vulnerabilidade humana, incluindo a própria. Produzidos ao longo de mais de duas décadas, seus trabalhos são ora autobiográficos, ora voyeurísticos, e atestam a crença numa arte com "função terapêutica". O texto, a fotografia, o vídeo e a performance são os meios que usa para criar o que a crítica francesa Cécile Camart chama de “arte narrativa”. "A dimensão narrativa de suas instalações, misturando fotografia, textos e objetos, remete à primeira metade da década de 70, em que jovens artistas como Christian Boltanski propuseram uma arte das pessoas, das coisas e das situações, que abrange um vasto leque da vida cotidiana real ou imaginária". Em seu primeiro projeto, Suite Vénitienne (Suíte veneziana, 1979), Calle segue um desconhecido pelas ruas de Paris e, depois, até Veneza, fotografando-o e observando suas ações, como uma detetive. Em Les Dormeurs (Os que dormem, 1979), escolhe pessoas ao acaso para dormir turnos consecutivos de oito horas em sua cama, por nove dias, enquanto os assiste e fotografa. Dois anos depois, em La Filature (A perseguição, 1981), se faz seguir por um detetive, e expõe fotos da investigação simulada. No mesmo ano, em The Hotel (O hotel), emprega-se como camareira em um hotel e se dedica a explorar e fotografar os pertences dos hóspedes, em imagens que mais tarde expõe. Em 1983, produz para o jornal francês HYPERLINK "http://en.wikipedia.org/wiki/Lib%C3%A9ration"Libération a série Address Book (Caderno de endereços) em que liga para pessoas listadas em um caderno de telefones achado na rua e os entrevista sobre o dono do objeto. O perfilado involuntário ameaça processá-la. Um tema que se tornaria recorrente em sua obra, a dor ligada à perda da pessoa amada surge na instalação Douleur Exquise (Dor-de-cotovelo, 1984-2003). Um encontro amoroso em Nova Déli, cancelado, é o mote da obra, que usa fotos da viagem à Índia, recria o quarto do encontro e opõe depoimentos da artista e de outras pessoas sobre desilusões amorosas. Em 1992, Calle serve de modelo ao personagem Maria Turner, do romance Leviatã, de Paul Auster; instigada, cria, sob o nome de Maria, uma série de refeições de cores combinadas. Mais recentemente, em Birthday Ceremony (Cerimônia de aniversário), expõe presentes – obras de arte, objetos plásticos, chocolates – recebidos ao longo de 13 anos de familiares, anônimos e artistas como Christian Boltanski e Annette Messager. A estreia de Cuide de você em Veneza, em 2007, foi precedida por uma grande retrospectiva da obra da artista, M’as tu vu?, realizada em 2003 no HYPERLINK "http://en.wikipedia.org/wiki/Centre_Georges_Pompidou"Centre Georges Pompidou, em Paris. Na abertura da exposição na Itália, quando Calle também expôs um filme que mostra os últimos momentos da mãe, o jornal inglês The Guardian apelidou Sophie Calle de “o Marcel Duchamp da roupa suja emocional”. |
Sensualidade e Sangue em “Matadores de Vampiras Lésbicas” (Lesbian Vampire Killers) Matadores de Vampiras Lésbicas


Agradecimentos especiais
Luiz fernando figueiredo,Rosana Bento,assessorias Deputados Estaduais Raul Marcelo e Carlos Giannazzi(PSOL)e Hamilton Pereira(PT),Jak catena e Assessoria Francisco Chagas(PT).



A comédia "Carro de Paulista", de Mário Viana e Alessandro Marson, vai virar filme. A peça de teatro descreve as trapalhadas de quatro rapazes da Zona Leste que tentam curtir uma noite de balada nos Jardins. Em cartaz desde abril de 2003, já atraiu 30.000 espectadores e segue sendo encenado aos sábados no teatro Ruth Escobar.
Sob direção do cineasta Ricardo Pinto e Silva, "Carro de Paulista" começa a ser rodado neste semestre e deve estrear ainda este ano na TV Cultura. A produção é um dos roteiros selecionados pela Secretaria de Estado da Cultura no Concurso de Apoio a Projetos de Produção de Telefilmes.
Ao todo, serão quatro produções, todas como o tema "São Paulo - Essa Metrópole" e orçamento de R$ 600 mil. Os outros três são: "Corpo Presente: Alberto Cynthia", do cineasta Jorge Barbosa Guedes; "Gente Igual a Gente", da produtora SP Filmes de São Paulo; e "Para aceitá-la, continue na linha", da África Filmes.
Os telefilmes devem ficar prontos até outubro e ir ao ar na TV Cultura logo em seguida.
COMENTÁRIO
GIANNE ALBERTONI É LINDA MAS ALINE ABOVSKU É LINDA E GRANDE ATRIZ



