ANTES DA DESPEDIDA ,DO RETIRO, ..O ULTIMO SHOW..8 DE JULHO DE 2009,CORINGÃO VOLTOU
VOCES NÂo vão assisitir??Eu vou..
Essa mulher me lembra noites inesqueciveis num fusca a noite no parque do Ibirapuera,quase sexo no Café Piu-Piu no final dos anos 80..
EU TAMBÉM VOU!
AS CANÇÕES QUE ROBERTO FEZ E NÃO CANTOU E AS QUE E AS CANÇÕES QUE ELE ESQUECEU NAS CURVAS DA ESTRADA
O cantor e compositor Paulistano Marcelo Tchello Roverso interpretará canções compostas por Roberto Carlos,por Roberto e Erasmo Carlos nos anos 60,70,interpretadas por outros interpretes, Erasmos Carlos,canções que Roberto não canta mais,e até uma canção que Roberto não quis gravar.Bom dia Rock Roll,johnny furacão,Tenho um amor melhor que o seu,Eu não presto mas te amo,Meu nome é Gal,A Festa do Bolinha,Preciso Urgentemente Encontrar um Amigo,Filho Unico,Terror dos namorados,Festa de Arromba,Eu só tenho um caminho,Meu Ego,Desamarre o meu Coração,Minha Fama de Mau,A banda dos Contentes,As Curvas da estrada de Santos,É preciso dar um jeito amigo,Estou 10 anos atrasado,É preciso ser assim,Cachaça Mecanica,Coqueiro Verde e outras.
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:
CUMPADRE LUIZ ALGARRA RONALDO RICHIERI LEANDRO FEIGENBLATT CIRO CESAR GUILHERME MEIRELLES JURA DE OLIVIEIRA ROBERTO CASSEB PAULO FABIANO LIZ MONTOVANI ELAINE BORDALLO JOAQUIM DE CAMPOS SALLES ESTER LACCAVA MAURO CURSINO
EDUARDO BORDALLO ANTONIO ANDRÉ DONATO ALEX GIANINNI GERSON PERRONI ROBERTO CASSEB EQUIPE DO JORNAL DO CAMBUCI LIGIA TEREZINA ONIDES MARCO MANETTA DANIELLE SALIBIAN
JAQUELINE DURANS AURY PORTO EUCIR DE SOUZA SELMA APARECIDA JOÃO MANUEL E ANISIA
LOST
Você tem poucas chances de assistir um verdadeiro “O Banquete” de Zé Celso. A peça é uma ode ao amor, como ele mesmo fala: “É sobre o amor de qualquer tipo, porque para mim não há o amor hetero ou o amor homo, é apenas amor. No entanto não pode existir liberdade em nenhum sentido, principalmente amoroso, se qualquer forma de amor for cerceada, demonizada não existe razão de ser..”
“O Banquete” no Teatro Oficina,com Patricia Winceski
TRANSFORMERS COM MEGAN FOX
Corinthians empata com Inter e é campeão da Copa do Brasil
Assim como em 1995, ano de sua primeira conquista na competição, Timão fez a festa do tricampeonato em Porto Alegre
A finalíssima começou tensa, com trombadas fortes e dois cartões amarelos em menos de dez minutos. Era tudo que o Corinthians poderia querer. Enquanto o Internacional parecia mais preocupado em intimidar o adversário, o Corinthians impunha seu estilo e assumia o controle do jogo com certa facilidade.
A torcida colorada levou o primeiro susto aos 15 minutos, quando Elias apareceu bem pela direita e fez o passe para a área. Jorge Henrique recebeu em posição irregular e colocou a bola para dentro, mas a arbitragem anulou corretamente.
O gol anulado foi apenas uma mostra do que o Corinthians tinha a oferecer. Tanto que o primeiro gol do jogo saiu apenas cinco minutos depois. Aos 20 minutos, André Santos recebeu a bola pela esquerda e cruzou para a área. Jorge Henrique subiu entre os zagueiros do Inter e cabeceou para abrir o marcador.
Insaciável, o Corinthians não saiu do campo de ataque após o gol. E foi recompensado aos 28 minutos. Após boa troca de passes na intermediária, André Santos recebeu dentro da área e bateu cruzado, quase sem ângulo, para ampliar o marcador.
O Internacional até havia chegado algumas vezes à área alvinegra, mas só criou uma chance clara aos 33 minutos. Nilmar recebeu livre na entrada da área, de frente para o gol, e mandou uma paulada. Felipe fez excelente defesa e mandou para escanteio.
No segundo tempo, como reação natural à ótima vantagem, o Corinthians recuou e se trancou no campo de defesa. O Inter, em busca de um milagre, foi com tudo ao ataque.