A produção retoma um personagem do romance “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, de Marçal Aquino. Personagem secundário naquela narrativa, Benjamim Schianberg é um psicanalista e professor universitário cujo principal interesse é refletir sobre o comportamento amoroso a partir de observações reais.
Em quatro episódios, “O amor segundo B. Schianberg” vai acompanhar a construção de um relacionamento amoroso entre um ator e uma artista plástica, exclusivamente a partir da observação do interior do apartamento onde acontecem os encontros do casal.
A realização da teledramaturgia proposta envolve a instalação de câmeras em um apartamento, como num reality show. O diferencial é que os atores não estarão confinados. Terão vida normal e vão incorporar os elementos de seu dia-a-dia às tramas propostas no roteiro. Essa contaminação dará contornos de documentário a uma peça ficcional.
Marina Previato - Gala
Gustavo Machado - Feliz
Felipe Ehrenberg – B. Schianberg

| RG Vogue / Divulgação |
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O SHOW DO DIA 8 DE JULHO HOJE FOI CANCELADO POR MOTIVOS DE DOENÇA
PSIQUICA,ALIMENTAR,FINANCEIRA,ESPIRITUAL,SEXUAL,MENTAL,FISICA...
Pé no chão. Essa foi a grande lição de Mickey Rourke, nos últimos 16 anos, período em que sua carreira se transformou em uma verdadeira montanha-russa, cheia de altos e baixos. E é nesse tom que o astro, que ficou famoso em 9 ½ Semanas de Amor, ao lado de Kim Bassinger, fala de sua "volta por cima” no filme O Lutador,
Eu não espero mais nada. A minha carreira é tão maluca, que não posso prever nada. Já estive por cima, já estive na m****, isso tira de você qualquer perspectiva. Se me indicarem, fico feliz e vou lá com meu chihuahua”.
“Na verdade, meu chihuahua tem 16 anos e ele é a única coisa daquela época que eu ainda tenho comigo. Carros, casas, mulheres, já perdi tudo. Na vida, eu vivo perdendo tudo que compro”, contou o ator
No papel central está Mickey Rourke, que interpreta Randy "The Ram" Robinson, em português, o Carneiro. Randy é um lutador que fez muito sucesso nos anos 80, mas que agora participa de competições de luta livre enquanto atrasa seu aluguel, faz bicos, não fala com sua filha e tem como melhor amiga uma stripper, Cassidy, vivida por uma exuberante Marisa Tomei.
A dupla foi indicada ao Oscar --Rourke concorre à estatueta de melhor ator e Tomei, de atriz coadjuvante. A produção já ganhou dois Globos de Ouro, nas categorias de melhor ator em filme dramático (Rourke) e melhor canção ("The Wrestler", de Bruce Springsteen).
A vida fica ainda mais conturbada para Randy quando, após uma luta, ele vai parar no hospital e fica impedido de lutar. Nesse meio tempo, decide retomar o relacionamento com sua filha Stephanie --no papel, está a jovem Evan Rachel Wood.
Mas tanto o plano de ser um bom pai quanto a possibilidade de um relacionamento amoroso com Cassidy podem deixar de representar prioridades em sua vida quando Randy tem a chance de saborear, mais uma vez, o sucesso que um dia conheceu.
"SÓ EXISTE UM VERDADEIRO REI DO ROCK N ROLL,SEU NOME É CHUCK BERRY"(STEVIE WONDER)
"SE VOCE TENTASSE DAR OUTRO NOME AO ROCK N ROLL,VOCE PODERIA CHAMAR DE DE CHUCK BERRY(JOHN LENNON)
A atriz Leila Lopes fez 3 filmes porno, a trilogia, Pecados e Tentações, Pecado sem perdão e o último que deve ser lançado neste mês de julho, Pecado Final.
Em Pecado Final, Leila contracena e faz sexo com uma mulher.
Leila Lopes disse que vai deixar os filmes adultos por um bom tempo.
Este filme porno com a Leila Lopes é produzido pelas Brasileirinhas.

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Juliana Goes durante performance
Geração do Som
(CBS - 1978)
1. Saudação Nagô
(Pepeu Gomes)
2. Fissura
(Pepeu Gomes)
3. Linda Cross
(Pepeu Gomes)
4. Belo Horizonte
(Pepeu Gomes)
5. Odette
(Dunga - Herivelto Martins)
6. Toninho Cerezo
(Pepeu Gomes)
7. Malacaxeta
(Pepeu Gomes)
8. Alto da Silveira
(Pepeu Gomes)
9. Didilhando
(Didi Gomes - Pepeu Gomes)
10. Tambaú
(Pepeu Gomes)
11. Buchinha
(Pepeu Gomes)
12. Flamenguista
(Pepeu Gomes)
Pepeu Gomes: guitarra, guibando, violão, bandolim acústico e
elétrico, piano, órgão, vozJorginho Gomes: bateria, cavaquinho
acústico, surdo, tamborimDidi Gomes: baixo, violão de 7 cordas,
reco-recoBaixinho: bateria (1, 4 e 11), surdo, tamborim, chocalho,
timbales
Severo: acordeon
Paulo César Salomão: efeitos sonoros e eletrônicos
Bola: bongô, chocalho
Charles Negrita: tumba e agogô
Baby: afoxé (12)
Jorge da Cruz: pandeiro
Juarez: sax tenor
Luis Bezerra: sax tenor
Netinho: sax alto e clarinete
Márcio Montarroyos: trompete
Maurílio: trompete
José Alves: violino
Aizik: violino
Arlindo Penteado: viola
Watson Clis: cello
arranjos: Pepeu Gomes
arranjos de cordas, metais e regência: Paulo Machado
direção artística: Jairo Pires
direção de produção: Carlos Alberto Sion
Geração do Som
(CBS - 1978)
1. Saudação Nagô
(Pepeu Gomes)
2. Fissura
(Pepeu Gomes)
3. Linda Cross
(Pepeu Gomes)
4. Belo Horizonte
(Pepeu Gomes)
5. Odette
(Dunga - Herivelto Martins)
6. Toninho Cerezo
(Pepeu Gomes)
7. Malacaxeta
(Pepeu Gomes)
8. Alto da Silveira
(Pepeu Gomes)
9. Didilhando
(Didi Gomes - Pepeu Gomes)
10. Tambaú
(Pepeu Gomes)
11. Buchinha
(Pepeu Gomes)
12. Flamenguista
(Pepeu Gomes)
Pepeu Gomes: guitarra, guibando, violão, bandolim acústico e
elétrico, piano, órgão, vozJorginho Gomes: bateria, cavaquinho
acústico, surdo, tamborimDidi Gomes: baixo, violão de 7 cordas,
reco-recoBaixinho: bateria (1, 4 e 11), surdo, tamborim, chocalho,
timbales
Severo: acordeon
Paulo César Salomão: efeitos sonoros e eletrônicos
Bola: bongô, chocalho
Charles Negrita: tumba e agogô
Baby: afoxé (12)
Jorge da Cruz: pandeiro
Juarez: sax tenor
Luis Bezerra: sax tenor
Netinho: sax alto e clarinete
Márcio Montarroyos: trompete
Maurílio: trompete
José Alves: violino
Aizik: violino
Arlindo Penteado: viola
Watson Clis: cello
arranjos: Pepeu Gomes
arranjos de cordas, metais e regência: Paulo Machado
direção artística: Jairo Pires
direção de produção: Carlos Alberto Sion
Gravado nos Estúdios CBS, RJ, em 8 canais, em junho de 1978
Com texto e direção de Dionísio Neto e inspirado no Teatro de Revista e nas chanchadas brasileiras, a Companhia Satélite apresenta o samba-cabaré Olerê! Olará!. A peça traz alegorias, clowns, mestre de cerimônias, crítica, quadro da imprensa, apoteose e até vedetes.
O formato é de um espetáculo de cabaré, onde as cinco vedetes cantam, dançam e atuam em diversos monólogos de prosa-poética, ao som do Trio Cha-Cha-Cha, com Nil Arantes (percussão), Felipe Mihran (violão) e Edu Berigo (teclado).
A direção musical ficou por conta de Nana Rizzini. Ela selecionou clássicos de Chico Buarque, Cazuza, Caetano Veloso, Cartola, Martinho da Vila e as tradicionais marchinhas de carnaval.
Direção Musical: Nana Rizzini
Elenco: Giovanna Velasco, Jeyne Stakflett, Maíra Dvorék, Mayana Neiva, Sabrina Orthamann, Cláudia Juliana e Cláudio Agullo.
Coreografia: Kátia Barros.
Figurino: Fábio Namatame











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VOCES NÂo vão assisitir??Eu vou..
Essa mulher me lembra noites inesqueciveis num fusca a noite no parque do Ibirapuera,quase sexo no Café Piu-Piu no final dos anos 80..
EU TAMBÉM VOU!

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:
CUMPADRE LUIZ ALGARRA RONALDO RICHIERI LEANDRO FEIGENBLATT CIRO CESAR GUILHERME MEIRELLES JURA DE OLIVIEIRA ROBERTO CASSEB PAULO FABIANO LIZ MONTOVANI ELAINE BORDALLO JOAQUIM DE CAMPOS SALLES ESTER LACCAVA MAURO CURSINO
EDUARDO BORDALLO ANTONIO ANDRÉ DONATO ALEX GIANINNI GERSON PERRONI ROBERTO CASSEB EQUIPE DO JORNAL DO CAMBUCI LIGIA TEREZINA ONIDES MARCO MANETTA DANIELLE SALIBIAN
JAQUELINE DURANS AURY PORTO EUCIR DE SOUZA SELMA APARECIDA JOÃO MANUEL E ANISIA







Você tem poucas chances de assistir um verdadeiro “O Banquete” de Zé Celso. A peça é uma ode ao amor, como ele mesmo fala: “É sobre o amor de qualquer tipo, porque para mim não há o amor hetero ou o amor homo, é apenas amor. No entanto não pode existir liberdade em nenhum sentido, principalmente amoroso, se qualquer forma de amor for cerceada, demonizada não existe razão de ser..”
“O Banquete” no Teatro Oficina,com Patricia Winceski

TRANSFORMERS COM MEGAN FOX




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