Tite colocou Andrezinho e Alecsandro em campo no segundo tempo, o Inter passou a criar mais do que na etapa inicial e logo diminuiu a vantagem alvinegra. Aos 25 minutos, André Santos tentou cortar e acabou mandando a bola para a área. Alecsandro apareceu bem, se antecipou a Felipe e descontou.
A situação era quase irreversível, mas o Internacional se manteve no ataque e conseguiu o empate logo após o segundo gol. Andrezinho fez o cruzamento da direita, Alecsandro subiu bem e cabeceou para as redes.
Imediatamente após o gol, os jogadores se desentenderam e deram início à pancadaria. No meio da confusão, D'Alessandro foi expulso e perseguiu os corintianos na tentativa de arrumar briga e levar alguém junto para o vestiário. Não conseguiu, e o Inter ficou sem um de seus melhores jogadores. Tite e Mano Menezes, que entraram em campo durante a baderna, também foram mandados para o vestiário.
A briga esfriou os ânimos do Colorado, que foi diminuindo a pressão aos poucos. Elias ainda foi expulso antes do final do jogo, mas nada que pudesse mudar o desfecho da Copa do Brasil. Quando o árbitro apitou o final do jogo, quem fez a festa foi a torcida do Corinthians.
FICHA TÉCNICA - INTERNACIONAL X CORINTHIANS
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) Data: 1º de julho de 2009, quarta-feira Horário: 21h50 (de Brasília) Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG) Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Roberto Braatz (Fifa-PR) Cartões amarelos: Bolívar, Índio, D'Alessandro, Taison (Inter); André Santos, Elias (Corinthians) Gols: Jorge Henrique 20 minutos e André Santos 28 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Lauro; Bolívar, Índio, Danny Morais e Kleber; Magrão, Guiñazu, Glaydson (Alecsandro) e D'Alessandro; Taison e Nilmar. Técnico: Tite
CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, William, Chicão e André Santos; Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes
SÃO PAULO - Tradicional ponto de encontro de comemorações de títulos, mas proíbida desde 2005 de receber festas deste tipo, a Avenida Paulista recebeu centenas de corintianos na madrugada desta quinta-feira. O trânsito no sentido Consolação-Paraíso permaneceu parado, principalmente entre o cruzamento da avenida com a Alameda Campinas e a rua Joaquim Eugênio de Lima, onde corintianos desceram dos seus carros e festejaram.
A comemoração contou com bandeiras corintianas, bombas e fogos de artifício, além do tradicional 'buzinaço'. Alguns motoristas colocaram músicas corintianas, como o hino oficial e canções dos Gaviões da Fiel, maior organizada do clube, para comemorar o tricampeonato do Alvinegro de Parque São Jorge.
A Polícia Militar está presente com viaturas trabalhando na organização e monitorando a segurança dos torcedores durante as celebrações, evitando acontecimentos como o ocorrido em 2005, quando são-paulinos na festa do tricampeonato da Copa Libertadores destruíram boa parte da avenida. Até o momento, nenhum incidente problemático estragou a festa do tricampeonato corintiano na avenida mais paulista da cidade de São Paulo.
Festa do título em São Paulo começa no primeiro tempo
Os 2 a 0 contra o Internacional, em menos de 30 minutos de jogo, eram a certeza do título para o Corinthians
Eram pouco mais de 22h30 desta quarta-feira e os paulistanos já ouviam o barulho de fogos e buzinas nas ruas da capital. Corinthians campeão da Copa do Brasil! O jogo havia começado apenas meia hora antes, mas os torcedores já estavam certos de que a taça iria, mesmo, para o Parque São Jorge.
Os 2 a 0 contra o Internacional, em menos de 30 minutos de jogo, eram a certeza do título para o Corinthians. Os gaúchos, afinal, só conseguiriam reverter a situação se marcassem cinco gols. Algo praticamente impossível.
Milhares de fanáticos corintianos se reuniram para sofrer juntos no Parque São Jorge. Ou melhor, para festejar. “É campeão, é campeão”, gritavam, instantes depois do gol do lateral André Santos, o segundo do time alvinegro. Nesse mesmo momento, os rojões começavam a estourar em São Paulo e buzinas passavam a ser ouvidas nas ruas. No primeiro tempo, nada de susto, de preocupação.
Mas, como dizem que nada costuma ser fácil para o Corinthians, o segundo tempo teve alguns momentos de tensão para os paulistas. Em apenas quatro minutos (aos 25 e aos 29), o Internacional fez dois gols, ambos com Alecsandro, igualou o placar e deu um pouco de emoção ao confronto, que chegou a ficar nervoso com discussão e briga entre alguns jogadores.
Longe do Beira-Rio, no Parque São Jorge, houve momentos de silêncio. Mas a festa voltou rapidamente ao estádio corintiano. Em nenhum momento o título ficou ameaçado. O Corinthians merecidamente ficou com o tri da Copa para alegria da Fiel.